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Domingo, 3 de Maio de 2009

Durma minha mãe

 

 

 

 

Durma minha mãe
Rogério Martins Simões
 
Durma minha mãe
Que eu velo o sono por si
Durma minha mãe
Enquanto ando por aqui.
 
Agora reparo, minha mãe:
Que a sua cadeira não baloiça.
A lareira não aquece.
A chaminé não fumega.
Oiça!
O meu coração estremece!
Espere!
Não se vá embora
Sem mim
Preciso de si nesta hora
E este Inverno é tão ruim.
 
27-01-2005 23:44:53
 
(Poema dedicado à mãe da poetiza brasileira Fátima Irene Pinto e a todas as mães que partiram.)
 
 

 

 

 

 

Mãe! Que tanto sabe amar
Passe-me as suas mãos pelo peito
Que as minhas perderam o jeito…
E nem as estrelas conseguem agarrar…
 
Obrigado minha querida e tão doce mãe!
Seu filho,
Rogério Martins Simões
 
Um beijo terno para todas as mães do mundo!
Poemas de amor e dor conteúdo da página
publicado por poetaromasi às 12:17
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Comentários:
De poetaromasi a 6 de Maio de 2009 às 10:45
PLÁGIO

Uma das vantagens da Internet, nomeadamente do GOOGLE, é a de conseguir localizar os nossos trabalhos ou até parte deles.
Sempre autorizei a editarem os meus poemas com os devidos créditos.
Ao acaso procurei no Google pelo nome do poema, “DURMA MINHA MÃE”, que em tempos editei no meu antigo blog, e fui detectar este poema, publicado num blog, sem que constasse o meu nome. Esta situação é recorrente. A amostragem foi de 1 para mais de 300 poemas e o resultado está à vista. Já não é a primeira vez que isto acontece, tendo no passado localizado poemas meus inteiramente plagiados.

Não sei qual o interesse do plágio na poesia. A poesia é algo muito pessoal, de estilo próprio e, no meu caso, escrita com a minha alma.
Aconselho vivamente aos plagiadores a plagiarem, também, as minhas dores para não ficarem só com os textos, ou com os poemas, que tenho escrito e livremente dado a conhecer. Assim é batota!

Estas atitudes merecem a minha e a vossa reflexão.
A minha poesia “sai” espontaneamente, sem ser por encomenda. Assim, quando edito um poema que escrevi naquele momento, não me preocupo com o seu registo.
Nunca quis ser mercantilista da poesia. Porém, começo a ponderar não mais editar os meus novos poemas, neste ou em qualquer blog, embora a sua maioria esteja legalmente depositada e salvaguardada.
Se continuar a publicar é unicamente por todos aqueles que ao longo destes 5 anos me incentivaram a escrever e que sem nada dizerem se identificam com o que escrevo.

Mensagem deixada no blog onde não se respeita, por omissão, o criador do poema.

Li neste blog um poema da minha autoria que a sua autora não colocou os devidos créditos. Este poema foi escrito em Janeiro de 2005, editado no meu antigo blog e remetido à grande poetiza Brasileira Fátima Irene Pinto quando sua mãe faleceu aí no Brasil. O poema encontra-se registado em Portugal.
Nunca me atreveria publicar um poema sem colocar o seu autor. Por certamente se tratar de um erro agradeço que coloque o nome do seu autor. O meu: Rogério Martins Simões
(Não coloco o link. Aliás, facilmente localizável através do Google, a autora não merece publicidade ao seu blog!)

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Solicita-se a quem os copiou alterando o nome, não respeitando o texto ou omitindo o seu autor que os apague ou os reponha na fórmula original com os respectivos créditos. Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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