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Quarta-feira, 13 de Maio de 2009

Todos erramos e eu amo tanto Lisboa virada ao Tejo

 

 

Telhados enfeitiçados

 

Foto de Rogério Martins Simões 

 

 

Amo-te Lisboa virada ao Tejo
(Rogério Martins Simões)
 
Dizem que um dia alguém cantou…
Que por amores Lisboa se perdeu!
Por amores se perde quem lá voltou.
De amores se perde quem lá nasceu.
 
Dizem que um dia alguém contou.
Que uma moira cativa no Tejo desceu.
Por amores, Lisboa, a moura libertou,
De amores, por Lisboa, a moira morreu.
 
Juntaram-se os telhados enfeitiçados,
Apertadinhos os dois e entrelaçados,
Num fado castiço, numa rua de Alfama.
 
E o Tejo, que é velho, beija a Cidade:
Morre-se de amor em qualquer idade,
Perde-se por Lisboa, quem muito ama!
 
Lisboa, 20 de Junho de 2006
 

 

 

 


 

Amo-te Lisboa

Rogério Martins Simões

 

 

Olá, poeta.
Mil perdões, mas minha mania é responder poemas de amigos e tendo passado por Lisboa em Abril, sei o que é apaixonar-se pela cidade.
Ao ler teu poema, não resisti, espero que não te zangues.
Saudações.
Carvalho Branco
Desculpa poeta, como isto é dueto, dou a conhecer o teu lindo soneto.
Saudações
Rogério Simões
 
PAIXÃO POR LISBOA
(Carvalho Branco)
 
Se é verdade que um dia  se cantou
amores que Lisboa concebeu,
é vero que a Lisboa quem amou,
da tal Lisboa jamais se esqueceu..
 
Se uma moira encantada padeceu,
por Lisboa, cidade a qual amou,
por quem sofreu horrores e morreu,
encarnação da moira acho que sou!...
 
Velhos telhados, juntos, que a suste-los
tem baluartes - Pau Brasil - revê-los,
é a esperança de quem tanto a amou...
 
Sendo velho, o Tejo beija a cidade;
eu, beijo-te, Lisboa, em minha idade,
em mim, chama do amor não se apagou!...
 
 
ESTES SÃO OS POEMAS!
Sempre permitimos que editassem com os verdadeiros nomes dos autores e a fonte.
Vejam como o grande poeta, Carvalho Branco, confessa do Brasil o seu amor por Lisboa: Amigo Rogério que “PAIXÃO POR LISBOA”.
E eu, Lisboeta, apaixonado respondo sem ciúmes:
AMO-TE LISBOA VIRADA AO TEJO
E se Deus me der coragem e força mais cem vezes te direi quanto te amo e amarei
LISBOA VIRADA AO TEJO
Rogério Martins Simões
 

 FIM

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página
ano do poema: FIM DO BLOG
publicado por poetaromasi às 01:13
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Comentários:
De Paula Raposo a 14 de Maio de 2009 às 08:43
Belíssimo o teu poema, como sempre!
O Paulo pediria desculpa, eu sabia.
O meu blog também vai chegar ao fim, chegou o ponto final da minha vida blogosférica. Beijos, Rogério, manteremos o contacto.
De ana a 14 de Maio de 2009 às 19:23
parabéns !
foi a primeira vez que por aqui passei e gostei do vi...

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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