Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2005
Coveiro


 

 

COVEIRO

(romasi) 


 

Cava coveiro

Ganha o teu pão

Não desanimes e cava

Levanta a terra do chão.

 

Tapa

Enterra

Sepulta

O corpo do teu irmão.

 

Se é assim a tua vida

Cumpre a tua missão!

O sino já tocou

As badaladas são iguais

Vamos, abre o pano

Mostra o cenário aos mortais

Representa a tua peça

Nesse teu palco de vida

Onde todos são iguais

 

Que tamanha tragédia

Onde tu és actor

A todos fazes sofrer

A todos fazes chorar

Mas não pares

Continua a representar.

Que importa a tua face dorida

Se tens de cavar

Para ganhara tua vida.

 

Espera velho coveiro

Escuta a boa-nova

Tapa

Enterra

Sepulta

Não caves a tua cova.

 1968

 


ano do poema: 1968

publicado por poetaromasi às 13:44
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comentários:
De Dalva a 6 de Fevereiro de 2006 às 02:16
Olá Rogério....
..conto que eu ainda canto....
e quero que este som pequeno atravesse oceanos ..aqueça o teu coração
e
te conforte na esperança do amanhã....
abraço forte.........




De amita a 1 de Fevereiro de 2006 às 16:48
Vim ler-te, minorar esta saudade leve e densa traçada dentro de mim. Teus poemas percorro na avidez das belas letras e encontro o meu lamento na palavra triste e breve "Fim".
Um bjo com todo o carinho desta amiga virtual


De tartaruga a 1 de Fevereiro de 2006 às 09:47
venho aqui deixar um sorriso imenso ao meu amigo poeta!


De ALUENA a 20 de Janeiro de 2006 às 19:27
ROGÉRIO querido amigo,
BOM ANO NOVO.
Que saudades.
Deixo flores e carinhos.
AMIGA SEMPRE


De Eliane Alcntara. a 8 de Janeiro de 2006 às 15:27
Várias vezes tentei estar aqui e não consegui.
Algumas vezes os comentários não funcionam, parece que o problema é do meu computador.
Saudades, Rogério e, um 2006 de muita alegria.
Beijos!


De Milton Ribeiro a 4 de Janeiro de 2006 às 18:20
Pessoalmente, 2005 foi um péssimo ano. Espero um 2006 melhor para todos nós. Impossível não me referir à tristeza que me invade ao ver o Poemas de Amor e Dor finalizado. Espero que estejas bem, Rogério. Despeço-me desejando um 2006 melhor para todos nós, meu amigo, e esperando não perder nunca o contato contigo. Foste uma das preciosidades colhidas por meu blog. Um forte abraço de quem gosta muito de ti.


De Aluena a 24 de Dezembro de 2005 às 12:42
Amigo querido,
Aqui vai meu recadinho.
FELIZ NATAL E BOM ANO NOVO, junto dos seus mais queridos e com muita PAZ para todos e para o Planeta.
Um grande e forte abraço fraterno cheio de uma grande amizade.
AMIGA SEMPRE
ALUENA


De Ofeliazinha a 22 de Dezembro de 2005 às 12:52
Venho desejar um Natal cheio de paz e muito amor junto daqueles mais chegados e que dão mais valor à vida.
Um Abraço desta amiga virtual.
Feliz Natal.


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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Solicita-se a quem os copiou alterando o nome, não respeitando o texto ou omitindo o seu autor que os apague ou os reponha na fórmula original com os respectivos créditos. Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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Venho dos limites do tempo)

De uma galáxia qualquer

Já fui mar, já fui vento

Agora sou pensamento

Aparado em dado momento

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Meu corpo é magistral!

Brutal! Perfeito! Soberbo!

De início não era verbo

Agora sou o verbo ser


Tenho comigo segredos

Segredos do universo

Transporto no corpo recados

Escrevo em forma de verso.


Venho dos limites do tempo

Não sei o que fui e sou:

Deserto? Nascente?

Já fui Norte, já fui Sul

Pó astral, mar azul!

Luar, estrela cadente.


Eu me vou!

Partirei num cometa qualquer

E serei novamente pôr-do-sol.

Cor-de-rosa, aloendro, malmequer!


Voltei...Já cá estou…


Agora sou pensamento

Nascido em dado momento

Do ventre de uma Mulher!


23-09-2004 18:39


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    E JÁ NÃO QUERIA

    Voltei a escrever e já não queria

    Pensava ter esquecido este meu versejar

    Ser poeta é criar e sofrer todo o dia

    Passar ao papel o que a alma encontrar.



    Este estado de alma que já não ousaria

    Que nos faz sofrer, para me encontrar,

    Deixa o meu corpo quando escrevo poesia,

    Nos poemas que ela cria, para me libertar.


    A ti que mais amo e sem querer

    Se fico triste e te faço sofrer

    Rosa eu te quero, rosas eu te dou.


    E se tu me vires distraído ou disperso

    Uma única coisa eu imploro e peço,

    Espera! A minha alma não regressou.


    Rogério Martins Simões


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