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Quarta-feira, 28 de Junho de 2006

OLHEM PARA MIM

 

 

 

 

Olhem Para Mim
Rogério Martins Simões
 
Olhem para mim,
Que o tempo tem razão
(hoje não!)
Há momentos
Em que o tempo pára
Como esta noite
Em que as estrelas do céu
Me falam de poesia.
 
E meus versos viram veleiro
Nada os impedem de viajar
Levam no mastro dianteiro
Este Tejo Marinheiro
Este Tejo feito mar
 
E o mar Oceano vira poema
Leva consigo o meu versejar
Este Tejo Mar de Prata
Carregado de Luar.
 
Amo a poesia,
Preciso dela para respirar
Tenho no peito Lisboa
Levo comigo Pessoa
E a saudade para voltar.
 
E já fui na caravela
Viajei por outras Nações
Agora que regressei
Avisto da minha janela
Estas terras de Camões.
 
Olhem para mim
E vejam como sou feliz!
 
14-11-2004 23:36:31

 

 

 


 

 

(Óleo sobre tela

Elisabete Maria Sombreireiro Palma)

 

ano do poema: 2004 Favorito
Notas: Faluas Do Tejo\01 Lisboa, Rainha Do Mar Madredeus
publicado por poetaromasi às 00:57
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Comentários:
De batista filho a 28 de Novembro de 2006 às 08:05
Rogério, bom passeio aquele que fazemos por caminhos do bom versejar. O passeio que ora faço.
Aqui em Brasília, Brasil é de manhazinha: 6 horas. Coloquei uma água no fogo para fazer um café. Daqui a pouco minha filha irá para a escola. Um grande abraço, amigo!
De jonasnuts a 17 de Março de 2008 às 23:24
Olá,

Este Blog está em destaque na Homepage dos Blogs (http://blogs.sapo.pt)e na área de comunidade da Homepage do SAPO (www.sapo.pt)

Parabéns e continuação de bom blog
De poetaromasi a 19 de Março de 2008 às 14:21
Boa tarde e muito obrigado pela mensagem

Queridos amigos do Sapo
Quero mais uma vez agradecer o destaque que mereceu o meu blog. Nascido em 6 de Março de 2004, como o tempo passa, o blog é responsável por não ter rasgado a minha poesia. Só tenho pena que o Sapo não crie uma pasta pública para lá colocar ficheiros em FLASH. Sei que os posso editar. Existe ferramenta para o colocar no blog, só que com 4mb não tenho como e onde os alojar.

Quero dizer-vos que só não edito livro com a minha poesia por entender que a poesia, quando se sente aprisionada, tenta escapar e o papel vai perdendo as letras. Prefiro as cores do Sapo e ver a minha poesia espalhada pelo Brasil, pelos restantes países da América Latina e Portugal.

Termino agradecendo mais uma vez e remetendo-vos para o agradecimento público que escrevi no último post
Saudades,
Rogério Martins Simões
De * * Grilinha * * a 18 de Março de 2008 às 01:28
Parabéns pelo destaque.

Há varios anos que nos cruzamos por estas estradas da blogosfera.

Beijinhos

De poetaromasi a 19 de Março de 2008 às 14:28
Grilinha por onde andas, perdi-te.

Soube por uma amiga que estudou contigo que continuavas na blogosfera. Ainda disse à Teresa para te falar de mim nesse vosso jantar em Alfama numa casa de fados.
Somos, na verdade, velhos companheiros da blogosfera, e ainda bem que estamos para aqui a falar. Estamos vivos!
Espero que estejas bem e desejo-te todo o bem do mundo. Santa Páscoa.
Saudades,
Rogério Martins simões
De * * Grilinha * * a 20 de Março de 2008 às 16:35
Olá Rogerio

Não me foi possivel ir ao jantar mas a isabel mandou-me as fotos por email.

A mairia da nossa turma tem acesso ao meu blog e sei que me vão lendo com alguma assiduidade.

A minha saúde continua frágil e incerta mas dá para ir encontrando os amigos e fazer umas passeatas entre consultas e tratamentos.

Vai passando lá pelo blog que tenho sempre noticias

Um beijinho
De Keila, a Loba a 23 de Julho de 2008 às 02:28
Inpirador, sensível, romantico e poético...

Bello, bello!!!

BeijUivooooooooooooosssssssss da Loba
De Bruxinhachellot a 24 de Julho de 2008 às 18:51
O tempo pára pois necessita de sossego, de meditar os próximos passos. Mudanças ocorrem toda vez que o tempo dá um tempo.

Beijos de sol e de lua.
De transportadora a 2 de Março de 2009 às 17:36
Muito bonito
parabéns!

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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