(Imagem - Tempestade - óleo sobre tela -Elisabete Maria Sombreireiro Palma)



Sexta-feira, 6 de Maio de 2016

PAUTA ADORMECIDA

pauta.jpg

 

 

PAUTA ADORMECIDA

Romasi

Rogério Martins Simões

 

O vento soprou e o céu cedeu!

E o brilho no teu rosto

Que o teu luar me deu

Eleva o meu gosto

Pelo luar de Agosto

E o universo é meu!

 

Olho teu céu estrelado

Que renova, que dá vida!

Concerto inacabado…

Que ao verso convida.

Que nos levanta do chão.

Que nos torna leves.

Que não sustém a razão,

Por momentos breves

 

Tens no rosto todas as estrelas!

No peito, bordados de luz,

Tens na noite todas as velas

Sem velas e o teu corpo reluz

 

Em teus cabelos adormeço

Na tua lua me dás guarida

Amor estou de regresso…

Meu amor estou de partida.

 

O vento parou

A terra latejou

Melodia prometida…

Minha noite sensual

Pura nota musical

Minha pauta adormecida…

 

Pinheirinho, Parede, 6 de Janeiro de 1969

 

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Solicita-se a quem os copiou alterando o nome, não respeitando o texto ou omitindo o seu autor que os apague ou os reponha na fórmula original com os respectivos créditos. Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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VOLTEI!

(Rogério Martins Simões)

Venho dos limites do tempo)

De uma galáxia qualquer

Já fui mar, já fui vento

Agora sou pensamento

Aparado em dado momento

No ventre de uma Mulher!


Meu corpo é magistral!

Brutal! Perfeito! Soberbo!

De início não era verbo

Agora sou o verbo ser


Tenho comigo segredos

Segredos do universo

Transporto no corpo recados

Escrevo em forma de verso.


Venho dos limites do tempo

Não sei o que fui e sou:

Deserto? Nascente?

Já fui Norte, já fui Sul

Pó astral, mar azul!

Luar, estrela cadente.


Eu me vou!

Partirei num cometa qualquer

E serei novamente pôr-do-sol.

Cor-de-rosa, aloendro, malmequer!


Voltei...Já cá estou…


Agora sou pensamento

Nascido em dado momento

Do ventre de uma Mulher!


23-09-2004 18:39


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    E JÁ NÃO QUERIA

    Voltei a escrever e já não queria

    Pensava ter esquecido este meu versejar

    Ser poeta é criar e sofrer todo o dia

    Passar ao papel o que a alma encontrar.



    Este estado de alma que já não ousaria

    Que nos faz sofrer, para me encontrar,

    Deixa o meu corpo quando escrevo poesia,

    Nos poemas que ela cria, para me libertar.


    A ti que mais amo e sem querer

    Se fico triste e te faço sofrer

    Rosa eu te quero, rosas eu te dou.


    E se tu me vires distraído ou disperso

    Uma única coisa eu imploro e peço,

    Espera! A minha alma não regressou.


    Rogério Martins Simões