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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda




Rogério Martins Simões

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25.02.08

 

CIRANDA DAS LETRAS

 Da

 POETISA

 ANNA MÜLLER

 

Acabo de receber do Brasil mais um bonito presente: a gravação do meu poema “desafio ao poeta” pela voz da poetiza brasileira Anna Müller:

 

DESAFIO AO POETA  Rogério Martins Simões   Iniciámos juntos a caminhada, Proclamámos versos ao sol-pôr Percorria um violino a estrada E soltava uma canção de amor   Acendi nos anos todas as velas… Não consigo disfarçar a ventura Enfeitava teus cabelos na loucura Se te visse voltarias às estrelas…   Esvoaçaram pérolas de violetas Manhãs de sol, chuva e Primavera Cresceram nos canteiros borboletas Se te ler nos olhos serás quimera…   Olhei a manhã ver se não te via Seguias os teus passos paralelos Trago meiguice nos meus desvelos Recordo em ti versos e alquimia   Não te sei sentir indiferente Ocupa-me agora com o olhar Cego não te irei olhar de frente Resta o violino para recordar   Dança! Agora, vamos dançar Melodia inacabada… clave de sol Não te podia ver! Se te ver irei corar Esvoaçam versos em girassol….   Lisboa, 03-04-2007 22:52:51

Para recolher a gravação siga este link: >>AQUI<<

 

Para além deste lindo presente a Anna Müller ofereceu-me uma página, com parte da minha poesia, que pode ser consultada neste link  >>AQUI<<

 

Aconselho a visitarem os trabalhos da poetisa brasileira, bem como os poemas e os poetas editados na sua página.

Logo que a saúde o permita reiniciarei a minha participação nas cirandas - CIRANDA DAS LETRAS

 

Para a ANNA MÜLLER o meu carinho, admiração pelo seu trabalho e o reconhecimento do seu talento na poesia e declamação.

Obrigado

Rogério Martins Simões


DESAFIO AO POETA

Rogério Martins Simões

 

Iniciámos juntos a caminhada,

Proclamámos versos ao sol-pôr

Percorria um violino a estrada

E soltava uma canção de amor

 

Acendi nos anos todas as velas…

Não consigo disfarçar a ventura

Enfeitava teus cabelos na loucura

Se te visse voltarias às estrelas…

 

Esvoaçaram pérolas de violetas

Manhãs de sol, chuva e Primavera

Cresceram nos canteiros borboletas

Se te ler nos olhos serás quimera…

 

Olhei a manhã ver se não te via

Seguias os teus passos paralelos

Trago meiguice nos meus desvelos

Recordo em ti versos e alquimia

 

Não te sei sentir indiferente

Ocupa-me agora com o olhar

Cego não te irei olhar de frente

Resta o violino para recordar

 

Dança! Agora, vamos dançar

Melodia inacabada… clave de sol

Não te podia ver! Se te ver irei corar

Esvoaçam versos em girassol….

 

Lisboa, 03-04-2007 22:52:51


Poemas de amor e dor conteúdo da página

24.02.08

 

 

 

 

 

 

 

É CARNAVAL: É CARNAVAL
Rogério Martins Simões
 
É Carnaval!
É Carnaval!
Há máscaras, disfarces
e caretas!
Fantasias, farsas,
E outras tretas.
Haja alegria!
Rebentou o disfarce!
 
Aquele homem rico,
Que não sabe ser pobre,
Veste-se de mafarrico…
Porque o disfarce é nobre.
E a doce Violeta
Que anda aos caídos:
Cai na valeta
Perdendo os sentidos!
 
É Carnaval
É Carnaval
Há máscaras e caretas
Fantasias, e banquetes
Haja alegria
Rebentou o disfarce!
 
Lá vem um lunático
Mui nobre e senhor
Trajando de festa
Vestindo a rigor
Trás medalhas nobres
Ganhas á espada
Rindo dos pobres
Que não têm nada.
 
É Carnaval
É Carnaval
Há máscaras e caretas
Fantasias e banquetes
Haja alegria
Rebentou o disfarce!
 
E aquele menino de bem,
Que sacou dos pais algum,
Ri-se do Zé-ninguém,
Que não ganha nenhum.
E sempre a brincar
Com serpentinas
Vão-se enrolar
Em ressacas heroínas…
 
É Carnaval
É Carnaval
Há máscaras e caretas
Fantasias, e banquetes
Haja alegria
Rebentou o disfarce!
 
Elege-se um rei
Na festa final:
Um milionário
Trajando tão mal!
Com notas de mil
Atadas às outras
Compra o mundo vil
Das bancas rotas
 
É Carnaval
É Carnaval
Há máscaras e caretas
Fantasias, e banquetes.
Haja alegria
Rebentou o disfarce!
E no meio da confusão
Onde tudo é tão nobre
Empobrece o rico
Enriquece o pobre
 
Deixo-vos a loucura
Que gritar não faz mal
Haja alegria
É Carnaval
 
É Carnaval
Há máscaras e caretas
Fantasias, e banquetes
Haja alegria
Rebentou o falsete!
1967
Poemas de amor e dor conteúdo da página

23.02.08

CIRANDA EM DÉCIMAS COM QUADRA E GLOSA

 « A MINHA TERRA»

Uma iniciativa do Poeta Daniel Cristal


 

 


Minha Terra

Minha Terra, o meu Rio,
Tem beleza e esplendor,
De manhã sempre espio,
Na colina, o Redentor.
Altaneiro o Corcovado
É o altar de Jesus Cristo.
Eu me sinto abraçado
Toda vez que o avisto,
No meu Rio de Janeiro,
Muito lindo, o ano inteiro.

Pão de Açúcar, lá de cima,
Uma vista que alucina.
´A bela Copacabana,
De areia prateada,
Numa orla bem humana,
Por poetas, exaltada.
Vemos toda a Lagoa,
Num contorno rendilhado.
O meu canto ali ressoa
Por meus versos, assim, rimados.

Perdoa Gonçalves Dias!
Também canta o sabiá,
Para nossa alegria,
Nas Palmeiras que de cá.
São belezas do Brasil
Quer do Rio ou Ceará
Sob um céu que é cor de anil.
Como em nenhum lugar, há.
Exalto meu Rio co’ ética
Em décimas e com métrica!

Manoel Virgílio




 

 

 


Luiz Poeta
Luiz Gilberto de Barros - Rio de Janeiro - Brasil
Às 22 h e 25 min do dia 8 de janeiro de 2008,especialmente para o meu eterno irmão Armando Figueiredo ( Daniel Cristal )


Ouço um fado... silencio...
No triste som das guitarras
Meu sonho solta as amarras
Que me prendem ao vazio
E liberta meu navio...
De sonhos... rumo a Lisboa
De Camões e de Pessoa
De Saramago e Florbela...
E, por fim, na caravela
É minha alma... que voa.





 

 

 



TERRA DA MEIGUICE
Efigênia Coutinho

Sou da terra da meiguice
com cânticos de amor leal
é essa a terra real
aquela que sempre disse
sem qualquer esquisitice
ser o meu País natal.
Do oceano peço o sal
pra ir contigo ao mundo
do encanto onde abundo
Brasil também Portugal.



~

 



Poemas de amor e dor conteúdo da página

21.02.08

CIRANDA EM DÉCIMAS COM QUADRA E GLOSA

 « A MINHA TERRA»

Uma iniciativa do Poeta Daniel Cristal

 

Paulo Gondim

 

 

 

 

Quadra de Paulo Gondim

 

Minha terra tão querida
A quem sempre vou amar
Que deixei, mas voltarei
Ao meu lindo Ceará


Glosa do próprio autor

(Ceará, estado do nordeste do Brasil, de onde provém o autor)

Eu vivo longe da terra
Mas não é por opção
É de cortar coração
Viver nessa longa espera
Mas eu sei, ai quem me dera
Ver minh'alma agradecida
Na terra encontrar guarida
Quando um dia lá voltar
E nela poder falar
Minha Terra tão querida

Mas um dia eu voltarei
Trago cá em minha mente
Essa certeza latente
De ver tudo o que deixei
E as pessoas que amei
Que deixei a me esperar
Na certa vou encontrar
No meu lugar tão querido
Que nunca foi esquecido
A quem sempre vou amar

Quando lá chegar um dia
Essa angústia vai ter fim
O sol nascerá pra mim
Terá fim essa agonia
Que já me faz companhia
Nas terras por onde andei
Desde que de lá cheguei
Por isso quero matar
A saudade do lugar
Que deixei, mas voltarei

Esse meu lugar tão quente
Que há muito tempo não vejo
Desperta em mim o desejo
De lhe mandar um presente
No meu verso mais ardente
No meu jeito de falar
No meu singelo cantar
Em motes tão desconexos
Mas eu dedico esses versos
Ao meu lindo CEARÁ!

 

Paulo Gondim
 

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20.02.08

CIRANDA EM DÉCIMAS COM QUADRA E GLOSA

 « A MINHA TERRA»

Uma iniciativa do Poeta Daniel Cristal

 

 

Terra minha
(Eugénio de Sá)

 

(Lisboa - Vista do Castelo de S. Jorge)

 

Terra minha
(Eugénio de Sá)

Lisboa me viu nascer
e no seu seio dormir
se um dia dela partir
lá voltarei pra morrer


Glosa:

D' Ajuda sou filho inteiro
Desse bairro onde se vê
Mais lindo em cada maré
Correr o Tejo ligeiro
Reconheço lisonjeiro
Desse amor tudo colher
Porque é fonte do meu crer
Mesmo de longe eu almejo
Voltar de novo ao meu Tejo
Lisboa me viu nascer

E de Lisboa meu Deus
É dela a minha saudade
Dessa urbe sem idade
E os meus ais são todos seus
São dela os meus apogeus
Se um dia dela partir
Terá de ser como a aurir
Pois sei que vou ter saudade
De sentir minha cidade
E no seu seio dormir

Visito regularmente
os bairros mais populares
respirando aqueles ares
Vendo de lá o poente
E ao Castelo alegremente
Sempre lá vou pra remir
Remorsos de lá não ir
Rever a minha Lisboa
Só de pensar me atordoa
Se um dia dela partir

Hoje está tudo mais novo
Mas Lisboa é mesmo assim
É sempre mulher pra mim
Muda a vida, muda o povo
E dela a visão renovo
E lá a faço entender
Que mesmo sem eu o querer
A vida pode mudar
Mas se eu um dia a deixar
Lá voltarei pra morrer
 



 


No próximo dia 28 do corrente mês, quinta-feira, pelas 21h 30m, no Salão de Festas da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, vamos proceder ao lançamento do livro de poesia Tempo Meu, de Alexandre Castanheira, um dos mais conceituados escritores da nossa terra, comendador da Ordem da Liberdade (uma forma de reconhecimento público e institucional pelo seu empenho na conquista dos valores da Democracia). Mas esta é, também, a data do  80.º aniversário deste "poeta da liberdade" e, por isso, ocasião para festejar este facto. Junte-se a nós e venha passar um serão poético e musical que, decerto, não esquecerá. E traga um amigo consigo (ou vários)... cá estaremos para os receber. A terminar, peço-lhe: ajude-nos a divulgar este evento, reenviando esta mensagem aos seus contactos. Obrigada. Ermelinda Toscano  Poetas Almadenses  (Almada... a poesia está na rua!)   Poetas Almadenses (Almada... a poesia está na rua!)

 

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19.02.08

CIRANDA EM DÉCIMAS COM QUADRA E GLOSA

 « A MINHA TERRA»

Uma iniciativa do Poeta Daniel Cristal

 

 

Minha Terra !
Mercília Rodrigues


 

Minha Terra !
Mercília Rodrigues

Berços verdes, céu de anil,
Minha terra, tão querida !
Morena praia, ah, meu Brasil,
Suas manhãs enriquecidas !


Glosa

Orgulho-me da grandeza .
Força, crença e coração !
Pele em flor, cheiro de chão
Mulher amada, em realeza !
Mostra em si toda beleza ...
Elegância cá existiu .
Senão aqui os encantos mil !
Bendigo: sou brasileiro,
Terra de um chão hospitaleiro !
Berços verdes, céu de anil .

Acorda nos madrigais,
Pela punjança serena,
E o cantar das siriemas,
Floreiras dos cafezais .
Águas nos manaciais !
Cidade corre aguerrida,
Capitais enternecidas,
Imensos rios...corredeiras,
Despencam-se cachoeiras
Minha terra tão querida !

Braço aberto, esse torrão
De imensurável riqueza !
Bênçãos da mãe natureza
Alma do mundo, este chão...
Este povo, só coração !
Mares de azul anil,
Areias alvas, grãos em fio,
ao longo belas palmeiras,
lentas leves, quais bandeiras .
Morenas praias, ah, meu Brasil !

O horizonte, além da serra
É infinito em sua beleza,
Água brota, em correnteza,
Juntando os fios, abre a terra,
Mostra a força que em si encerra !
Cachoeira de véu vestida,
Caindo, em bruma arremetida .
Campos serenos, orvalhados,
doce odor, aveludado ...
Suas manhãs enriquecidas !

mercilia.rodrigues@terra.com.br

 

 

 

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18.02.08

CIRANDA EM DÉCIMAS COM QUADRA E GLOSA

 « A MINHA TERRA»

Uma iniciativa do Poeta Daniel Cristal




MINHATERRA
Humberto Rodrigues Neto

Décimas em glosa ao mote do próprio autor:

A todos São Paulo abriu
futuro alegre e otimista
e disso eu me vanglorio,
da glória de ser paulista!


Glosa


Aqui nasci e me criei
à sombra de arranha-céus,
em meio aos suados véus
da garoa que eu amei,
das mulheres que afaguei!
A Paulicéia atraiu
quem de sua terra saiu,
e uma vida de sossego,
a chance de paz e emprego
a todos São Paulo abriu!

Acolhendo os forasteiros,
a terra dos bandeirantes
deu apoio aos imigrantes,
que alegres e sobranceiros
uniram-se aos brasileiros!
A essa grei sã e idealista,
plena de visão realista,
São Paulo sempre apoiou
e em tempo algum lhes negou
futuro alegre e otimista!

Terra mais verde e amarela
neste meu país não há
desde o sul até o Pará!
Belos parques, lindas praças,
perfeita fusão de raças
que um tesouro construiu
de honra, de amor e brio!
É o sangue de João Ramalho
pulsando na forja ou malho,
e disso eu me vanglorio!

De Fernão Dias as bandeiras
já pensavam coisas grandes
e até no sopé dos Andes,
com as cores brasileiras,
fincaram nossas fronteiras!
De seu pendão cada lista,
é um triunfo, uma conquista
deste rincão soberano;
por isso me sinto ufano
da glória de ser paulista!

Humberto Rodrigues Neto
(Humberto - Poeta)


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17.02.08

CIRANDA EM DÉCIMAS COM QUADRA E GLOSA

 « A MINHA TERRA»

Uma iniciativa do Poeta Daniel Cristal



A MINHA TERRA

Em Lisboa eu nasci
E digo de brincadeira
Desta cidade altaneira
"Prá terra" nunca parti...

 

Nota: para quem não saiba, "Ir prá terra"= ir de férias ou partir de vez para a Terra Natal

 

Quadra de Carmo Vasconcelos
Glosada pela própria autora

Sou alfacinha da gema
Lusitana com vaidade
Pois nasci numa cidade
Que se veste de poema
Cheira a goivo e alfazema
Tem as cores do colibri
No mundo que percorri
Não encontrei outra igual
Seu porte é nobre e real
Em Lisboa eu nasci


Foi nela que vi o rosto
Da santa que me deu vida
E onde os seus olhos à ida
Também fechei com desgosto
No seu sal e no seu mosto
Criei a força guerreira
Desta gleba justiceira
Nela sorri e chorei
E o primeiro amor beijei
E digo de brincadeira

Que sou filha dos sem-terra
Pois nas férias de que gosto
À terra doutros me encosto
Seja no mar ou na serra
Mas cedo a saudade berra
Para voltar à soleira
Postar os olhos à beira
Das gaivotas
em voejo
No
verde ondular do Tejo
Desta cidade altaneira

Amo o seu cheiro sem par
Sua luz que me ilumina
É musa que me fascina
Pois tem vozes de avatar
Poesia a me chamar
Desde que me conheci
E ao seu fado me cingi
Lisboa do meu amor
Jamais lhe dei essa dor
"P´rá terra" nunca parti

Carmo Vasconcelos
Lisboa, 8 de janeiro/2008




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16.02.08

CIRANDA EM DÉCIMAS COM QUADRA E GLOSA

 « A MINHA TERRA»

Uma iniciativa do Poeta Daniel Cristal





A Minha Terra
Mote

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá.
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
(Gonçalves Dias)

Glosado por: Benedita Azevedo

Minha terra vou te amar!
Foi lá que ao mundo cheguei,
E naquele rio nadei.
Tentei aprender remar
Para o rio navegar.
Com folhas tais quais bandeiras
Em suas margens as palmeiras
Transmitindo as alegrias,
Cantos de Gonçalves Dias:
MINHA TERRA TEM PALMEIRAS
.

São tantos os bens legados
Alegria do meu povo...
Ai! Quero vê-las de novo.
Tais quais leques espalhados
Em horizontes nublados
Quero muito voltar lá.
Correr pra lá e pra cá,
Ver aquela natureza
De Itapecuru, beleza...
ONDE CANTA O SABIÁ
.

Meu rio naquelas paragens,
Correndo bem caudaloso
Com seu cantar amoroso.
Ondas batendo nas margens
Dos banzeiros, das aragens,
E as meninas que passeiam.
Com sorrisos alardeiam,
Para os meninos que encontram,
Todos ali reencontram,
AS AVES QUE AQUI GORJEIAM
.

Já vai lá o entardecer
Daquela gente querida
Que deu vida à minha vida,
Não consigo esquecer.
E quero então merecer,
No jantar um vatapá.
Depois ver o boi-bumbá,
Visitar os meus vizinhos
Pois aqui os passarinhos
NÃO GORJEIAM COMO LÁ
.

Praia do Anil, Magé, RJ,Br, 05.01.2008
Benedita Azevedo


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15.02.08

CIRANDA EM DÉCIMAS COM QUADRA E GLOSA

 « A MINHA TERRA»

Uma iniciativa do Poeta Daniel Cristal



 

(ITAPECERICA)

 

 

A MINHA TERRA

Cidade Itapecerica
tem rosas e prosadores
feliz a minh’alma fica
quando lhe canta louvores.


Quadra de Erriene.

Glosada pela filha Célia Lamounier de Araújo

Atendo o chamado amigo
para cantar minha terra
e meu coração não erra
quando “Verde é meu chão” digo
pelas ruas canto e sigo.
Sou de Itapecerica
Tamanduá, linda e rica,
de Minas velha cidade
era São Bento do Abade
Cidade Itapecerica.


Tantos nomes, tantos filhos
tanto tempo se passou
muito romance ficou
em versos, prosas, idílios
nascidos ficam nos trilhos
de alegrias e amores.
De alguns também restam dores
no livro "O Seminarista"
a história toda é vista,
tem rosas e prosadores.

Seja no campo ou na estrada
na sede, rio ou em casa,
toda beleza extravasa:
pássaros em revoada
sempre aqui na terra amada.
Nas capoeiras, a bica
de água nascente é mais rica
flores, frutos, bichos tem
vida verde-azul e bem
Feliz a minh’alma fica.

Canto minha terra sim
não troco lugar nenhum
por este mundo incomum.
Tenho jasmim e jardim
bandolins e moro enfim
onde vivem sonhadores,
maestros e cantadores
de uma vida bem feliz.
E é tal qual meu verso diz
Quando lhe canta louvores.

http://celialamounier.portalcen.org

 

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    MEIO HOMEM INTEIRO
    Rogério Simões
     
    Meia selha de lágrimas.
    Meio copo de água
    Meia tigela de sal
    Meio homem de mágoa.
    Meio coração destroçado
    Meia dor a sofrer.
    Meio ser enganado
    Num homem inteiro a morrer.
    11/4/1975

    Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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