Este blog nasceu em 6 de Março de 2004

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Quarta-feira, 11 de Agosto de 2004

FÉNIX

Fénix
Rogério Simões
 
Nestes dias que passam a correr,
Sem sentir,
Nestes pedaços de tempo velho,
A renascer,
Reaparece a vida
Nas folhas novas a nascer,
Nas flores lindas por abrir.
Porém,
Tudo se acaba por varrer:
Todos acabamos por sofrer
Pelo que há-de vir.
E eu que nada sei,
Por nada ser.
Em cinzas vou partir
Das cinzas renascer!
 
1/08/2004
Poemas de amor e dor conteúdo da página
ano do poema: 2004 Favorito
Notas: Rodrigo Leão\Pasión - Tour Ibérica \02 Imortal
publicado por poetaromasi às 00:00
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Comentários:
De lka a 17 de Novembro de 2006 às 13:11
Parabéns!
Você sabe como ser original.
Um abraço e sucesso!!!
De POEMAS DE AMOR E DOR a 7 de Novembro de 2006 às 00:01
Agradeço mais uma vez a todos os que abaixo escreveram ou simplesmente disseram olá!
Mais uma vez penso em desistir.
Mais uma vez a minha alma me ordena para continuar.
Quando criei este blog em Março de 2004 pensei que era fácil manter activo este blog só com a minha poesia.
Quando criei este blog estava a começar a retroceder nos passos, com os primeiros passos na minha Parkinson. Mesmo assim continuei reduzindo a escrita à mão direita. Em Dezembro de 2005 devido ao agravamento do meu estado apaguei os contadores e a maior parte dos poemas mas voltei passados uns meses e aqui estou novamente a repensar tudo de novo.
Que retorno têm as palavras sem retorno.
Que canto podem ter os versos se ninguém os canta.
Um abraço a todos
Rogério
De romasi a 10 de Novembro de 2008 às 23:19
43 data: 2006-11-07 00:07:08
POEMAS DE AMOR E DOR ( poemasdeamoredor@gmail.com / http://parkinson.blogs.sapo.pt) escreveu:

Agradeço mais uma vez a todos os que abaixo escreveram ou simplesmente disseram olá!
Mais uma vez penso em desistir.
Mais uma vez a minha alma me ordena para continuar.
Quando criei este blog em Março de 2004 pensei que era fácil manter activo este blog só com a minha poesia.
Quando criei este blog estava a começar a retroceder nos passos, com os primeiros passos na minha Parkinson. Mesmo assim continuei reduzindo a escrita à mão direita. Em Dezembro de 2005 devido ao agravamento do meu estado apaguei os contadores e a maior parte dos poemas mas voltei passados uns meses e aqui estou novamente a repensar tudo de novo.
Que retorno têm as palavras sem retorno.
Que canto podem ter os versos se ninguém os canta.
Um abraço a todos
Rogério

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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