(Imagem - Tempestade - óleo sobre tela -Elisabete Maria Sombreireiro Palma)



Terça-feira, 11 de Março de 2014

Carmen Mateus PLAGIADORA Edita um livro

 

 

CARMEN MATEUS AUTORA DO BLOG SENTYDUS

POEMA QUE INTITULOU “ROSTO FECHADO”

PLAGIOU PARTE DO MEU POEMA (CICLO FECHADO)

Acuso a autora desta montagem, com utilização de parte do meu poema Ciclo fechado, de ter cometido um crime de CONTRAFAÇÃO de acordo com o n.º 2 do artigo 196.º  da LEI 16/2008 de 1/4 que estabelece o Código do Direito de Autor e Direitos Conexos.

 

ESTE É O SEU SUPOSTO POEMA

 

UM ROSTO FECHADO

 

Um rosto austero,frio e fechado,

sentido assim, mesmo,no passado,

passado que doeu e fez doer.

Passado que sentiu talvez um sofrer...

Um rosto fechado que gritou que sente,

Sente o rosto mais aberto do que se pressente,

Afinal, é assim sem emoção aparente..

Fragil, doce, sempre,sempre,ausente..

Ausente não dele. Dela(s)..

dos olhares que,enfim,lhe deram maselas..

Desculpa frequente para fugir às coisas mais belas..

 

de um toque, olhar,a sinceridade em cada uma delas..

 

Jurou nunca mais dizer que ama,

Prefere gritar ao mar,e reclama,

de um magoar,dor como cama.

 

Quer e não quer a ti, a mim,

Diz-se que quando ama não trai,

pelo que tem dentro de si,enfim..

 

Mas não ama, e cai,de novo sem fim...

Fecha seu rosto e não sorri...Bem..

 

 

Se o teu rosto não sorri, (Plagiou este verso)

 

E os teus abraços não se soltam,

É porque a tua boca se encerra, (Plagiou este verso)

 

E a minha não será precisa…(Plagiou este verso)

 

 

Mas se ao menos (Plagiou este verso)

 

O teu rosto sorrisse (Plagiou este verso)

 

E os teus braços se soltassem (no original cabelos) (Plagiou este verso)

Voltarias a encontrar (Plagiou este verso)

 

Os melhores passos para ti. (Plagiou este verso)

 

 

Sabes! (Plagiou este verso)

 

Tudo é nada (Plagiou este verso)

 

Quando nada começa! (Plagiou este verso)

 

E o fim não existe (Plagiou este verso)

 

Se não há princípio. (Plagiou este verso)

 

 

Nefasto é o sofrimento (Plagiou este verso)

 

Quando não há, sequer, sentimento! (Plagiou este verso)

 

Se assim não fosse (Plagiou este verso)

 

Poderias dizer, ao menos, como eu (Plagiou este verso)

 

Longe!Muito longe de ti. (Plagiou este verso)

 

Olá! Olá rapariga! (em mim abraçado), (no original olá poeta) (Plagiou este verso)

 

Não faças nada apressado! (Plagiou este verso)

 

 

Olha! (Plagiou este verso)

 

Eu tinha um lápis (no original guizo em vez de lápis) (Plagiou este verso)

 

 

que sentia o que eu tinha,

Que corria em palavras atrás do vento (Plagiou este verso tendo acrescentado “em palavras”

 

Ao desafio com as aves. (Plagiou este verso)

 

À procura de outras asas! (Plagiou este verso)

 

E voava, voava… (Plagiou este verso)

 

Voava sem ser preciso. (Final do plágio) (Plagiou este verso)

 

 

 

Fez da minha alma um amontoado de emoções

escreveu as dores mais fortes

coloriu as lembranças perdidas

atiçou uma saudade insuportável

que eu preferi guardar

entre os meus portões interiores

 

 

Fez de mim uma poetiza...

E a alma do poeta é como a lágrima sobre o papel

Que grita ao horizonte aquilo que sente...

 

 

O que sente...Um rosto fechado

Um rosto que teima em querer ser ausente..

Sem sequer ver como me sente...

 

 

É assim que te vejo,

É assim que te viram.

E a minha alma sem âmago

enverga-se com o cheiro da música

com o toque da poesia

 

com a textura de um sussurro

esvai, para reconstruir-se

 

Quem sabe tudo em mim partir-se...

 

Um rosto fechado que sente...

Um rosto fechado ausente...

Um rosto fechado que a si mente...

 

Mente na procura constante,

do descontente cortante...

Tem o poder inebriante,

de mudar tudo num instante...

 

Num instante...

Mas não quer...

 

Um rosto fechado...

 

Perfil http://www.blogger.com/profile/12535560032046853909

 

 

DEIXO AQUI O MEU ORIGINAL

 

Ciclo fechado!

(O MEU SEGUNDO GRITO!)

 

Rogério Martins Simões

 

Se o teu rosto não sorri, (PLAGIADO)

E o teu cabelo não desliza,

É porque a tua boca se encerra, (PLAGIADO)

E a minha não será precisa…(PLAGIADO)

 

O gesto, o medo, o ódio:

Tudo te corrompe.

E, até, não preciso de ponte

Encheste-me a baliza…

Espalhou-se a brisa;

Abriu-se a porta de vidro;

A janela da esperança;

E o vento até desliza.

 

Mas se ao menos (PLAGIADO)

O teu rosto sorrisse! (PLAGIADO)

E os teus cabelos se soltassem (PLAGIADO cabelos passou braços)

Voltarias a encontrar (PLAGIADO)

Os melhores passos para ti. (PLAGIADO)

Porque o melhor de ti

fui eu

Que adoecia dizendo olá!

O melhor de ti,

fui eu

Que te segurei, quando fugias...

Ou então sempre errei

Quando te amparei

E tremias.

 

Não!

Nada sobrou de mim

Não me faças sentir assim

Pois tudo agora findou.

 

Sabes! (PLAGIADO)

Tudo é nada (PLAGIADO)

Quando nada começa! (PLAGIADO)

E o fim não existe (PLAGIADO)

Se não há princípio. (PLAGIADO)

Para quê essa pressa!?

Se o inicio era nada,

E tudo foi retalhado.

 

Nefasto é o sofrimento (PLAGIADO)

Quando não há, sequer, sentimento! (PLAGIADO)

Se assim não fosse (PLAGIADO)

Poderias dizer, ao menos, como eu (PLAGIADO)

Longe! (PLAGIADO)

Muito longe de ti. (PLAGIADO)

Olá! (PLAGIADO)

Olá poeta! (PLAGIADO alterou poeta e colocou rapariga)

Não fiques desesperado

Não faças nada apressado! (PLAGIADO)

 

Não!

Não penses sequer

Que te quero!

Quem quer o nada

Se nada tem?!

 

Tu não vês que não há regresso

Quando não há ponto de partida!

E tu nem entendes a chegada...

 

Olha! (PLAGIADO)

Eu tinha um guizo, (PLAGIADO guizo passou para lápis)

Cabeça de andorinha,

Que corria atrás do vento (PLAGIADO) (acrescentou “em palavras” a seguir a corria)

Ao desafio com as aves. (PLAGIADO)

À procura de outras asas! (PLAGIADO)

E voava, (PLAGIADO)

Voava sem ser preciso. (PLAGIADO) FINAL DOS PLÁGIOS AO MEU POEMA)

Chamavam-lhe cabeça de vento…

Certo dia fugiu,

Voou numa folha de papel

Toquei novamente o guizo,

E tantas vezes subiu

Que se partiu o cordel.

 

Sabes!

Agora quero sorrir!

Tenho gosto, tenho vida!

Despejei a "selha de lágrimas"

Encontrei-me no "corpo ausente"

E num arco-íris

Descobri manhãs

Com que sonhei e sempre quis.

 

Afinal estou magoado!

Porque fui muito infeliz!

Mas não há dúvida!

Ainda serei feliz!

 

Lisboa, 1989

Nota: Continuarei a investigar a “sua” poesia que neste caso parte é minha e tentarei adquirir o livro que editou para descobrir se este poema lá está.

Seria bom que os poetas fizessem uma verificação aos seus escritos.

Meco, 11 de março de 2013

Rogério Martins Simões

 

BLOG ONDE ENCONTREI O PLÁGIO

http://sentydus.blogspot.pt/2009/07/um-rosto-fechado.html

 

 

Meu nome é Rogério Martins Simões, e sou o autor deste poema que de encontra devidamente registado. Vejo que o colocou aqui sem minha autorização e o alterou infringindo o artigo 195. º, 196.º e 198.º do Código do Direito de Autor

Este meu poema intitulado CICLO FECHADO pode facilmente ser encontrado no meu blog, Poemas de amor e dor em http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt ou através do motor de busca Google.

Nestes termos recordo que de acordo com a lei Portuguesa:

 

Cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar, fruir e dispor da obra literária, artística ou científica, dependendo de autorização prévia e expressa do mesmo, para que a obra seja utilizada, por quaisquer modalidades, dentre elas a reprodução parcial ou integral.

LEI 16/2008 de 1/4 que estabelece o Código do Direito de Autor e Direitos Conexos.

O Diploma está neste link

http://www.wipo.int/wipolex/en/text.jsp?file_id=199767

 

Transcrição de artigos importantes desta Lei.

 

TÍTULO IV

Da violação e defesa do direito de autor e dos direitos conexos

 

Artigo 195.º

Usurpação

1 — Comete o crime de usurpação quem, sem autorização do autor ou do artista, do produtor de fonograma e videograma ou do organismo de radiodifusão, utilizar uma obra ou prestação por qualquer das formas previstas neste Código.

2 — Comete também o crime de usurpação:

 a) Quem divulgar ou publicar abusivamente uma obra ainda não divulgada nem publicada pelo seu autor ou não destinada a divulgação ou publicação, mesmo que a apresente como sendo do respectivo autor, quer se proponha ou não obter qualquer vantagem económica;

b) Quem coligir ou compilar obras publicadas ou inéditas sem autorização do autor;

c) Quem, estando autorizado a utilizar uma obra, prestação de artista, fonograma, videograma ou emissão radiodifundida, exceder os limites da autorização concedida, salvo nos casos expressamente previstos neste Código.

 

 

 

Artigo 196.º

Contrafacção

1 — Comete o crime de contrafacção quem utilizar, como sendo criação ou prestação sua, obra, prestação de artista, fonograma, videograma ou emissão de radiodifusão que seja mera reprodução total ou parcial de obra ou prestação alheia, divulgada ou não divulgada, ou por tal modo semelhante que não tenha individualidade própria.

2 — Se a reprodução referida no número anterior representar apenas parte ou fracção da obra ou prestação, só essa parte ou fracção se considera como contrafacção.

3 — Para que haja contrafacção não é essencial que a reprodução seja feita pelo mesmo processo que o original, com as mesmas dimensões ou com o mesmo formato.

 

Artigo 197.º

Penalidades

1 — Os crimes previstos nos artigos anteriores são punidos com pena de prisão até três anos e multa de 150 a 250 dias, de acordo com a gravidade da infracção, agravadas uma e outra para o dobro em caso de reincidência, se o facto constitutivo da infracção não tipificar crime punível com pena mais grave.

2 — Nos crimes previstos neste título a negligência é punível com multa de 50 a 150 dias.

3 — Em caso de reincidência não há suspensão da pena.

 

 

TÍTULO IV

Da violação e defesa do direito de autor e dos direitos conexos

 

Artigo 198.º

Violação do direito moral

É punido com as penas previstas no artigo anterior:

 

a) Quem se arrogar a paternidade de uma obra ou de prestação que sabe não lhe pertencer;

b) Quem atentar contra a genuinidade ou integridade da obra ou prestação, praticando acto que a desvirtue e possa afectar a honra ou reputação do autor ou do artista

Face ao sucedido queira V.Exa informar a razão que o levou a assumir a paternidade deste meu poema.

Respeitosos cumprimentos

Rogério Martins Simões

 

publicado por poetaromasi às 01:50
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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Solicita-se a quem os copiou alterando o nome, não respeitando o texto ou omitindo o seu autor que os apague ou os reponha na fórmula original com os respectivos créditos. Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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VOLTEI!

(Rogério Martins Simões)

Venho dos limites do tempo)

De uma galáxia qualquer

Já fui mar, já fui vento

Agora sou pensamento

Aparado em dado momento

No ventre de uma Mulher!


Meu corpo é magistral!

Brutal! Perfeito! Soberbo!

De início não era verbo

Agora sou o verbo ser


Tenho comigo segredos

Segredos do universo

Transporto no corpo recados

Escrevo em forma de verso.


Venho dos limites do tempo

Não sei o que fui e sou:

Deserto? Nascente?

Já fui Norte, já fui Sul

Pó astral, mar azul!

Luar, estrela cadente.


Eu me vou!

Partirei num cometa qualquer

E serei novamente pôr-do-sol.

Cor-de-rosa, aloendro, malmequer!


Voltei...Já cá estou…


Agora sou pensamento

Nascido em dado momento

Do ventre de uma Mulher!


23-09-2004 18:39


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  • Rogério Martins Simões

    Rogério Martins Simões

    Cria o teu cartão de visita

    VOLTEI A ESCREVER
    E JÁ NÃO QUERIA

    Voltei a escrever e já não queria

    Pensava ter esquecido este meu versejar

    Ser poeta é criar e sofrer todo o dia

    Passar ao papel o que a alma encontrar.



    Este estado de alma que já não ousaria

    Que nos faz sofrer, para me encontrar,

    Deixa o meu corpo quando escrevo poesia,

    Nos poemas que ela cria, para me libertar.


    A ti que mais amo e sem querer

    Se fico triste e te faço sofrer

    Rosa eu te quero, rosas eu te dou.


    E se tu me vires distraído ou disperso

    Uma única coisa eu imploro e peço,

    Espera! A minha alma não regressou.


    Rogério Martins Simões