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Domingo, 16 de Dezembro de 2007

Poema Alexandre

 

 

POEMA ALEXANDRE

 

Alexandre Filipe Simões Guerra da Silva

 

 

Viver é sobreviver…

E as minhas mentes

São de chocolate…

O passado não interessa!

O futuro é que interessa!

Eu deixaria de viver…

Se não tivesse a bebida

                        de adormecer…

 

 

Lisboa, domingo, 16 de Dezembro de 2007

 

 

Existe um momento em que o poeta se revela!

Nasceu um poeta:

O meu neto Alexandre.

 

O Alexandre Filipe Simões Guerra da Silva tem 9 anos e nasceu, na Amadora Sintra, em 22 de Abril de 1998.

Bem cedo o levei para uma tertúlia poética e aqui parece estar um bom fruto.

Há pouco entregou-me uma folha manuscrita com este poema e disse-me – toma avô. Li-o de um sopro, chamei minha esposa para comungar comigo este doce, e aqui está para todos vós, o segundo poema e o primeiro que li, ao meu lindo neto Alexandre.

Estou tão Feliz!

Rogério Martins Simões

 

 

Alexandre

(Rogério Martins Simões)

 

Foi depois de mim que vieste!

No livro dos homens

registei o teu nome.

E vieste!

Mais leve que o destino

Norte, Sul, Este, Oeste…

 

Teu tempo é tão leve

Abençoado o sejas

meu tempo breve…

menino!

Tu és a minha esperança

Herança e hino.

Teu nome é e será grande

enquanto houver lembrança…

Alexandre.

 

01-07-2005

(Ao meu neto)

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página
ano do poema: 2007 e 2005
publicado por poetaromasi às 22:54
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Comentários:
De raquel a 2 de Abril de 2014 às 21:58
Noaa q lindo

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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