
(Óleo sobre cartão
Elisabete Sombreireiro Palma)
MARCO VELASCO E O SEU FREEWARE
Acabo de colocar dois links para um amigo de todos os que, diariamente, se vêem confrontados com problemas nos seus computadores. Sou um utilizador diário de dois pequenos programas, gratuitos, de um talentoso técnico informático brasileiro que se chama Marcos Velasco.
Marcos Velasco não precisa de apresentação. Os seus programas estão referenciados em todas as grandes revistas informáticas e existem milhões que utilizam os seus programas em todo o mundo
Pois bem, para quem quiser o seu computador livre de lixo e vê-lo a funcionar melhor utilizem em Freeware o programa MV REG CLEAN 5.5. Para quem se quiser livrar limpar algo mais corram todos os dias o MV ANTI SPAY 4.0
Visitem a sua página seguindo o seguinte link:
A par de nos oferecer estes e outros programas, Marcos Velasco reactivou o seu blog onde dá conselhos técnicos para o bom desempenho dos nossos computadores. Visitem o seu blog aqui
http://marcosvelasco.blogspot.com/
Seguindo outro link poderão ler as suas informações pessoais e os imensos prémios que tem obtido na sua carreira.
http://www.velasco.com.br/sobre.php
Visitem e utilizem os seus programas gratuitos.
Finalmente quero agradecer ao grande Marcos Velasco pela sua dedicação aos outros, (sempre pronto a ajudar - o que vai sendo raro neste planeta) e desejo-lhe o que merecem os grandes homens.
Em maré de agradecimentos, quero agradecer as visitas que fizeram ao vídeo que coloquei no YOUTUBE e no GMAIL com as fotos dos quadros da minha esposa Elisabete Maria Sombreireiro Palma.
Para quem não viu deixo os links para os vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=iokb8FXy3
http://video.google.com/videoplay?docid=8
Finalizo com a reedição de um poema muito a propósito:
Improviso da alma e do poeta
(
Dia a dia o desamor
Quebra o sentido da vida
Sofre-se em segredo
E na incerteza...
Reina a ganância,
A injustiça
O sofrimento, a pobreza
E o medo!
É fácil dizer:
Temos de ser solidários!
Ser… não é fácil?
A vida é tortuosa,
Manhosa
Vai tudo numa pressa.
E na pressa tudo olha
Nada se vê!
Olho! Nada vejo!
Olho! Nada sinto!
Olho! Olho! Olho!
Que vejo?
Vai tudo na pressa
À velocidade do salário
Vai tudo na pressa
À velocidade do ganho!
E o homem virou máquina,
Computador
Autómato.
Mas… o luar está igual
O céu não mudou!
Mudou a humanidade
Que perdeu a individualidade.
Passámos a ser números,
Peças de inventário.
Desumanidade!
Dia a dia
Caem os valores morais
Perfilam as estatísticas
Dos ganhos:
Ganha a produção:
Ganha-se menos!
Trabalha-se mais:
Ganha-se menos!
Que importa?
Se um homem tem fome?
E se há revolta.
Que importa?
A quem importa?
Importa é o dinheiro
Ser rico,
Virar banqueiro.
Mas… a areia cintila no deserto!
E nem tudo o que brilha é oiro
- Não vedes o céu a irradiar?!
Não! A humanidade não luz:
A sociedade é egoísta,
Prolifera o desamor.
Importa é estar na "berra"
E neste egoísmo nada sobra.
Está quase a bater no fundo!
Estes tempos são difíceis
Só há tempo para o fútil,
Para a notícia brejeira,
Para a asneira
Para a coscuvilhice.
E nesta agitação…
A alma consome
E o corpo mata.
Mas o mar permanece azul!
O melro assobia
O vento vira furacão.
Passou o tempo…
(O tempo passa depressa)
E na pressa
Não há tempo para filhos.
Dos filhos para os avós.
Dos avós para os netos.
Dos meninos para a família!
Volta poesia!
Volta poeta...
Acredita...
Que estamos no Outono,
Mais logo… será Inverno,
Vem aí a Primavera
Tudo será verde… renascido,
E de volta ao lar,
Em redor da lareira
Quando o dia findar,
Os avós,
Os pais
E os netos
Recordarão histórias da vida,
Contadas sem segredos,
(Segredos bem guardados).
E desses segredos
Renascerão
Os gestos colectivos de amor
Repreendidos
E esconjurados
Os actos egoístas
De desamor.
E os meninos
De volta às escolas
(Sem números nas camisolas)
Pintadas a lápis de cor
Vão ter recreios doirados
Em mil e uma aventuras.
E se treparem às arvores,
Subirão à “Torre de Babel”
E todos se entenderão
Na mesma língua.
Porque a terra vai ser paraíso
E os frutos não mais serão proibidos...
Lisboa, 29-10-2004 22:27:03

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