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Terça-feira, 6 de Novembro de 2007

Daniel Cristal no Teatro trindade em Lisboa

 

 

DANIEL CRISTAL

NO TEATRO TRINDADE

 

“Poemas de amor e Dor”

Divulga e associa-se ao espectáculo “Vinho Vadio” que decorre

De 8 a 24 de Novembro no Teatro Trindade – LISBOA -, às 23 horas |M/12 com textos de:

Álvaro de Campos, Brian O'Rourke, Célio Araújo, Charles Baudelaire , Daniel Cristal, Florbela Espanca, Helena Marreiros, Joanne Harris, Joseph Ratzinger, Juan Ponçe, Li Po, Omar Khayyan, Pablo Neruda, Semso Avdic, Sérgio Wax

 

O espectáculo (musical)   COMEÇA já a 8 de Novembro às 23h00

 

Daniel Cristal é bem capaz de estar entre a assistência nos dois primeiros dias...

Como sabem Daniel Cristal é um grande poeta português, vivo, e faz parte dos poucos poetas incluídos neste blog.

Fico muito feliz por terem incluído um poema seu ao lado de grandes poetas.

Como o disse tantas vezes: estranho é a demora no reconhecimento de tão genial poeta vivo.

Não percam este grande espectáculo,

Rogério Martins Simões

 

(concepção João Brás com a colaboração de Rui Paulo
interpretação João Brás, Bruno Costa (viola) e Sandro Costa (guitarra)
produção João Brás)

 Siga P.F.o LINK

 

http://teatrotrindade.inatel.pt/html/Pg_vinhovadio.html

 

 


Poemas de amor e dor conteúdo da página
publicado por poetaromasi às 00:05
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Comentários:
De Lumife a 6 de Novembro de 2007 às 11:09
Meu bom amigo é sempre com muito prazer que leio os seus comentários na passagem pelo "Beja". Regressei do Alentejo, da Feira dos Santos em Alvito, lugar de tantas e tão boas recordações que se mantém bem vivas na minha memória. É sempre com sacrifício que deixo aquelas terras pois é ali que me sinto bem. Venho mais calmo mais purificado mas com o coração mais acelerado. Acabei de ler o seu poema de hoje e fixei:

"Que rápido
passou o tempo
através de nós:
momento a momento
quando no teu corpo
adoçava o vento...

Grato pela partilha dessas palavras que nos adoçam o coração.

Abraços para si e sua Esposa.
De poetaromasi a 6 de Novembro de 2007 às 13:44
Amigo boa tarde e muito obrigado pelas palavras do coração.

Como o entendo quando temos de abandonar, mesmo que por pouco tempo, os locais de onde somos ou não somos mas que nos roubam o coração.
Aprendi a amar o Alentejo e o povo Alentejano quando lhes “roubei” a alentejana do meu coração. Tenho Beja por companheira neste amor nunca aprisionado, pois um amor só é amor se livre como as papoilas do campo.
Este poema que escrevi ontem e gosto muito é dedicado à Elisabete Maria Sombreireiro Palma, natural de Beja.
Só uma mulher tão linda em tudo consegue mobilizar a alma seduzida ao encanto. Certo dia perdeu o canto, dizem que cantava o rouxinol da ribeira como cantam os bons cantores alentejanos. Agora pinta e puxa por mim para que não desista de viver…
Volto ao início
Para além do Alentejo e apesar de ter nascido em Lisboa tenho a Pampilhosa da Serra, a Póvoa e o seu povo sempre presente. O meu maior presente era um dia regressar à Aldeia do meu pai e nela escrever o canto daquelas fragas. Se pudesse repartiria meus passos entre o Alentejo e a Beira Baixa.
Quiçá se ainda tudo poderá acontecer. Só não acontece a quem não sonha…
Abraço, saudades.
Rogério

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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