Este blog nasceu em 6 de Março de 2004

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Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Cumplicidades

(Largo S. Miguel - Alfama - Lisboa)



 

Cumplicidades

(Rogério Simões)

 

Observei-te, estavas, linda!

Bonita, como a rosa em botão!

Não te toquei, estavas ainda

Longe no teu olhar - eu não!

 

Afinal não te era indiferente.

Mas enfim, lá por dentro vias

Que havia em mim algo diferente

Nos locais para onde ias.

 

Para compensar o tempo ido

Prometias em pensamento

Recuperar o tempo perdido

À força de um sublime momento.

 

Amor! Estavas tão linda

Bonita como a rosa em botão

Não te toquei, estavas ainda

Perto do meu olhar - tu não!

 

Finalmente teu coração reparou

E descobriste que eu existia

Teu amor em mim encontrou

E… foi tão lindo esse dia.

 

E foram tão longos os abraços,

Carentes, infinitos e diferentes.

Foram estes os nossos laços

Afinal não éramos indiferentes…

 

2003

(Caderno Uma Dúzia de Páginas de Poesia n.º 41)

E colectânea de poemas”INDEX-POESIS”

(ISBN 972-99390-8-X e Depósito Legal 249244/06)

ano do poema: 2003
publicado por poetaromasi às 23:00
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Comentários:
De Paula Raposo a 29 de Dezembro de 2006 às 07:47
Sempre bonito o que escreves. Beijos.
De fresca3 a 29 de Dezembro de 2006 às 08:24
sim senhir, são lindos.... e ja te declaraste a ela?
De Pedro Silva a 29 de Dezembro de 2006 às 20:17
Tem um belo blog Parabens!
Mas como conseguiu por musica no blog??
De PAU_LINDO a 29 de Dezembro de 2006 às 23:47
A vida, o amor, esse momento fugaz ou talvez não, essa chama, esse calor que nos aquece o coração, nos faz sentir alguém, pode ser amor por uma mulher, amor de pai ou de mãe.

Cumplicidade, essa palavra bendita, esse perfume de dois, essa existencia bonita, com aquele alguém sem o qual não havia antes, se deseja não haja depois.

Hoje, depois de saber que há mais quem escreva o amor, que o sinta com a mesma alma, o mesmo ardor, não me sinto mais um ladrão, nem mouro nem pereço, sei o que escrevo, não sei mais o que pareço.

Parabéns por tão BOM este blog seu,
Enriquece a alma, ilumina o olhar da gente,
Encontra-se aqui, paz, amor, um apogeu,
Encontra-se amor, paixão, ditos simplesmente

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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