Este blog nasceu em 6 de Março de 2004

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Domingo, 31 de Maio de 2009

CUMPLICIDADES PARTILHADAS um blog pirateado

 

 

 

 

 

CUMPLICIDADES PARTILHADAS UM BLOG PIRATEADO 
POR HAMILTON AFONSO
 
EM MEMÓRIA da MARIA BRANCO
 
 
Ainda hoje, procurando plagiadores da minha poesia, descobri que o meu plagiador oficial – HAMILTON AFONSO – plagiou vários poemas da MARIA, entre os quais o “SONHO” editado no seu lindo blog Cumplicidades por ela publicado em 26 de Janeiro de 2005.
 
AQUI fica a prova! Existem muitos mais poemas da Maria plagiados pelo HAMILTON
Este link leva-nos ao seu poema.
 
https://web.archive.org/web/20050309072425/http://cumplicidadespartilhadas.weblog.com.pt/arquivo/2005/01/post_2.html
 
A amiga Maria do blog CUMPLICIDADES era um enorme talento na poesia e eu seu verdadeiro amigo.
 
Nunca mais soube dela, porém sempre conservei um link para o seu blog: desapareceu sem deixar rasto, mas, a sua poesia permanece no meu coração.
 
Já descobri mais. Este e mais outro está aqui no segundo link deste post. Este  link conduz-nos ao local onde este PIRATA plagiou o meu poema “A MINHA POESIA DE HOMEM SOLTO” e pelo menos dois poemas da Maria.
 
 
AQUI está o meu poema apropriado pelo HEMILTON e pelo menos 2 da MARIA DO CUMPLICIDADES PARTILHADAS.
 
http://oestenoticias.hi5.com/friend/book/signBookRedirect.do?type=success&userid=296952518#comments
 
 
19/Abr/2009 10:15
*Lancei ao vento O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto. E colhi por cada palavra A aragem fresca da manhã. E disse-me suor do campo: -Toma o meu pólen de flor liberta E compartilhemos o saco da fruta madura. Lancei ao vento O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto. E tomei, de madrugada, O mata-bicho em fato-macaco. E disse-me o sujo de fábrica: -Toma o arado A faca feita por mim E partilhemos o saco da fruta madura. Lancei ao vento O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto E colhi por cada palavra Na palavra, a onda calma. E disse-me o mestre da traineira - Toma esta rede E come este cardume de vida Tão cheio dos nossos mortos E compartilhemos o saco da fruta madura. Lancei ao vento O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto E colhi em toda a palavra Um estilo novo Numa amizade velha E num arranha-céus da construção civil Petiscámos todos: O peixe vivo. A carne fresca A fruta madura O mosto da uva. Servidos pelo pólen da poesia livre Colhendo a cada instante A união do trabalho das forças produtivas. Deixo-vos aqui O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto… hpra click to comment
 
Se procurarem no GOOGLE constatam que os poemas são da Maria. No Google coloquem em busca avançada o seguinte: distingo "Entra e tira o teu agasalho" Entre outros links escolhi este que prova que o poema é da Maria Branco do Cumplicidades
 
http://orkut.google.com/c90643704-t5c065dd1184cb90d.html
Aqui transcrevo a canalhice que demonstra que a cobardia ataca quem desapareceu, mas, como sabem, a Maria detém os direitos de autor.
 
POEMA SONHO

Entra e tira o teu agasalho. Está tanto frio... Entranhou-se-me até quase às raízes do sentir enquanto te esperava. Agora que aqui estás, quente que és na tua presença, conforta-me pois preciso tanto. Já não distingo o corpo da alma, tal é o estado de algidez em que me encontro. Os troncos que pus na lareira riem-se de mim e recusam-se a arder. Só o teu abraço me providenciará algum alívio. Senta-te aqui e recebe-me no teu colo... Envolve-me com os teus braços e o teu olhar. Aqueles, aquecer-me-ão o corpo e este o coração. Deixa-me adormecer assim no teu regaço para que sonhe o que aqui te conto. hamilton Afonso
 
18/Abr/2009 9:18
Entra e tira o teu agasalho. Está tanto frio... Entranhou-se-me até quase às raízes do sentir enquanto te esperava. Agora que aqui estás, quente que és na tua presença, conforta-me pois preciso tanto. Já não distingo o corpo da alma, tal é o estado de algidez em que me encontro. Os troncos que pus na lareira riem-se de mim e recusam-se a arder. Só o teu abraço me providenciará algum alívio. Senta-te aqui e recebe-me no teu colo... Envolve-me com os teus braços e o teu olhar. Aqueles, aquecer-me-ão o corpo e este o coração. Deixa-me adormecer assim no teu regaço para que sonhe o que aqui te conto. hamilton afonso click to comment Quando vir vaguear o corpo da noite dançante, por entre os cascos da bruma, virei até à janela que se despenha no jardim das palavras. Pedirei à sombra que me conceda ainda o verso o verso sujo, lâmina ou centelha ateando a manhã, entre o café e este lume do silêncio, a arder pela flor da giesta. Não mais cantar senão o ar ou as mãos que poisam, tão quietas detentoras de incerteza, apenas. Ficar assim, no olhar destas vidraças onde julgo ver a vida que sonho ser. hamilton afonso click to commentclick to comment Hoje sou a chuva que te acaricia O sol que te aquece a alma, Hoje sou a brisa que te afaga a pele. Sou a noite que te solta o sonho E o dia que te alimenta a esperança. O sorriso de todo o bem que sabe, A gargalhada do prazer satisfeito. Mas também sou a melancolia da carência de ti O soluço da tua ausência E a lágrima do teu desespero . Sou aquele que te ama... hamilton afonso click to comment
 
AUTORA REAL DESTE POEMA A MARIA Branco DO CUMPLICIDADES
 
OUTRO POEMA DA MARIA DO CUMPLICIDADES Assinado por Hamilton Afonso
 : Hoje sou a chuva que te acaricia O sol que te aquece a alma, Hoje sou a brisa que te afaga a pele. Sou a noite que te solta o sonho E o dia que te alimenta a esperança. O sorriso de todo o bem que sabe, A gargalhada do prazer satisfeito. Mas também sou a melancolia da carência de ti O soluço da tua ausência E a lágrima do teu desespero . Sou aquele que te ama... hamilton Afonso
AUTORA REAL DESTE POEMA – A MARIA DO CUMPLICIDADES
 
http://cumplicidadespartilhadas.weblog.com.pt/arquivo/2005/01/hoje_sou_a_chuv.html 
 
http://instantesperdidos.blogspot.pt/2005/01/versejar-muito-bom.html
 
 
Esta é a minha justa homenagem a tão grande amiga. Este é o meu maior plagiador de poesia.
 
Depois de confirmarem o que aqui afirmo pergunto: será esta apropriação tolerável? Muitos dirão que sim. A maioria dirá NÃO! Este plagiador ultrapassa as marcas da tolerância e deve aparecer com nome verdadeiro e identificação para ser apresentada a respectiva denúncia do IGAC.
 
Maria do Cumplicidades - estejas onde estejas, bem-hajas por teres sido minha amiga. Os verdadeiros amigos são imortais.
 
Sempre
Rogério Martins Simões

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página
ano do poema: MUITO TRISTE
Notas: NEM CUMPLICIDADES ESCAPOU
publicado por poetaromasi às 17:04
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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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