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Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

O SOL

 

 

 

O SOL
José Augusto Simões
 
Sol divino, Sol divino
Lindo é vê-lo nascer
É mais um dia na vida
Deus nos dá para viver
 
Sol divino, Sol divino
Que ilumina toda a terra
Desde o mais profundo vale
Até ao mais alto da serra
 
Sol divino, Sol divino
Que nos dá tanta alegria
Acaba a noite cerrada
E irrompe o claro dia
 
Sol divino, Sol divino
Nos dá tanta beleza
É a estrela mais bela
Que nos dá a natureza:
 
Quando está ao pé do rio
Em cima de uma cascata
O fundo parece de ouro
A água da cor da prata
 
Todo o ser vivo se mexe
Quando vê nascer o Sol
Os passarinhos cantam
Trina o lindo rouxinol
 
Rouxinol que bem cantas
Onde aprendeste a cantar?
- No cimo daquele salgueiro
Com os ramos a abanar!
 
Todas as aves cantam!
Cada qual com sua voz!
Eu já acompanhei o rio…
Da nascente até à foz
 
Estou velho! tu és menino
Nunca irás envelhecer
Sol divino, Sol divino
Sem ti não posso viver
 
Lisboa, 25/9/2007
 
José Augusto Simões é meu pai e foi o meu mestre de poesia. Com 86 anos escreveu este lindo poema. A sua bênção, meu querido pai.
Rogério Martins Simões

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página
publicado por poetaromasi às 00:45
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Comentários:
De Chinezzinha a 29 de Julho de 2008 às 00:31
Rogério,
Muito obrigada pela tua visita ao meu blog do Sol.
Parabéns para o teu pai. Adorei o poema.

Beijinhos e as melhoras

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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