Domingo, 20 de Janeiro de 2008
MARCO VELASCO E O SEU FREEWARE

 

(Óleo sobre cartão

Elisabete Sombreireiro Palma)

 

 

MARCO VELASCO E O SEU FREEWARE

 

Acabo de colocar dois links para um amigo de todos os que, diariamente, se vêem confrontados com problemas nos seus computadores. Sou um utilizador diário de dois pequenos programas, gratuitos, de um talentoso técnico informático brasileiro que se chama Marcos Velasco.

Marcos Velasco não precisa de apresentação. Os seus programas estão referenciados em todas as grandes revistas informáticas e existem milhões que utilizam os seus programas em todo o mundo

Pois bem, para quem quiser o seu computador livre de lixo e vê-lo a funcionar melhor utilizem em Freeware o programa MV REG CLEAN 5.5. Para quem se quiser livrar limpar algo mais corram todos os dias o MV ANTI SPAY 4.0

 

Visitem a sua página seguindo o seguinte link:

 

http://www.velasco.com.br

 

A par de nos oferecer estes e outros programas, Marcos Velasco reactivou o seu blog onde dá conselhos técnicos para o bom desempenho dos nossos computadores. Visitem o seu blog aqui

 

http://marcosvelasco.blogspot.com/

 

Seguindo outro link poderão ler as suas informações pessoais e os imensos prémios que tem obtido na sua carreira.

 

http://www.velasco.com.br/sobre.php

 

 

Visitem e utilizem os seus programas gratuitos.
Finalmente quero agradecer ao grande Marcos Velasco pela sua dedicação aos outros, (sempre pronto a ajudar - o que vai sendo raro neste planeta) e desejo-lhe o que merecem os grandes homens.

 

Rogério Martins Simões

 

Em maré de agradecimentos, quero agradecer as visitas que fizeram ao vídeo que coloquei no YOUTUBE e no GMAIL com as fotos dos quadros da minha esposa Elisabete Maria Sombreireiro Palma.

Para quem não viu deixo os links para os vídeos:

 

http://www.youtube.com/watch?v=iokb8FXy3Gw

 

 

http://video.google.com/videoplay?docid=8291487629655378595&hl=en

 

Finalizo com a reedição de um poema muito a propósito:

 

 

Improviso da alma e do poeta

(Rogério Martins Simões)

 

Dia a dia o desamor

Quebra o sentido da vida

Sofre-se em segredo

E na incerteza...

Reina a ganância,

A injustiça

O sofrimento, a pobreza

E o medo!

 

É fácil dizer:

Temos de ser solidários!

Ser… não é fácil?

A vida é tortuosa,

Manhosa

Vai tudo numa pressa.

E na pressa tudo olha

Nada se vê!

 

Olho! Nada vejo!

Olho! Nada sinto!

Olho! Olho! Olho!

Que vejo?

 

Vai tudo na pressa

À velocidade do salário

Vai tudo na pressa

À velocidade do ganho!

E o homem virou máquina,

Computador

Autómato.

 

Mas… o luar está igual

O céu não mudou!

 

Mudou a humanidade

Que perdeu a individualidade.

Passámos a ser números,

Peças de inventário.

Desumanidade!

 

Dia a dia

Caem os valores morais

Perfilam as estatísticas

Dos ganhos:

Ganha a produção:

Ganha-se menos!

Trabalha-se mais:

Ganha-se menos!

Que importa?

Se um homem tem fome?

E se há revolta.

Que importa?

A quem importa?

Importa é o dinheiro

Ser rico,

Virar banqueiro.

 

Mas… a areia cintila no deserto!

E nem tudo o que brilha é oiro

- Não vedes o céu a irradiar?!

 

Não! A humanidade não luz:

A sociedade é egoísta,

Prolifera o desamor.

Importa é estar na "berra"

E neste egoísmo nada sobra.

Está quase a bater no fundo!

 

Estes tempos são difíceis

Só há tempo para o fútil,

Para a notícia brejeira,

Para a asneira

Para a coscuvilhice.

E nesta agitação…

A alma consome

E o corpo mata.

 

Mas o mar permanece azul!

O melro assobia

O vento vira furacão.

 

Passou o tempo…

(O tempo passa depressa)

E na pressa

Não há tempo para filhos.

Dos filhos para os avós.

Dos avós para os netos.

Dos meninos para a família!

 

Volta poesia!

Volta poeta...

Acredita...

Que estamos no Outono,

Mais logo… será Inverno,

Vem aí a Primavera

Tudo será verde… renascido,

 

E de volta ao lar,

Em redor da lareira

Quando o dia findar,

Os avós,

Os pais

E os netos

Recordarão histórias da vida,

Contadas sem segredos,

(Segredos bem guardados).

E desses segredos

Renascerão

Os gestos colectivos de amor

Repreendidos

E esconjurados

Os actos egoístas

De desamor.

 

E os meninos

De volta às escolas

(Sem números nas camisolas)

Pintadas a lápis de cor

Vão ter recreios doirados

Em mil e uma aventuras.

 

E se treparem às arvores,

Subirão à “Torre de Babel”

E todos se entenderão

Na mesma língua.

Porque a terra vai ser paraíso

E os frutos não mais serão proibidos...

 

Lisboa, 29-10-2004 22:27:03 

 


ano do poema: MV REG CLEAN 5.5 e MV ANTISPAY

publicado por poetaromasi às 23:36
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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Solicita-se a quem os copiou alterando o nome, não respeitando o texto ou omitindo o seu autor que os apague ou os reponha na fórmula original com os respectivos créditos. Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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VOLTEI!

(Rogério Martins Simões)

Venho dos limites do tempo)

De uma galáxia qualquer

Já fui mar, já fui vento

Agora sou pensamento

Aparado em dado momento

No ventre de uma Mulher!


Meu corpo é magistral!

Brutal! Perfeito! Soberbo!

De início não era verbo

Agora sou o verbo ser


Tenho comigo segredos

Segredos do universo

Transporto no corpo recados

Escrevo em forma de verso.


Venho dos limites do tempo

Não sei o que fui e sou:

Deserto? Nascente?

Já fui Norte, já fui Sul

Pó astral, mar azul!

Luar, estrela cadente.


Eu me vou!

Partirei num cometa qualquer

E serei novamente pôr-do-sol.

Cor-de-rosa, aloendro, malmequer!


Voltei...Já cá estou…


Agora sou pensamento

Nascido em dado momento

Do ventre de uma Mulher!


23-09-2004 18:39


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    E JÁ NÃO QUERIA

    Voltei a escrever e já não queria

    Pensava ter esquecido este meu versejar

    Ser poeta é criar e sofrer todo o dia

    Passar ao papel o que a alma encontrar.



    Este estado de alma que já não ousaria

    Que nos faz sofrer, para me encontrar,

    Deixa o meu corpo quando escrevo poesia,

    Nos poemas que ela cria, para me libertar.


    A ti que mais amo e sem querer

    Se fico triste e te faço sofrer

    Rosa eu te quero, rosas eu te dou.


    E se tu me vires distraído ou disperso

    Uma única coisa eu imploro e peço,

    Espera! A minha alma não regressou.


    Rogério Martins Simões


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