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Sábado, 17 de Fevereiro de 2007

ZELISA CAMARGO

QUANDO MORRE UM POETA

 

 

 

Imagem e texto da autoria poetisa brasileira

ANA MÜLLER

“A força da mulher miscigenada com o vôo da liberdade de uma águia e a força e garra de uma Loba. Talvez Zelisa fosse realmente uma águia, a voar e voar alto, para encontrar o limite da liberdade. Tinha a feracidade de uma loba para conquistar seus ideais e lutar contra todos os obstáculos. Sempre acreditando na Fé Divina, foi exemplo de coragem e determinação para aqueles menos favorecidos de força. Sem "papas na língua", falava o que sentia, doesse a quem doesse. Pois defendia o altruísmo, a lealdade e virava-se do avesso se preciso para quem amava.

Deus a comandou como sua enviada, para ter a sua missão. Ela foi cumprida, e agora, volta aos cuidados do Pai. Talvez Zelisa nunca temesse a morte, mas sim a vida; as dores, decepções e sofrimento que essa nos traz. Depois da tempestade vem a bonança, pois sim; seja tempestade, seja bonança, tem seu tempo certo. É uma constante entre ambas.
A Paz agora está com Zelisa. Ela descansa de sua missão. Que sua luta Zel, seja exemplo para outros seguirem, que a tua força e liberdade encarnem em muitos dos que te leram, te sentiram, te abraçaram, e porque não dizer os que te odiaram.

Tenho certeza que até estes sentem a tua ausência. Olhe por nós, para que não sucumbamos no desespero num momento de fraqueza nosso. Te amamos Zel, e ficará sempre guardado o teu ensinamento. Vai Loba, corra pelas terras que Deus te dá agora, vai águia voa livre pelos ceús que não há limites para ir de encontro a Deus.
Descanse em Paz!!!!”

Anna Müller

QUEM EU SOU ?
Zelisa Camargo

Pergunte a você.
O que eu sou para você?
Isto importa ? !
Ser eis me aqui :
Nua despida integra cristalina.
Quem eu sou ?
Pergunte ao vento.
Ao riacho.
À natureza.
Ao amor.
Ao tudo.
Ao nada.
Não se questione...
Sinta apenas,
Ai você saberá quem eu sou
Um pouco de você
Um pouco do nada
Um pouco do tudo
Sou...
Simples peregrino da vida.
Nossa essência tem valor.
Tento levar meu amor e paz
Meu ser em eterna transmutação
Meu lapidar e aprender de humano
Entender cada vez mais o desamor do mundo
Acreditando que somente o amor
Pode tudo transmutar quebrar todos os elos negativos
Sou apenas um simples caminhante em busca do amor e da paz´
SÓ...

 

zelisa camargo® - todos os direitos reservados – 2006

(extracto de parte da homenagem à poetisa)

Quando morre um poeta nasce uma estrela no céu. Ontem vi nascer uma estrela e brilhava tanto!

Esta é a minha humilde contribuição para a homenagem à poetisa

Visitem o site onde estão as flores, que a poetisa Anna Müller e amigos depuseram à poetisa

ZELISA CAMARGO

Com muito amor,

Rogério Martins Simões

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ano do poema: 2007
publicado por poetaromasi às 20:54
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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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