(Imagem - Tempestade - óleo sobre tela -Elisabete Maria Sombreireiro Palma)



Terça-feira, 4 de Junho de 2013

UM POEMA MEU NUMA OBRA DIDÁTICA DESTINA AO ENSINO MÉDIO DO BRASIL EDITADO PELA MAIOR EDITORA DO BRASIL

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UM POEMA MEU NUMA OBRA DIDÁTICA DESTINA AO ENSINO MÉDIO DO BRASIL EDITADO PELA MAIOR EDITORA DO BRASIL

 

No passado mês de Abril recebi da maior Editora brasileira um honroso pedido para que um poema meu faça parte de uma obra didática destinada ao Ensino Médio do Brasil.


Depois de tanto ter sofrido com os sucessivos plágios este convite deixou-me muito feliz. Feliz por saber que um poema meu vai constar de um manual escolar brasileiro.


Assim, se partilhei convosco aqueles momentos tristes, quero partilhar este momento de muita felicidade.

Quando em Março de 2004 criei o meu blog POEMAS DE AMOR E DOR no Sapo nunca esperei que viesse a ter mais de 3 milhões de acessos e que a minha poesia chegasse tão longe. OBRIGADO A TODOS.

Deixo cópia de parte do e-mail que me deixou muito honrado:


A Abril Educação – Editora Ática está produzindo a obra didática intitulada Fronteiras da Globalização, de autoria de Lúcia Marina e Tércio, destinada ao Ensino Médio. O autor gostaria de contar com a reprodução do texto abaixo mencionado, razão pela qual vimos lhes solicitar a devida autorização.

Por se tratar de obra didática, cuja tiragem é determinada pelo número de escolas que vierem a adotá-la, não temos nesse momento como estimar a quantidade de exemplares a ser impressa/disponibilizada.  Dessa forma, solicitamos que a autorização seja limitada pelo prazo de 4 (anos), a contar da publicação, extensiva às versões impressa e digital e podendo ainda ser fixada em formato MEC Daisy.


Unidade 7

Capítulo 20 do referido livro de 2013


Abraço para todos, viva a poesia,

ROMASI

 

publicado por poetaromasi às 00:06
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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Solicita-se a quem os copiou alterando o nome, não respeitando o texto ou omitindo o seu autor que os apague ou os reponha na fórmula original com os respectivos créditos. Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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VOLTEI!

(Rogério Martins Simões)

Venho dos limites do tempo)

De uma galáxia qualquer

Já fui mar, já fui vento

Agora sou pensamento

Aparado em dado momento

No ventre de uma Mulher!


Meu corpo é magistral!

Brutal! Perfeito! Soberbo!

De início não era verbo

Agora sou o verbo ser


Tenho comigo segredos

Segredos do universo

Transporto no corpo recados

Escrevo em forma de verso.


Venho dos limites do tempo

Não sei o que fui e sou:

Deserto? Nascente?

Já fui Norte, já fui Sul

Pó astral, mar azul!

Luar, estrela cadente.


Eu me vou!

Partirei num cometa qualquer

E serei novamente pôr-do-sol.

Cor-de-rosa, aloendro, malmequer!


Voltei...Já cá estou…


Agora sou pensamento

Nascido em dado momento

Do ventre de uma Mulher!


23-09-2004 18:39


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    VOLTEI A ESCREVER
    E JÁ NÃO QUERIA

    Voltei a escrever e já não queria

    Pensava ter esquecido este meu versejar

    Ser poeta é criar e sofrer todo o dia

    Passar ao papel o que a alma encontrar.



    Este estado de alma que já não ousaria

    Que nos faz sofrer, para me encontrar,

    Deixa o meu corpo quando escrevo poesia,

    Nos poemas que ela cria, para me libertar.


    A ti que mais amo e sem querer

    Se fico triste e te faço sofrer

    Rosa eu te quero, rosas eu te dou.


    E se tu me vires distraído ou disperso

    Uma única coisa eu imploro e peço,

    Espera! A minha alma não regressou.


    Rogério Martins Simões