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Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Ardias na espera...

 

 

ARDIAS NA ESPERA…
Rogério Martins Simões
 
Cavalos noturnos sem arreios!
Aves noctívagas
Fogo posto.
Sei que cedi ao ardor dos seus seios.
E nem um só grito resvalou
Imposto.
 
Fogo!
Ardia na espera!
 
Sorri, chamei por ela, não sei.
Sei que cedi aos seus sinais.
Abrasava na chama que ateei
E não me queimei nos ais…
 
De degrau em degrau escondemos a lua.
O lume apagou! Acendemos uma vela.
A chama abrasou e incendiou a rua…
Ardendo no fogo atiçado por ela.
 
Fogo?!
Ardias na espera…
 
Lisboa, 24 de Maio de 2008 21:36:00
 
 
 
 
 
 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página
ano do poema: 2009
publicado por poetaromasi às 21:15
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Comentários:
De Efigênia Coutinho a 25 de Março de 2009 às 22:37
ARDIAS NA ESPERA…

Belos versos leio hoje do poeta, como é gratificante esta casa de letras, aqui me sinto em casa, pois ler você é sempre sentir a palavra escrita, meus cumprimentos, desejava que lesse meu "PRESSÁGIO"
Beijos ,
Efigênia Coutinho
http://efigeniacoutinhopoesiascomimagens.blogspot.com/
De poetaromasi a 26 de Março de 2009 às 22:47
Maria Efigénia Coutinho, boa noite.

É sempre para mim uma grande honra receber neste humilde blog uma poetisa como o é a Efigénia. Sorte a minha continuar a ter amigos e amigas que são enormes na arte de bem versar. Hoje não irei ler o presságio no seu blog. Amanhã, se Deus quiser, quando regressar do meu trabalho tentarei visitar os meus amigos. Por hoje me despeço! Estou no Meco e está um dia de Verão neste belo dia de Primavera.
Efigénia, já podei as roseiras no meu jardim.
Tudo recomeça a ter vida.
Efigénia é Primavera!
Beijos deste seu sempre amigo,
Rogério Martins Simões
De Natalia a 26 de Março de 2009 às 21:01
A melhor parte é sempre a espera. Enquanto o desejo ainda não enfrenta seu próprio limite.
De poetaromasi a 26 de Março de 2009 às 22:35
Natália, boa noite,
Quero agradecer o seu comentário e dizer-lhe que concordo consigo. Muito obrigado por aturar este velho poeta.
Rogério Martins Simões
De poetaromasi a 26 de Março de 2009 às 23:11
Estava para ir descansar quando resolvi abrir o meu correio electrónico deste blog e fiquei triste embora compreenda a razão da atitude ponderada e inesperada da poetisa Efigénia Coutinho.

Como disse sempre a poetiza Efigénia foi e é daquelas amigas que têm lugar para sempre no meu coração. Em 2004 quando recebia no Brasil os meus versos, e quando as técnicas ao dispor dos fazedores de sites eram poucas a boa amiga Efigénia desdobrava-se em editar os meus poemas na Academia dos Poetas e Escritores que ela criou para universalizar e dar voz aos poetas. Dizia então que a Efigénia alindava os meus poemas.

Graças à Efigénia, poetiza e ao Daniel Cristal, poeta, e a grupo restrito de poetas consegui fazer o que durante uma vida não tinha feito – Conservar e melhorar os meus poemas. Esta é a verdade! Muito devo à Efigénia! Esta será outra verdade – tantos como eu viram a poesia divulgada pelo Brasil graças a este enorme ser humano que tudo deu para ajudar os outros.

Eis a Mensagem da Efigénia:

Prezados Membros
Daniel Cristal
Presidente
Ilda Maria da Costa Brasil
Vice Presidente
Socorro Lima Dantas
Assessora Jurídica
Priscila de Loureiro Coelho
Secretária Geral
Malu Mourão
Administrativa
Marilda Almeida
Relações Publicas

Amigos e leitores da AVSPE:

Esta decisão que irei revelar a todos neste momento, desejo que leiam e reflitam, antes de qualquer julgamento, pois serei como sempre fui: objetiva e transparente.
O que irei relatar é sobre o meu trabalho em nossa AVSPE, Academia Virtual que, durante três anos, dediquei-me de corpo e alma, sem interromper meus dias e noites, onde foi um dos maiores sucesso em WEB, levando ao mundo com muito amor, todos os poetas aqui presentes. Muitos deles, fazendo a sua estréia em nossa Academia.
A todos, sou infinitamente grata, como nossas poetisas, Socorro Lima Dantas, Malu Mourão e Marilda de Almeida, não esquecendo nossa Webdesigner Sonia Orsiolli, que incansavelmente colaboraram de corpo e alma para o engrandecimento deste portento.
O meu destino ao presente momento, me orienta e envolve unicamente para os laços familiares, onde não tenho como conjugar o tempo entre os dois lados. Entretanto, tenho que tomar uma decisão, que desde janeiro estava adiando, procurando uma forma de conciliar os dois lados, e que, na realidade, conclui ser impossível.
Para manter nossa Academia, é necessário empreender uma dedicação integral (dia e noite) de tarefas, pois teria que ser realizada uma reformulação total da mesma, e o agendamento de mais de 200 pedidos de novos poetas para serem editados.
Não resta duvida, quanto o grande sucesso alcançado por nossa ACADEMIA, sucesso este, sempre dividido com todos juntos, e para tal nosso contador e Livro de Visitas é nosso cartão ouro, onde ali sabemos e lemos o que afirmo acima.
Creiam, esta é uma decisão muito dolorida, pois eu sempre sonhei com este evento acima de tudo, e com todos juntos.
Como a AVSPE é uma Academia Virtual, sem fins lucrativos e com prazo indeterminado, e temos um Estatuto, onde nele como Presidente Fundadora, tenho a prerrogativa de extingui-la a qualquer momento, venho comunicar a todos que o site da AVSPE sairá do ar no próximo dia 31 de março do corrente ano de 2009.

"Deus nos criou por Amor, para o Amor.
Deus não criou outra coisa que não o
próprio Amor. Mais esse Amor, não é
um mais do Ser, de alegria ou de potencia,
é exatamente ao contrário, é uma renúncia!"

Gostaria de colocar a disposição dos nossos poetas da AVSPE, nosso GRUPO AVSPE,
o qual manteremos sem qualquer interrupção e com o mesmo quadro administrativo.
Quem desejar participar, peço entrar em contato com nossa
Poetisa Administradora Malu Mourão ao e-mail :
M.L.MOURÃO malu.poeta.avspe@bol.com.br
Para qualquer duvida, estarei aqui à disposição de todos.

Efigênia Coutinho
Presidente Fundadora
24/03/2009

De Helder Fráguas a 28 de Março de 2009 às 23:15
LIndíssimo como sempre

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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