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Terça-feira, 7 de Abril de 2015

Terna ternura eterna

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Óleo sobre tela, Elisabete Sombreireiro Palma

 

Terna ternura eterna

(Rogério Martins Simões)

 

Às vezes dou comigo calmo,

Terno e eterno,

Louvando a Deus num salmo:

Poemas de adeus que canto terno.

 

Crio a arte na poesia,

Terna ternura eterna,

Com tristeza ou alegria.

 

Ternos são os dias que passam,

Quando os corações inebriam.

E entre espaços que se entrelaçam

Fica o tato e a arte que tudo criam.

 

Crio a arte na poesia:

Terna ternura eterna,

Com tristeza ou alegria.

 

E se tremo sem razão,

E nem sei em que enlevo,

É porque Deus quis que não

Interferisse no que escrevo.

 

12/3/2003

 

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

 

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publicado por poetaromasi às 22:48
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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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