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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

UMA ETERNIDADE NOS ESPERA

 

 

VÍDEO
MISTERIOSA DO BRASIL
MÚSICA
SUONI DELLA – NATURA UCCELLINI

(Para desligar basta carregar em|| no vídeo)

 
Olá meu amigo poeta!
Vá na minha página tem um vídeo novo com poema teu....
Espero que goste...fiz com muita emoção, pois tocou-me profundamente a alma e o coração!
Bjs no teu coração...
Misteriosadobrasil
 
Existem momentos tão gratificantes, lindos, que até nos fazem ganhar coragem para ultrapassar todas as vicissitudes da vida.
Muito obrigado à artista e amiga - Misteriosa do Brasil - que um dia, sem sequer eu saber, fez com o meu soneto DESTINO OU CORAGEM um belo vídeo. Tal conhecimento só foi possível por ter colocado o título do poema e o nome do seu autor.
Aqui está um bom exemplo de alguém que não plagia e nem se “esquece” de citar os devidos créditos – musicais e dos poemas.
Misteriosa do Brasil! Nunca me esquecerei deste seu bonito gesto.
Bjs. Rogério Martins Simões
UMA ETERNIDADE NOS ESPERA...

 

 

 

UMA ETERNIDADE NOS ESPERA…
Rogério Martins Simões
 
Quando tu e eu saltávamos em andamento,
Numa corrida estreita, para a existência,
Havia um brilho, intenso, que cegava a escuridão externa.
 
Falávamos em língua redonda,
Imperceptível,
Que nos deixava latejar à distância do universo das palavras.
Éramos nada!
Éramos tudo!
Frequentávamos os mesmos colégios ricos,
Onde a riqueza se media pelo contágio,
Em resultado das vidas passadas.
 
Fazíamos parte de um grupo,
Sem forma,
Grande aos sentidos,
E sabíamos que iríamos viajar em busca da luz.
Éramos uma luz ténue…
E procurávamos um brilho permanente.
 
Entrámos por uma porta estreita
Onde formas sem luz
Reproduziam uma língua quadrada,
Sem nexo, herança de uma Torre de Babel,
Que tivemos de aprender.
 
Estamos a ficar cansados!
Não importa…
Tomámos o caminho recto e certo
E partiremos na luz…
 
Falta pouco meu amor.
Uma eternidade nos espera…
 
Lisboa, 30 de Abril de 2009
 
 

 

Registado no IGAC. Processo n.º 2079/2009 

 

 

 

(Óleo sobre tela

Elisabete Maria Sombreireiro Palma) 

 

PÁRA

Rogério Martins Simões

 

Segredaste-me tantas palavras,

Esta noite meu amor,

Quando no quarto imperava o silêncio!

E disseste tantas coisas,

Em silêncio,

Que nada ficou por dizer!

 

Tu sabes que eu gosto do silêncio!

De respeitar o silêncio,

Mesmo que ele incomode.

 

Incomodam-me

Mais os estados de “não alma”,

Que perturbam o silêncio,

Com palavras ditas de forma não calma.

 

Eu sei que não conheces

As “não palavras:

Que me ferem os tímpanos,

Que não acalmam!

Que me pulverizam o silêncio

Aniquilando o alento!

Que me cortam a respiração

E me deixam frustrado,

Cabisbaixo,

Adiando ou extinguindo

Para sempre a inspiração!

 

Que génio teriam os poetas

Se lhes parassem a respiração,

O pulsar e a pena?!

 

De que forma?

Com que sentido,

Teriam estas palavras,

Se as minhas palavras

Fossem desprovidas de qualquer sentido.

 

Sentidas foram as tuas palavras

Quando me disseste,

Sem falar,

Estas palavras:

Pára de escrever!

Porque as palavras te fazem sofrer!

Pára, vem descansar!

Para o corpo retemperar!

 

Mas meu amor

O meu descanso

Está nas palavras que não comando!

E se sofrer eu sofro

Escrevendo

Pior sorte seria

Não escrever chorando.

 

17/05/2004

 

 

 

(Registado no Ministério da Cultura
- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.P. –
Processo n.º 2079/09)

 

 

 

 

Sonhos desfeitos
Rogério Martins Simões
 
O Sol resplandece e a água espuma,
As ondas vagueiam e o barco desliza,
Sobra no meu peito uma dor bruma,
Que se esfuma nas colinas da brisa.
 
A minha mão sobressai e já foi calma.
O meu papel reproduz o adverso,
Deixa escrever o que chora a alma,
Acalma, vagueia e ensaia um verso.
 
A escrita azul tem uma mancha preta:
Letra miudinha que desenha a caneta.
Do bloco de notas gotejam os defeitos!
 
E se não mais encontrar sonho vão…
Fiquem os versos, que redigi com a mão,
Colorindo sonhos, com sonhos desfeitos.
 
 
Lisboa – Tejo – 14 de Agosto de 2007
Concluído em 18 de Outubro de 2007
(Registado no Ministério da Cultura
- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.P. –
Processo n.º 2079/09)
 

 

 

 

 

POEMAS DE AMOR E DOR
Nasceram em 6 de Março de 2004 e foi graças àqueles que me aceitaram como humilde poeta, - mas poeta -, este blog esteve nos tops nacionais durante mais de um ano.
Em pouco tempo, a um média diária de cerca de 4 mil visitas diárias, ultrapassou um milhão de acessos. Tinha, então, outro contador que apaguei por nunca aceitar publicidade e negócios com a poesia. Coloquei, depois, este que marca, sem repetição, quase 2 milhões de acessos.
O tempo passou e farto de insultos baratos, mas demolidores, parei o blog apagando quase tudo. A inveja é a força dos cobardes e dos fracos.
Passaram meses e voltei para não morrer de saudade. Estranhamente ainda tinha mais de 300 visitas diárias.
Volto a estar de partida!
Dói sempre quando partimos tendo por vontade ficar.
Deixo-vos com mais de 300 poemas, entre os quais, alguns dos que escrevi com 16 anos de idade. Tenho aqui poemas que ocupam 3 folhas dactilografadas. Tenho aqui poemas menos bons e muitos mais daqueles que eu gosto. Foi por essa razão que puxei uns poucos para esta primeira página.
Quero agradecer ao Luís Gaspar dos Estúdios Raposa pelo Podcast e pelos 3 poemas por si gravados.
Quero agradecer à Anne Müller por ter feito o selo do blog e por ter dado voz ao poema “Desafio ao Poeta”.
À poetiza Maria Helena Sancho, da Argentina, por ter traduzido e dado voz ao poema a "Menina dança".
À Misteriosa do Brasil pelo belo vídeo com o meu soneto “Destino ou coragem e este que vos dou a conhecer. Muito obrigado “UMA ETERNIDADE NOS ESPERA”
Faltarão muitos agradecimentos – mas afinal estou vivo e vou andar por aí. Há! Já me esquecia de agradecer à minha Parkinson pelo grito lancinante que me deu e que a minha alma traduziu para poesia.
Procurei sempre dar o melhor de mim e tantas vezes errei.
Gosto tanto de vós que cheguei a colocar poemas descuidando, muitas das vezes, a sua revisão. Tinha muitos preparados e até registados para colocar aqui. Porém, depois de ver o que vi, não dá!
Quero ainda dizer que escrevi um poema intitulado “ESCARPA”que só não o coloco por não se encontrar registado. E foi esse poema que me veio parar às mãos… que ditou esta sentença. Tenho de parar! Não posso lançar-me nem deixar que me atirem ao precipício.
Estarei por perto e continuarei em busca daqueles que, de facto, deram como sua a minha poesia. O meu poema "pai" passou a chamar-se “paizão” e não tenho a mínima consideração por quem estilhaçou poemas meus.
Deixa para lá diz a minha querida companheira. Então, docemente respondo:
 
UMA ETERNIDADE NOS ESPERA.
Saudades,
Sempre,
Rogério Martins Simões
RO MA SI

 
A ROSA DOS AÇORES
 
Desde o primeiro minuto deste blog tive uma amiga nos açores, a Rosa – poetiza – Açoriana.
Mais uma vez a Rosa me dedica um dos seus poemas que editou no seu blog.
Como desta vez não pretendo cometer uma injustiça, não agradecendo publicamente, reabro o blog para lhe dizer: Rosa AZORIANA – Muito obrigado pelas palavras que me dedicas em verso. Muito obrigado por seres o elo entre os que aí vivem e aqueles que tiveram de engrossar a diáspora.
Se a saúde o permitir, e a vida quiser, conto aposentar-me da Função Pública este ano e andar por aí por onde a poesia me leve. Leve como o vento é o lindo Açor que lá do alto contempla as lindas e majestosas ilhas do Atlântico: os AÇORES.
Obrigado AZORIANA

 

 



 

PLÁGIO
Tal como prometido aqui irei dando conta do estudo que estou a fazer para descobrir os plagiadores. Assim, neste local irei colocar links para os sítios onde colocarei as actualizações neste blog ou outro.
Ontem, no meu blog do Sol, ROMASI, editei um estudo sobre a nova ferramenta contra o plágio. Nada ficará como dantes…
·        APPROBO UM SOFTWARE CONTRA O PLÁGIO – está è AQUI ç

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

amrosaorvalho.gif

MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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