(Imagem - Tempestade - óleo sobre tela -Elisabete Maria Sombreireiro Palma)

Domingo, 6 de Maio de 2012

Continuo minha mãe a crescer

 

CONTINUO MINHA MÃE A CRESCER

Rogério Martins Simões

 

Continuo minha mãe a crescer,

Cresço e já não posso desistir.

Continuo, minha mãe, a erguer

Os caminhos por onde quero ir.

 

Não chore que eu irei escrever,

Quanto me ensinou a sentir:

Neste corpo que o viu nascer;

Nestes olhos que os viu abrir.

 

Tudo deu! Mais não me pode dar.

O menino cresceu, e de tanto amar,

Escreve versos com doçura.

 

Meus versos são o leite materno,

Gerados no ventre do amar eterno.

Mãe! Seu coração é de seda pura.

 

12-05-2011 19:27:26

 

 

 

 

 

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Domingo, 5 de Julho de 2009

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    1949 - 2009     FOI NUMA MADRUGADA DE JULHO Rogério Martins Simões   Foi numa madrugada de Julho Quando as estrelas...

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Notas: 5 de Julho de 1949, Socorro, Lisboa
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Domingo, 3 de Maio de 2009

Durma minha mãe

        Durma minha mãe Rogério Martins Simões   Durma minha mãe Que eu velo o sono por si Durma minha mãe Enquanto and...

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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

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  Nasceu na Malhada - Comeal   15/02/1925     Isabel Martins de Assunção, Minha mãe, nasceu numa pequena aldeia da Beir...

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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

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    Este poema, de que gosto muito, foi dedicado a todos os meus “companheiros” portadores da doença de Par...

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Domingo, 4 de Maio de 2008

MÃE

      Mãe que não aprendeu a ler mas sabe sempre os meus ais Mãe que cedo lutou para ter O tanto que nos deu e me dais ...

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Terça-feira, 14 de Agosto de 2007

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(A Dama com arminho Leonardo da Vinci)       FOI NUMA MADRUGADA DE JULHO Rogério Martins Simões   Foi numa madrugada de...

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ano do poema: 2007
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Sexta-feira, 21 de Julho de 2006

Abstracto

Abstracto (Rogério Simões)   Da semente de tua boca Uma imagem subtil de encanto Como as águas Límpidas da fonte No sil...

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ano do poema: 1969
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amrosaorvalho.gif

MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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