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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

PLÁGIO – OS POEMAS DE AMOR E DOR FORAM PLAGIADOS (Actualizado em 10/5/2009)

 

 

 

PLÁGIO – OS POEMAS DE AMOR E DOR FORAM PLAGIADOS (actualização 15/5/2009)
 
MAIS UM PLÁGIO
 
Para veres como tenho razão quando peço para colocarem os créditos nos meus poemas.

http://olizina.multiply.com/photos/album/138/ROSAS

Se seguirem este link vão encontrar o meu poema ROSAS cortado para não ser apanhada por motor de busca. cortou os 4 primeiros versos do poema.
Istó é Plágio e não esquecimento.

Se lerem os comentários esta senhora aceita como sendo seu o poema e afirma a alguém que escreveu: "temos poetisa" - É VERDADE Á (SEM H) DIAS ASSIM.

Por favor deixem mensagens no site. precisam de se inscreverem
rogério simões
 
Uma das vantagens da Internet, nomeadamente do GOOGLE, é a de conseguir localizar os nossos trabalhos ou até parte deles.
Sempre autorizei a editarem os meus poemas com os devidos créditos.
Ao acaso procurei no Google pelo nome do poema “DURMA MINHA MÃE” que em tempos editei no meu antigo blog. Fui detectar este poema publicado num blog sem que constasse o meu nome. Esta situação é recorrente. A amostragem foi de 1 para mais de 300 poemas e o resultado está à vista. Já não é a primeira vez que isto acontece, tendo no passado localizado poemas meus inteiramente copiados, sem título, sem créditos.
 
Não sei qual o interesse do plágio na poesia.
Aconselho vivamente aos plagiadores a plagiarem, também, as minhas dores para não ficarem só com os textos, ou com os poemas, que tenho escrito e livremente dado a conhecer. Assim é batota!
 
Estas atitudes merecem a minha e a vossa reflexão.
A minha poesia “sai” espontaneamente, sem ser por encomenda. Assim, quando editava um poema que escrevi naquele momento, não me preocupava com o seu registo. (Registava depois)
Nunca quis ser mercantilista da poesia. Porém, começo a ponderar não mais editar os meus novos poemas, neste ou em qualquer blog, embora a sua maioria esteja legalmente depositada e salvaguardada. Hoje actualizei tudo!
Se continuar a publicar é unicamente por todos aqueles que ao longo destes 5 anos me incentivaram a escrever e que sem nada dizerem se identificam com o que escrevo.
 
Fico farto! O Plágio é tanto que chega ao ponto de disputarem a autoria dos meus poemas. Um já se retratou e retirou a sua autoria apagando o poema! Ainda só procurei no Google por uma dezena de poemas e já apareceram centenas de plagiadores ou que omitem a autoria dos poemas.
Fui encontrar um poema meu plagiado que se encontra editado, com a minha autorização, em Almada.
Existem alguns que até transformam os poemas em pensamentos e dizem que os poemas são desconhecidos. Uma verdadeira clonagem, pirataria da pior.
 
Encontrei um poema metido disfarçadamente no meio de outros. Isto assim não dá!
Sejam todos muito felizes. Respeitem os direitos de autor, afinal apenas exijo que coloquem o autor do poema. Será muito?
Façam um teste com um poema vosso. Coloquem parte de um poema no Google busca personalizada com esse texto obrigatório e vejam quantos assumiram a autoria dos vossos poemas.
Para aqueles que colocaram a autoria obrigado. Para a maioria, aqueles que gostam da minha poesia, contem comigo aqui ou noutro lugar. Vou repensar tudo isto e talvez editar em livros os meus poemas.
Obrigado
Rogério Martins Simões
ROMASI
 
Não encontram um único poema meu que tenha sido plagiado!
 
Poemas plagiados:
1)     Durma minha mãe
2)     Voltei
3)     Esta vida não vivi
4)     Natureza morta
5)     Um sorriso
6)     Água salgada
7)     Felicidade
8)     Pai
9)     Asa de borboleta
10)                       Quando me encontro contigo
11)Estamos a tempo
12)Mocidade
13)Sem ti não passo sem ti não sou
14)O barco partia à vela
 
 
Lista em construção com os plagiadores que se apoderaram da minha poesia.
Só precisam de colocar no motor de busca por nome completo. Podem, para facilitar, colocar a palavra poesia.
Aqui são denunciados aqueles que assinaram poemas meus. A lista é extensa: colocarei à medida que encontrar os seus nomes:
 
HAMILTON AFONSO
(estou a compilar a lista dos meus poemas plagiados)
 
ARTHUR ARAÚJO
(Em mundo desconhecido nos grupos YAHOO)
(estou a compilar a lista dos meus poemas plagiados que são muitos)
 
JOÃO CARLOS (BRACARA)
Plagiou e modificou titulos poemas: ESTA VIDA NÃO VIVI E CAEM LÁGRIMAS - Alojados no site Companhia da Poesia. Nota: Trata-se de um site que declina a responsabildade dos responsáveis pelos plágios.
 
ARTUR FERNANDES
Plagiou ESTA VIDA NÃO VIVI. Ver apontamento abaixo publicado. O site e o que escreveu o plagiador está na zona de comentários. Acredito que alguém mais foi ali plagiado.
 
 
Nota: tentarei ser rigoroso, isto é, alguns poemas meus plagiados por estes, e outros, foram certamente editados em blogs ou sites sem que os seus autores soubessem disso. Todavia, pergunto: alguém gostaria de ver artigos seus ou poemas seus plagiados. Uma coisa é omitir de propósito, ou não, o seu autor; outra será quando alguém que se apropria indevidamente das obras de outros.
 
NOTA FINAL
Defendam os vossos trabalhos e não editem sem os registarem na Inspecção-Geral das Actividades Culturais. Palácio Foz- Praça dos Restauradores Lisboa. Depois actualizem o registo como o fiz no IGAC.
Os meus poemas estão todos registados e actualizados (Processo 2079/2009).
(Perdoem qualquer gralha, não dá para ter paz)
 
Rogério Martins Simões
 

ROMASI UMA EXPLICAÇÃO!

Aldeia do Meco, 8 de Maio de 2009

 

 

 

Aditamento a toda esta polémica.

Tenho aprovado todos os comentários, e justificações, que autores ou colaboradores de blogs, por mim visados, escreveram. Infelizmente não os colocaram neste post. Por via disso coloco aqui o link para que possam ler o que livremente escreveram.

A resposta a esses comentários será feita nesse link e aqui onde os deveriam ter colocado.

Pedia àqueles que queiram comentar que o façam neste post.

Quero agradecer aqueles que escreveram e devo dizer que aceito todas as justificações. Raramente edito poemas de outros poetas e ninguém pode ser responsável, desconhecendo, que alguém em quem confiou pirateou os poemas de outros.

Lamento, por exemplo, que já tivessem tirado o nome de um plagiador aqui denunciado e não repusessem o verdadeiro nome do poema e o seu autor.

Por exemplo: O poema ASA DE BORBOLETA foi por mim hoje impresso em papel e vejo que já não consta o nome do plagiador, mas, também, sem a reposição dos créditos devidos e denominação do poema em causa. Será fácil descobrirem toda a verdade, toda a história deste poema. Basta abrirem o link para o Blog brasileiro da ASA DE BORBOLETA a quem o poema foi dedicado e publicado no meu e no seu blog.

ASA DE BORBOLETA

Rogério Martins Simões

 

Queria dedicar-te um canto

Nesta terna e longa viagem

Através da poesia.

 

Queria dar-te uma flor

Que jamais seque algum dia.

Pois ser feliz é esquecer…

A amargura do momento

E só assim a vida é sublime

Bonita!, ao mesmo tempo:

Como este mar

Que nos separa

Nesta noite amena e calma

Silêncio! Que o meu luar

Vai beijar a tua alma.

 

19-08-2004 1:01

 

Como podem ver, até a hora em que ele acabou de ser escrito está assinalada.

É por isso que não posso sequer admitir que alguém ouse colocar em causa a minha autoria nos poemas que escrevo. Contudo, a pedido de um proprietário de um Site de poesia muito visitado, dei tempo para que o plagiador se retratasse. Se o fizer não colocarei aqui o seu nome.

Outro esclarecimento importante. Os poemas que aparecem sempre na primeira página deste blog foram escritos quando, ainda, escrevia sob pseudónimo ROMASI. RO de Rogério; MA de Martins e SI de Simões.

Quem conhece a minha poesia, aquela que escrevo desde os 14 anos de idade (nasci em 5 de Julho de 1949) e aquela que circulava nas mãos dos meus colegas de escola do Patrício Prazeres, ou dos meus ex colegas da Segurança Social, sabe que eu os assinava como ROMASI.

Romasi vem do tempo das lutas estudantis em que participei na luta contra a ditadura. O Romasi acabou por destruir 11 livros de poesia. Estes ficaram e foram retirados de um velho caderno que alguns amigos me incentivaram a não destruir. Os nomes destes meus amigos figuram em destaque aqui ao lado.

ESTA VIDA NÃO VIVI!

(Romasi)

Será que na vida não vive

Quem na vida já viveu?

Ou será que terá vida

Quem nesta vida sofreu?

Eu que morri e que vivo

Dentro do mundo que passou,

Nos versos que não morrerão

Após rasgar a vida

Irão lembrar quem chorou

E esta vida não viveu.

1971

 

MEIO HOMEM INTEIRO

(Romasi)

Meia selha de lágrimas.

Meio copo de água

Meia tigela de sal

Meio homem de mágoa.

Meio coração destroçado

Meia dor a sofrer.

Meio ser enganado

Num homem inteiro a morrer.

11/4/1975

 

Talvez aproveitando-se desta situação, quando os assinava como ROMASI, muitos se apoderaram deles para os plagiar. Para demonstrar como tudo isto é verdade vou editar aqui pela primeira vez a homenagem que a Rosa dos Açores me fez em 20/01/2007.

Aproveito para pedir perdão à Rosa que me dedicou esse poema, com tanto carinho, e que nunca o publiquei. A Rosa, cujo link sempre esteve neste blog, descobriu que o Romasi era afinal quem eu sou. Acabei por nunca o dar a conhecer, pois, entendia que me estaria a promover utilizando os versos que esta minha doce amiga um dia escreveu, e que vos dou a conhecer, para dar luz a factos, que podem esclarecer, quem de mim duvide.

A Rosa poderá testemunhar tudo isto se assim o entender. Rosa meu doce Açor: Obrigado

As homenagens em vida
Têm todas o meu apreço
É justa e bem merecida
E de “Romasi” não esqueço.

 

“Romasi” de Rogério
Simões é seu apelido,
Desfez-se o mistério
No muito que tenho lido.

Poemas de amor e dor
Onde guarda emoções
É um poeta sofredor
É Rogério Simões.

Seu pai também é poeta
Duplica a felicidade
É assim que se decreta
Um dom que não tem idade.

Portugueses de valor
Que partilham seus talentos
Juntando amor e dor
Alegrias e sofrimentos.

Alegrias espelhadas
Numa viagem p’lo mundo
Sendo por nós folheadas
Com gosto a cada segundo.

Rosa Silva (“Azoriana “)

Nota: É mesmo com gosto que vejo Rogério Simões presente na Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores e também no Servidor de Apontadores Portugueses (SAPO), onde também me sinto feliz.

 

Continuo em busca dos nomes daqueles que “TIVERAM A DISTINTA LATA” de assinarem os meus poemas. Hoje mesmo já encontrei mais dois novos nomes. Vou continuar com a minha missão pois estou convencido que alguém foi mais longe neste plágio colectivo… Já tenho em meu poder a lei que se aplica aos plagiadores do Brasil. A nossa, conheço-a desde o tempo em que trabalhava na I.C.

Dizem que não me devo preocupar. Desculpem mas não consigo. Já deparei com poemas meus estropiados, colados, com o título alterado e sem título. Até textos, meros textos foram plagiados.

Vejam o meu blog sobre a minha doença de Parkinson. Tudo o que lá está foi autorizado a publicar. Tudo tem os créditos e a fonte.

Para terminar, por hoje, este esclarecimento devido, quero mais uma vez afirmar que sempre autorizei a transposição de poemas meus para blogs. Nunca me preocupei em procurar se alguém estaria a assumir-se como autor ou autora. Nunca pensaria em tal coisa. Agora que estou descobrindo os caminhos desta afronta não consigo ter paz. Preciso de paz para continuar a escrever a minha nova poesia que convosco partilhava com felicidade. Preciso de fazer o luto desta canalhice.

Quero agradecer a todos, e são muitos, que colocaram o meu nome nos meus poemas – mesmo àqueles que não indicaram a fonte. Finalmente quero acrescentar que muitos poemas pirateados já se encontravam e se encontram publicados em livros, revistas, cadernos, blogs, sites de poesia, teses de Mestrado e até em peças para meninos de rua no Brasil.

Acreditem ou não, perdi a vontade de voltar a colocar aqui mais poemas, porém, sinto uma forte vontade de explodir, deixar sair este vendaval até que o meu corpo frágil se concilie com a minha alma.

ROSNAM OS CÃES À LAREIRA

ROMASI

Rogério Martins Simões

 

Rosnam os cães à lareira…

Ah! Como os sinto ladrar:

Malditos!

 

Dizem na mina do ladrão…

À luz do gasómetro

Que pela noite virá o cão…

 

Uiva o cão à lareira…

Ai como os sinto rosnar!

Malditos!

 

Dizem na mina que a derrocada

Leva a jornada

À viúva.

 

Rosnam os cães à lareira!

Choram os mineiros na mina

Dizem na mina – bolor de pão:

Piores dias virão.

- Piores serão?!

1970

 

(Registado em Portugal na IGAC Inspecção-Geral das Actividades Culturais processo 2079/09)

 

 

Plágio do ARTUR FERNANDES ao meu poema “ESTA VIDA NÃO VIVI”
 
Dei um prazo mais que suficiente para que outro plagiador, o Artur Fernandes, pudesse emendar e pedir desculpa pelo seu plágio. Se procurarem no Google por “isto” irão encontrar um ficheiro pdf que tenho em meu poder.
Para provar o que digo, transcrevo “aquilo” onde está o meu poema, nos comentários, no tal ficheiro em PDF.
Dado que em comentário não dá para mudar letra coloco aqui parte do que o Artur Fernandes fez ao meu poema “Esta vida não vivi”.
 
…“Será que na vida não vive;
Quem na vida já viveu?
Ou será que terá vida
Quem só na vida sofreu?
Eu que morri, porque vivo
Dentro do mundo que estou
Nos versos que sou altivo
Irão lembrar quem não sou
Sei que até fui esquecido”…
 
Este poema tem já diversos plagiadores alguns dos quais já aqui denunciados.
Por favor comparem isto com o poema que aparece sempre no cabeçalho do meu blog.
O poema é sério demais para entrar ”nisto”, é da minha autoria e também foi plagiado.
Àqueles que aceitam os plágios pergunto: Isto será aceitável?
Incluir o meu poema, destruído, no meio de tal “coisa” é mais que plágio – é terrorismo intelectual.
Rogério Martins Simões
 
"A todos os Santinhos"
Enviado por Artur Fernandes está na zona de comentários.
ano do poema: TRISTE DEMAIS
Notas: ACTUALIZADO EM 8 de Maio de 2009
publicado por poetaromasi às 22:20
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 O que é? |
Comentários:
De poetaromasi a 8 de Maio de 2009 às 01:37
Respondo aos comentários que recebi no meu anterior poema.

1.º Sempre autorizei e nunca questionei a cópia dos meus poemas.
2.º Ninguém, por certo, gostará que escrevam que o autor é outro.
3.º Não pretendo ofender quem colocou poemas meus pirateados. Acredito que quem os editou o fez por bem. Estou magoado mesmo é com aqueles que cortaram e colaram poemas meus; com aqueles que se assumiram como autores dos meus poemas.
4.º Chega ao fim mais um blog de poesia. Ficam infelizes os plagiadores! Deste lado acabou a matéria para o plágio.
De Luísa Vilaça a 10 de Maio de 2009 às 09:26
ROMASI,

claro que é um direito insurgir-se contra o plágio!
Ainda bem que consegue denunciar. Temos apenas uma certeza: quem copia é pobre e incapaz de criar.
Não tem vergonha e assume a distinta lata de assinar o que outros criaram!
Vim aqui ter pelo blog da Sónia, após ler atentamente todo o seu esclarecimento.
Boa sorte e faço votos que consiga repos toda a verdade pois estas pessoas precisam ser ensinadas!
Beijinho terno!
Luísa
De poetaromasi a 10 de Maio de 2009 às 17:12
AGRADECIMENTO:

Recebi uma mensagem da titular do Blog UM VENTO NA ILHA - Sonia Schmorantz que passo a transcrever

Observação: O autor publica em seu espaço uma relação de plagiadores de sua poesia, que foram tambem postadas aqui, com o nome de um deles. Orientados pelo verdadeiro autor tomamos conhecimento deste fato e, assim sendo, estamos republicando este belo poema, com o nome do verdadeiro autor. Em páginas anteriores publicamos também o poema "Uma canção na alma", cujos créditos também pertencem a Rogério Martins Simões, mas estava sendo divulgado com outra autoria na internet (http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt/). A poesia não só por sua beleza, mas por descrever sentimentos especiais e individuais deve ter sempre preservada sua verdadeira autoria, o plágio deve ser combatido em todas as circunstâncias. Sempre que publicarmos nesse espaço poemas ou textos que não apresentem o verdadeiro autor, mesmo que não tenhamos concorrido em culpa, estaremos notificando nossos amigos sobre o fato, dando os devidos créditos, por uma questão de justiça.
Postado por Sonia Schmorantz um vento na ilha

Obrigado à Sónia pelas palavras e por ter de novo publicado o meu poema ASA DE BORBOLETA agora já com título e créditos.
Rogério Martins Simões
De poetaromasi a 10 de Maio de 2009 às 17:55
Dei um prazo mais que suficiente para que outro plagiador, o Artur Fernandes, pudesse emendar e pedir desculpa pelo seu plágio. Se procurarem no Google por “isto” irão encontrar um ficheiro pdf que tenho em meu poder.
Para provar o que digo transcrevo “aquilo” onde está o meu poema “Esta vida não vivi” que coloquei a letra maior para verem a trama.
Dado que em comentário não dá para mudar letra coloco aqui o que o Artur Fernandes fez ao meu poema.
“Será que na vida não vive;
Quem na vida já viveu?
Ou será que terá vida
Quem só na vida sofreu?
Eu que morri, porque vivo
Dentro do mundo que estou
Nos versos que sou altivo
Irão lembrar quem não sou
Sei que até fui esquecido”


Este poema já tem diversos plagiadores.
Por favor comparem isto com o poema que aparece sempre no cabeçalho do blog.
O poema é sério demais para entrar ”nisto”.
Àqueles que aceitam os plágios pergunto: Isto será aceitável?
Incluir o meu poema, destruído, no meio de tal “coisa” é mais que plágio – é terrorismo intelectual.
Rogério Martins Simões

A todos os Santinhos
Enviado por Artur Fernandes
10-Mar-2008
Rogo em todos sotaques
E a qualquer Milagreiro
Vê se levais o Zé Sócrates
P'ra junto do Sá Carneiro
Mas cuidado com a bagagem
Porque o caminho é penoso
Aproveitando a viagem
Levai o Durão Barroso
Como tanto já vai mal
E a viagem entristece
Faz uma limpeza geral
Leva-os todos do PS
Para que não julguem raro
Os senhores do PSD
Mete-os no mesmo carro
Junta-lhes os do PCP
..................................
(clique para ler mais)
Porque esses caras de urso
Querem ver as gentes mortas
P’ra rentabilizar o percurso
Não deixem cá Paulo Portas
P’ra ficar tudo limpinho
E purificar bem quem ousa
Arranja aí um cantinho
Leva o Jerónimo de Sousa
Esta democracia sem Norte
Embora não pareça às vezes
Aproveita o transporte
E leva também o Menezes
Portugal só é Lisboa
Onde homens, já não há
Os que á, são coisa boa?
Leva também o Louçã
..................................
Cada qual deles, anjinho
Vivem à base de golpes
Faz lá mais o favorzinho
E leva o Santana Lopes
Isto está em ponto quente
E vão as coisas tão mal
Que só varrendo essa gente
Cantinho de Poesia
http://cpoesia.esenviseu.net Produzido em Joomla! Criado em: 6 May, 2009, 20:54
Se salvará Portugal!!!
Pois quem não quer trabalhar
Tem direito a comer!
E muito mais, que a falar…
Dará vontade viver?
Esses direitos que tem
Ser justo não sei porquê?
Querem convencer a quem?
Sem, trabalhar, é-se alguém?
...................................
Será que na vida não vive;
Quem na vida já viveu?
Ou será que terá vida
Quem só na vida sofreu?
Eu que morri, porque vivo
Dentro do mundo que estou
Nos versos que sou altivo
Irão lembrar quem não sou
Sei que até fui esquecido
Por minha forma de ser
Talvez andasse perdido
Mas sabia o que fazer
Por fazer o que sabia
E o que até comprovei
Trabalhei de noite e dia
Com isso nada lucrei!
Cantinho de Poesia
http://cpoesia.esenviseu.net Produzido em Joomla! Criado em: 6 May, 2009, 20:54
De Paula Raposo a 11 de Maio de 2009 às 12:27
Muito obrigada Rogério por me teres feito saber que esse tal de Hamilton Afonso copiou pelo menos um poema meu...acho um nojo!! Beijos.
De ana sofia a 22 de Maio de 2009 às 11:20
oh vai ta fuder! oh! lamechas ! copiou and so what! nem todos temos imaginaçaoi nem criatividade! pelo menos o poema era bunito?!
es feia ! contentas com o que tens oh cona mole!
um nojo es tu oh vomito de cao!
vai maze fazer broches que isso passa! rabo de saia. nao tens é pachacha! oh pilona!
De Eliana a 11 de Maio de 2009 às 14:16
Bom Dia, Rogério

Obrigada pela sua visita no meu blog QUE DEUS SEJA O NOSSO TESOURO e o que posso dizer sobre o seu comentário?

Eu agradeço a Deus ter tido a sorte de copiar seu poema na íntegra, pois copio os poemas na Net sem a certeza de ser o verdadeiro ou plagiado.

Não tenho o talento de fazer poemas, mas admiro muito quem tem, pois poder colocar em palavras nossos sentimentos, felizes ou tristes, é uma linda forma de expressar-se.

Cantar também é uma linda maneira de colocar para fora os verdadeiros sentimentos.

Deus não me deu nenhum destes dois talentos, por isso busco expressar-me através de textos e poemas de autores que traduzem o que eu estou, no momento, sentindo.

Não sei como vocês podem lidar com este problema de plágio, mas sei que, a partir de agora, tomarei mais cuidado nas minhas escolhas para não acontecer de colocar plágio no meu "espaço".

Fiquei tão feliz com o seu comentário, que vou procurar fazer com que todos possam fazer o mesmo comentário.

Obrigada, pois foi muito importante, para mim.

Desejo-lhe muitas felicidades e que Deus te abençoe muito,

Fique com Deus,



De Fa menor a 12 de Maio de 2009 às 11:49
Estou solidária com os poetas que vêm sendo alvo de plágio.

É nojento o que fazem os plagiadores, uma enorme falta de carácter.

Há que denunciar.

Força!

Bjs
De Azoriana a 12 de Maio de 2009 às 13:47
Que Deus lhe devolva a paz que bem precisa. Estou solidária contigo, amigo!

Escrevi um artigo dedicado a si.
http://silvarosamaria.blogs.sapo.pt/692713.html

Abraço
De soumaiseu a 12 de Maio de 2009 às 21:20
Olá, Rogério! Escrever poesia é um dom! Muitos de nós, como eu mesma, gostariamos de ter esse dom... Acho que só se plagia aquilo de que se gosta muito... mas concordo contigo, acho que fazes muito bem em denunciar esta situação. Mais do que ser feio, é uma questão de princípio: Não se rouba o trabalho dos outros! E o teu é muito bom! Se deixares de publicar aqui os teus poemas vou sentir falta deles, ninguém me faz respirar poesia tão bem como tu... fico à espera dos livros, que irei garantidamente comprar! Parabéns pela tua coragem! São
De Simbologia do aMoR a 15 de Junho de 2009 às 02:49
Meu querido Rogério

Desculpe dizer querido e nãosei quem é tua amiga asa de borboleta, mas devo dizer-lhe que ewte poema acima escrito é tão somente meu, o qual escrevi há muito tempo quando tinha um blog chamado "velucia.blogs.sapo.pt". Realmente, infelizmente eu não registrei em Portugal, mas está registrado no Brasil. Este poema acima é tão somente meu, eu sou a brasileira que escrevi...
"queria dedicar-te uma flor
que jamais seque algum dia"

Pois meu amigo...
Eu escrevi sim, para uma pessoa que sempre se intitulou chamado Emmanuel Ribeiro, o qual eu tinha contacto e que de repente sumiu e nunca mais me escreveu. Seria ele você? Pois este poema eu escrevi para ele com toda minha alma. E não tem nada a ver com asas de borboleta. Se é este o nome que você dá, também houve plágio do meu poema. Mas ele está sim registrado no Brasil. É penaeu não ter ele aqui agora, porque neste momento estou em Portugal.
Eu tive um blog chamado http://velucia.blogs.sapo.pt
Depois de tanto suplicar por esta pessoa que nunca mais voltou, eu resolvi matar o blog e depois voltei com outro chamado re-nascer, mas tive de privá-lo porque novamente roubaram meus poemas. Só não sei dizer quem é, mas vou fazera denúncia. Não no blog dos blogs, mas na polícia.
Será que podes dar-me explicação?
Quem é você?
É o Emanuel disfarçado por outra pessoa?
Eu já vim ao teu blog e não tinha este comentário. Só agora ele veio aqui.
E saib, este poema não foi editado em 2004. Data, qualquer um pode mudar. Este verdadeiro poema foi escrito em 2007. O que me dizes então sobre plágio?
Por favor! Espero que publique o que estou a escrever. Se é que você realmente também não plagiou meu poema.
Obrigada.

Vera.

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Solicita-se a quem os copiou alterando o nome, não respeitando o texto ou omitindo o seu autor que os apague ou os reponha na fórmula original com os respectivos créditos. Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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