(Imagem - Tempestade - óleo sobre tela -Elisabete Maria Sombreireiro Palma)



Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Relendo

 

(Efigénia Coutinho

Poetisa)

 

 

 

 

 

(Presidente da Associação Virtual

Sala dos Poetas e Escritores)

 

 

RELENDO
Efigênia Coutinho


Quando te releio nos cenários animados
Por teu Génio, com poesias e magias,
Cheios de vida, realça por todos os lados
O alvo nas pupilas dos meus olhos...!

Vejo o céu, mar, luar, vejo searas
Douradas, o sol que o véu das neblinas
Rompe, dourando as campinas;
E iluminando o horizonte, vales e rios!

Percebo um rumor silencioso da charrua;
São os colibris, que, ao carvalho sobranceiro,
Modulam sons elevados cheios de ternura...

E eu, consternada, volto a face, e tremo,
Vendo teu vulto que aparece, no extremo
Onde faz a curva que o sonho enternece!

2007
Balneário Camboriú

 

 

ano do poema: Efigénia Coutinho
publicado por poetaromasi às 00:00
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De poetaromasi a 12 de Novembro de 2007 às 00:14
BIOGRAFIA Maria Efigénia Coutinho Mallemont

Nascida em Petrópolis – RJ
Formada em Artes, se especializou em Tapeçaria de TEAR, buscando os seguimentos Indígenas e sua História Natural, tendo participado de várias exposições.
Em 1977 foi residir em Florianópolis SC, e há três anos mudou-se para Balneário Camboriú -SC - 1999 –
" Não sou poeta, apenas desenho sentimentos"
E.C.
________________________________________
A poesia surgiu em minha vida ainda nos sonhos de adolescente, quando menos esperava, lá estava eu com o papel e a caneta na mão, extravasando a minha emoção... Com o passar dos anos, acho que fui me perdendo, esquecendo de como era gostoso embarcar nesta viagem.

Não segui carreira ligada ao mundo das letras, e pouco conhecimento tenho de Literatura. Escolhi Artes como profissão, mesmo sem haver retorno financeiro, pois nada se compara aos tesouros da alma.

Este dom maravilhoso de escrever ficou hibernado durante muitos anos, e como na vida nada acontece por acaso, foi em um desses acasos, da paixão pela arte da poesia, que ressurgiu a poetisa. Percebi que existiam em mim sentimentos que extasiavam meu coração, mas a única forma de vivenciá-los era através de palavras. Meu estilo preferido é o lírico, onde escrevo sobre as inquietações do coração, mas também adoro o erotismo, estimula a minha libido.

O incentivo para continuar a escrever surgiu em Junho/1989, quando tive uma das minhas poesias, editada pelo grande poeta VALDEZ, para divulgar o meu trabalho em seu Site.

O reconhecimento e o carinho que recebi de algumas pessoas que me enviaram mensagens foi algo realmente muito gratificante e estimulante. Comecei a ver meus poemas espalhados pela internet em sites de poesias, e aos poucos nasceu o desejo de ter o meu próprio espaço. E assim, aprendi Webdesigner com Geraldo Azevedo e sua esposa Isabel, a melhor Webdesigner que já conheci até hoje. E surgiu este site: dedicado a vocês, Poetas e amantes da poesia!

Neste espaço cultural, de forma transparente posso abrir as janelas do meu coração e espalhar ao mundo meus sentimentos, sonhos e fantasias em forma de poemas. A poesia para mim, é um desafio da alma, às vezes apenas um sonho, ou simplesmente pura ilusão! Ela me leva para onde desejo estar, e as fronteiras são muito fáceis de ultrapassar... apenas palavras!

A vida tem sido muito generosa comigo, me deu uma família linda, amigos maravilhosos, reais e virtuais! A experiência mais agradável que a poesia me proporcionou foi me redescobrir na alma!
Vou seguindo os caminhos que o meu coração ditar.
Efigênia Coutinho

É para mim sempre uma honra publicar versos seus
Um beijo
Rogério

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Solicita-se a quem os copiou alterando o nome, não respeitando o texto ou omitindo o seu autor que os apague ou os reponha na fórmula original com os respectivos créditos. Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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VOLTEI!

(Rogério Martins Simões)

Venho dos limites do tempo)

De uma galáxia qualquer

Já fui mar, já fui vento

Agora sou pensamento

Aparado em dado momento

No ventre de uma Mulher!


Meu corpo é magistral!

Brutal! Perfeito! Soberbo!

De início não era verbo

Agora sou o verbo ser


Tenho comigo segredos

Segredos do universo

Transporto no corpo recados

Escrevo em forma de verso.


Venho dos limites do tempo

Não sei o que fui e sou:

Deserto? Nascente?

Já fui Norte, já fui Sul

Pó astral, mar azul!

Luar, estrela cadente.


Eu me vou!

Partirei num cometa qualquer

E serei novamente pôr-do-sol.

Cor-de-rosa, aloendro, malmequer!


Voltei...Já cá estou…


Agora sou pensamento

Nascido em dado momento

Do ventre de uma Mulher!


23-09-2004 18:39


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    VOLTEI A ESCREVER
    E JÁ NÃO QUERIA

    Voltei a escrever e já não queria

    Pensava ter esquecido este meu versejar

    Ser poeta é criar e sofrer todo o dia

    Passar ao papel o que a alma encontrar.



    Este estado de alma que já não ousaria

    Que nos faz sofrer, para me encontrar,

    Deixa o meu corpo quando escrevo poesia,

    Nos poemas que ela cria, para me libertar.


    A ti que mais amo e sem querer

    Se fico triste e te faço sofrer

    Rosa eu te quero, rosas eu te dou.


    E se tu me vires distraído ou disperso

    Uma única coisa eu imploro e peço,

    Espera! A minha alma não regressou.


    Rogério Martins Simões