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Terça-feira, 1 de Maio de 2007

VOO

 

(Foto do autor do poema)

 

Amigos que gostais de poesia.

Depois de ter tido o prazer de publicar os meus amigos virtuais, “Daniel Cristal” e “Efigénia Coutinho”:

Depois de dar a conhecer, os poetas e amigos pessoais: “José Baião Santos”; “Maria Célia Silva” e meu pai, “José Augusto Simões”, “Poemas de Amor e Dor” de Rogério Martins Simões, têm o prazer em receber, mais um grande poeta português – “DAAVLIS”.

Colega de profissão, amigo pessoal, Jurista e poeta (que surpresa agradável!) – eis DAAVLIS que escreve sob pseudónimo.

Como escrevi “Este poema é belo demais para ficar nas calendas do esquecimento” e agradeço a autorização para que o pudesse divulgar.

Sinto que fui bafejado pela sorte.Tenho entre os meus amigos grandes poetas.

Termino. Tal como o disse referindo-me à Célia, repito em relação ao poeta DAAVLIS – “Voo” é um daqueles poemas, de liberdade, que qualquer poeta gostaria de escrever.

Bravo DAAVLIS

Lisboa, 1/5/2007

Rogério Martins Simões

 

 

 

VOO

(Autor DAAVLIS)

 

Estava posta minha alma no penedo

Num manto de lã negro recolhida

Na eternidade do tempo esquecida

Sobre o Mundo espraiado no medo

 

Daquele vale Travesso, mudo e quedo

Onde o homem encontrou o lobo

Companheiro de viagem, ledo

Na vida e na morte, herança do fojo

 

Nua atirou-se pelos olhos, no abismo

Acompanhando as aves de Baal

No voo, cumprindo o destino.

 

23-01-2004

 

 

ano do poema: Poeta DAAVLIS
publicado por poetaromasi às 00:00
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Comentários:
De poetaromasi a 2 de Maio de 2007 às 14:06
Este poema fraga, loba, desespero, liberdade, voo, faz lembrar Miguel Torga. Lindo!
Um grande abraço, sorte para os teus filhos, e uma vida cheia de amor.
Saudades,
Rogério
De Anónimo a 4 de Maio de 2007 às 22:45
Só faz lembrar, pois Torga é maior que a Terra que cantou.
Obrigado.
Um abraço,
Daavlis

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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