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Domingo, 13 de Maio de 2007

FÁTIMA

 

 

 

FÁTIMA

Rogério Martins Simões

 

Acendemos as velas da penitência

Que ardem no meio das chamas

Acalmando a nossa consciência

Tanto sofrimento; tantos dramas

 

O sofrimento esbate a clarividência

Por um milagre esperas e clamas

Perdida a esperança na ciência

Resta a fé e Deus que tanto amas…

 

E se milagres da fé, na fé se derem

Coxos a correrem e os cegos a verem

Logo ali  prometemos voltar…

 

Pisaremos descalços com um sorriso

Estradas, caminhos… o que for preciso

E regressamos a Fátima para rezar.

13-02-2004 18:35:46

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página
ano do poema: 2004
publicado por poetaromasi às 00:00
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Comentários:
De José Roig a 13 de Maio de 2007 às 14:45
Caro Rogério. A vida nos dá lições e a poesia nos faz compartilhar visões de mundo. Como diz uma amiga minha, Olga, inspirada na frase doutro poeta que ela não recorda o nome: "Nós somos o resultado de nossas escolhas". E ou completo: principalmente de nossas não-escolhas também. afinal, não ecolhemos o país pra nascer, nm os pais que teremos, nem o idioma que aprenderemos, muito menos o nome que carregaremos pra toda vida. E são ás vezes essas não-escolhas que definem pra sempre nosso jeito de ser. Mas a poesia, e sempre ela, é capaz de criar mundo imaginários, universos interiores, que conduzem a outras pessoas... Parabéns pelo teu belo trabalho, e continues na tua caminhada, pois nascer foi uma não-escolha nossa, mas de Deus. Do amigo, Zé Roig, que mesmo distante no Brasil, se aproxima doutros amigos das letras por esse outro universo mágico que é o ciberespaço. Felicidades sempre.

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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