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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2015

Empréstimo de duzentos e setenta e cinco alqueires de trigo e duzentos e setenta e um alqueires de milho, na forma de empréstimo, aos lavradores do Concelho de Sagres

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CELEIRO PÚBLICO 1) (TERREIRO DO TRIGO): Empréstimo de duzentos e setenta e cinco alqueires de trigo e duzentos e setenta e um alqueires de milho, na forma de empréstimo, aos lavradores do Concelho de Sagres

Manda El-rei, pela Secretaria de Estado dos Negócios do Reino, participar à Comissão Encarregada da Inspeção E Administração do Terreiro Publico que sendo-lhe presente a sua informação de 21 de Novembro de 1822 pretérito sobre a pretensão da Câmara de Sagres para que lhe emprestassem sementes “atenta a necessidade e penúria em que se acham os povos daquele Concelho, ocasionada pela esterilidade da colheita e que se acha devidamente verificado pela informação do Corregedor de Lagos e sumário de testemunhas…"

2) DETERMINANDO-SE OUTRO SIM QUE OS ATUAIS VEREADORES RESPONDERÃO PESSOAL E SOLIDARIAMENTE PELAS QUANTIDADES DO GÉNERO EMPRESTADO…

Paço da Bemposta em 3 de Janeiro de 1823

 

Algumas considerações:

  • O Celeiro Público foi criado por :

JOSÉ:I. AUGUSTO INVICTO PIO REI E PAI CLEMENTISSIMO DOS SEUS VASSALOS PARA ASSEGURAR A ABUNDANCIA DE PÃO AOS MORADORES DA SUA NOBRE E LEAL CIDADE DE LISBOA E DESTERRAR DELA A IMPIEDOSA DOS MONOPÓLIOS DEBAIXO DA INSPECÇÃO DO SENADO DA CÂMARA SENDO PRESIDENTE DELE PAULO DE CARVALHO MENDONÇA MANDOU EDIFICAR DESDE OS FUNDAMENTOS ESTE CELEIRO PÚBLICO ANO MDCCLXVI (1766).

Recomendação 07/52 (IND) - Pela classificação do Edifício da Alfândega, como Imóvel de interesse Público

09-12-2014

  • Veja-se que, apesar da penúria em que se achavam os lavradores de Sagres, foi exigida aos Vereadores da Câmara de Sagres uma responsabilidade pessoal, e solidária, pelo empréstimo do milho e do trigo.
  • O original deste documento encontra-se agora na Torre do Tombo.

 

Rogério Martins Simões

Antigo Reverificador Assessor da D.G.A.I.E.C.

 

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Poemas de amor e dor conteúdo da página
publicado por poetaromasi às 21:18
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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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