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Sexta-feira, 9 de Junho de 2006

Há uns anos...

 (Leonardo da Vinci)

«"De Divina Proportione" 1498 Milano»

LUCA PACIOLI

Há uns anos…

 

Há uns anos, nos finais de 1988, aceitei um desafio – como não sabia nada informática – derrubei a minha resistência do não querer: comprei um computador, que me custou os “olhos da cara”, frequentei diversos cursos no Sindicato dos Economistas e consegui descobrir que afinal o ser humano tem uma infinita força para vencer as barreiras que ele próprio cria.

Às vezes não basta querer – tem de ser. A tenacidade é uma virtude dos lutadores e desistir não foi o meu horizonte.

A partir daí, nesse computador, que fui sucessivamente actualizando em hardware e software, comecei a fazer todos os meus relatórios, pois no meu trabalho não existiam computadores.

Aproveitei o ensejo: desafiei uns quantos colegas que também ganharam a aposta. Depois daquele repto aproveitei os ensinamentos: afinal aquele desafio teve em mim um despertar de consciência, um ensinamento - nunca se deve dar por vencido por mais se sejam os infortúnios ou as vicissitudes da vida.

É verdade que às vezes nos sentimos quase a desistir “Subir ao mais alto do lugar, para sempre abrir o teu olhar” mas aquele fio condutor de vida faz o tal “clik” e por vezes basta uma simples caneta ou teclado, um bocado de papel (seja lá de que forma), para se transformar uma “tragédia” num desabafo... Não há mal que o tempo não cure!

Por isso tantas vezes recorro à catarse da poética. E se às vezes pareço estar e não estou, dou por mim estou fatigado apesar de me ter conservado quedo e mudo.

Escrevo tudo isto para dizer que pensava saber informática, o suficiente, para dominar o meu computador. Mas o “bicho” de vez em quando prega partidas! Afinal vou ter de o formatar para começar de novo ou comprar um mais moderno.

Ontem fiquei triste! Afinal não tive o cuidado necessário para salvam uns quantos novos trabalhos e supostamente posso vir a perder todo um acervo que estava à espera do seu tempo.

E vem a talhe de foice falar no imprevisto, naquilo que se espera e com que se não conta e por mais antivírus que se tenha, ou se use, há sempre um momento que se quebra a guarda e os não convidados invadem as nossas casas. São os novos vampiros...pois os mais antigos foram numa canção do Zeca Afonso.

Prometo voltar, se a vida quiser, depois de me retemperar nas águas bravas do Meco.

Desculpem o improviso um abraço para todos. Sejam felizes.

28-05-2004

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página
ano do poema: texto coisas da vida
publicado por poetaromasi às 18:46
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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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