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Quarta-feira, 18 de Maio de 2005

Alentejo, debruado a Arraiolos

Alentejo.jpg

(Óleo sobre tela Elisabete Sombreireiro Palma)

 

Alentejo, debruado a Arraiolos
Rogério Martins Simões
 
Na dourada planície alentejana,
Onde o sol penetra e tudo teima,
A falta de água, mísera e insana,
Quebra a vontade, abate e queima.
 
Nessa imensa e dourada pradaria,
Onde o vento de suão seca a cortiça…
Leva consigo, numa lenta agonia,
O suor a que chamam de preguiça.
 
Mas, o Alentejo, é belo e majestoso!
Quem o ama, chama-lhe de formoso.
Quem parte, volta!, nunca diz adeus.
 
Por isso há sempre vozes em coro.
Canto alentejano em vez de choro.
A alma alentejana é força de Deus!
19-04-2005
www.PRchecker.infowww.PRchecker.info Poemas de amor e dor conteúdo da página
ano do poema: 2005
publicado por poetaromasi às 00:36
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amrosaorvalho.gif

MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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