Sexta-feira, 30 de Maio de 2008
Vem daí amar ao próximo

 

 

 

Vem daí amar ao Próximo

Rogério Martins Simões

 

Os espelhos aglutinam as dores,

quando os desesperados

perdem os sorrisos

e alimentam os sonhos

 no tecto da lua…

 

Nunca digas que estás bem

Se não furtares o espelho

 do desespero…

e não te despejares

do que te faz falta.

 

Para que te revejas:

acende uma vela

por cada obra tua…

e pincela com orvalho

cada sapato que te sobra.

 

Não consegues disfarçar

a razão de quereres tudo?!

Nem irás confessar

que queres mais!

Se, ainda assim, te sobrarem os trastes

não os entregues aos límpidos:

Porque te podem fazer falta.

 

Nunca te pedirei demais

Porque nada tens que seja teu!

 

Deste-me um espelho

que nunca será meu…

E encarceraste os meus sonhos

que guardaste no cofre…

 

Se nada disto te disser alguma coisa

Vem daí!

Enrosca-te, na noite fria,

para escutares, comigo,

o rumor dos mais desesperados.

 

 

Lisboa, 12-03-2008

 

 

 

CONVITE para hoje 31 de Maio em ALMADA
 
Poetas Almadenses (associação) <poetas.almadenses@gmail.com>:
No próximo dia 31 de Maio, sábado, a partir das 17h, venha participar/assistir à nossa sessão mensal de POESIA VADIA, um espaço de convívio inter-geracional, de carácter informal, onde todos são importantes... poetas e público, unidos pela poesia.
 
Dia 31 é, igualmente, o Dia do Associativismo. Por isso, numa terra com uma longa tradição neste campo, a "Poesia Vadia" deste mês é, também, a comemoração deste evento. E realizá-la num dos mais emblemáticos locais da nossa cidade, o Salão de Festas da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, é uma pequena homenagem dos "Poetas Almadenses" a todos aqueles que fizeram desta colectividade um exemplo.
 
Como sempre, estarão disponíveis para venda algumas das nossas obras. E, no final, poderá provar os maravilhosos "doces da Mimi", uma das nossas poetisas que tem um dom especial para a doçaria (quiçá, inspirada pela poesia com que nos delicia)... uma surpresa que teremos muito gosto em oferecer a todos os presentes.
 
Venha partilhar connosco os seus poemas, ou dos autores que mais gosta. Traga um/a amigo/a. Cá estaremos para vos receber a todos de braços abertos. 
 
Terminamos com um pedido: divulgue este e-mail pelo seu círculo de amigos. Obrigada  

--
Poetas Almadenses - http://poetas-almadenses.blogspot.com

(Almada... a poesia está na rua!)
 

ano do poema: 2008

publicado por poetaromasi às 17:38
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comentários:
De kelinha a 1 de Junho de 2008 às 13:19
Adorei o que li, e querias deixar os meus parabéns, pois ao ler o que li reparei que quem faz estes poemas tem muita inspiração....parebéns...

Eu também tenho um blog de poemas ,se quiser visitar aqui esta: http://kelinha-poemas.nireblog.com


Até uma próxima...gostei muito do que li,e ainda me deu mais inspiração....



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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Solicita-se a quem os copiou alterando o nome, não respeitando o texto ou omitindo o seu autor que os apague ou os reponha na fórmula original com os respectivos créditos. Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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VOLTEI!

(Rogério Martins Simões)

Venho dos limites do tempo)

De uma galáxia qualquer

Já fui mar, já fui vento

Agora sou pensamento

Aparado em dado momento

No ventre de uma Mulher!


Meu corpo é magistral!

Brutal! Perfeito! Soberbo!

De início não era verbo

Agora sou o verbo ser


Tenho comigo segredos

Segredos do universo

Transporto no corpo recados

Escrevo em forma de verso.


Venho dos limites do tempo

Não sei o que fui e sou:

Deserto? Nascente?

Já fui Norte, já fui Sul

Pó astral, mar azul!

Luar, estrela cadente.


Eu me vou!

Partirei num cometa qualquer

E serei novamente pôr-do-sol.

Cor-de-rosa, aloendro, malmequer!


Voltei...Já cá estou…


Agora sou pensamento

Nascido em dado momento

Do ventre de uma Mulher!


23-09-2004 18:39


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    E JÁ NÃO QUERIA

    Voltei a escrever e já não queria

    Pensava ter esquecido este meu versejar

    Ser poeta é criar e sofrer todo o dia

    Passar ao papel o que a alma encontrar.



    Este estado de alma que já não ousaria

    Que nos faz sofrer, para me encontrar,

    Deixa o meu corpo quando escrevo poesia,

    Nos poemas que ela cria, para me libertar.


    A ti que mais amo e sem querer

    Se fico triste e te faço sofrer

    Rosa eu te quero, rosas eu te dou.


    E se tu me vires distraído ou disperso

    Uma única coisa eu imploro e peço,

    Espera! A minha alma não regressou.


    Rogério Martins Simões


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