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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda




Rogério Martins Simões

Cria o teu cartão de visita Poemas de amor e dor conteúdo da página

30.05.08

 

 

 

Vem daí amar ao Próximo

Rogério Martins Simões

 

Os espelhos aglutinam as dores,

quando os desesperados

perdem os sorrisos

e alimentam os sonhos

 no tecto da lua…

 

Nunca digas que estás bem

Se não furtares o espelho

 do desespero…

e não te despejares

do que te faz falta.

 

Para que te revejas:

acende uma vela

por cada obra tua…

e pincela com orvalho

cada sapato que te sobra.

 

Não consegues disfarçar

a razão de quereres tudo?!

Nem irás confessar

que queres mais!

Se, ainda assim, te sobrarem os trastes

não os entregues aos límpidos:

Porque te podem fazer falta.

 

Nunca te pedirei demais

Porque nada tens que seja teu!

 

Deste-me um espelho

que nunca será meu…

E encarceraste os meus sonhos

que guardaste no cofre…

 

Se nada disto te disser alguma coisa

Vem daí!

Enrosca-te, na noite fria,

para escutares, comigo,

o rumor dos mais desesperados.

 

 

Lisboa, 12-03-2008

 

 

 

CONVITE para hoje 31 de Maio em ALMADA
 
Poetas Almadenses (associação) <poetas.almadenses@gmail.com>:
No próximo dia 31 de Maio, sábado, a partir das 17h, venha participar/assistir à nossa sessão mensal de POESIA VADIA, um espaço de convívio inter-geracional, de carácter informal, onde todos são importantes... poetas e público, unidos pela poesia.
 
Dia 31 é, igualmente, o Dia do Associativismo. Por isso, numa terra com uma longa tradição neste campo, a "Poesia Vadia" deste mês é, também, a comemoração deste evento. E realizá-la num dos mais emblemáticos locais da nossa cidade, o Salão de Festas da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, é uma pequena homenagem dos "Poetas Almadenses" a todos aqueles que fizeram desta colectividade um exemplo.
 
Como sempre, estarão disponíveis para venda algumas das nossas obras. E, no final, poderá provar os maravilhosos "doces da Mimi", uma das nossas poetisas que tem um dom especial para a doçaria (quiçá, inspirada pela poesia com que nos delicia)... uma surpresa que teremos muito gosto em oferecer a todos os presentes.
 
Venha partilhar connosco os seus poemas, ou dos autores que mais gosta. Traga um/a amigo/a. Cá estaremos para vos receber a todos de braços abertos. 
 
Terminamos com um pedido: divulgue este e-mail pelo seu círculo de amigos. Obrigada  

--
Poetas Almadenses - http://poetas-almadenses.blogspot.com

(Almada... a poesia está na rua!)
 
Poemas de amor e dor conteúdo da página

28.05.08

 

(óleo sobre tela CEZANNE)

 

 

 

INTROSPECÇÃO

Rogério Martins Simões

 

Se não conseguires escrever

com as duas mãos,

ainda assim, escreverás com uma;

 

Se tiveres dificuldade em escrever direito,

com uma mão,

escreve com os dedos que te restam;

 

Se te tremerem as mãos

e sentires que te olham,

não te importes!

Só treme quem está vivo.

 

Se não conseguires escrever

Dita os teus reversos

para que alguém

te apare a escrita…

e o néctar dos teus versos.

 

Se mesmo assim

tiveres em dificuldade,

esforça-te:

 grava as palavras

no teu coração

E recorda que já foste poeta

 

Lisboa, 29 de Janeiro de 2008

 

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

26.05.08

 

(Óleo sobre tela CEZANNE)

 

 

 

 
ANDO PARA AQUI SEM SENTIDO
Rogério Martins Simões
 
Ando por aqui sem sentido
- meio despido, meio vestido…
Ando por aí sem estar cansado
de marginais interrogações.
Analisemos as questões:
vistas as coisas não avisto nada!
Nada, sempre nada…
só o nada se renova!
Renovar é o caminho seguro
para desaparecer…
Existir é morrer.
A lamúria não basta para deprecar
o meu estado de alma
que nem sei por onde anda.
 
Viajo na carapaça de um caracol,
lentamente,
e o tipo que aguente.
Esmago a passo de lesma
o peso que torna
e me transforma
num pedaço de tudo...
 
Tantas interrogações sem ressentido!
Ando invertido e o inverso
é o reverso do meu estado de alma.
 
Aluguei um espaço na lua
era ainda criança.
Deixei de o ver
já era adulto
e, no indulto,
a lua cheia ficou minguante.
Seco a cada instante
os pergaminhos da sorte
sem me lembrar do reverso.
– Como eram os cordeirinhos?
 
Não largo o caracol,
pernas para que as quero,
quanto mais devagar melhor!
Estarei a apreciar o meu espaço lunar?
 
Olha! É quarto crescente!
Que Deus te guie e aguente.
Repara! Ontem não estavas nisto,
enterrado até ao pescoço,
ala moço
que se faz tarde!
É tarde! Não existo…
 
Lisboa, 8 Junho de 2006

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

20.05.08

 

Bete e Romasi

 

 

 

Versei-te o coração

Rogério Martins Simões

 

Em poemas que te cantava,

naqueles tempos de então

não via teu rosto e sonhava

eras a minha invenção.

E o nosso tempo esvoaçava

em provocação…

e assim por aí andava

de mão em mão…

 

Depois, eu vi teu rosto

Luar de Agosto

num novo poema

numa nova canção:

e numa noite diadema

Acendemos a fogueira

Atiçámos a chama

Apagámos a cegueira

De mão na mão…

 

E foi o poema que te encontrou

Quando para sempre jurou

Que a partir desse dia

 Não eras mais fantasia

ou simples imaginação!

E num rasgo de poesia,

ousada, perdida ou vadia

versei-te o coração.

 

Numa noite diadema

neste novo poema

nesta nova canção:

 

Acendemos a fogueira

Apagámos a cegueira...

De mão na mão…

 

19-05-2008 23:48:43

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

18.05.08

 

MANOEL MARIA BARBOSA HEDOIS DE BOCAGE



 

A bem da cultura e da língua portuguesa, tenho a honra de dar notícia que foi encontrado o Livro da "Casa da Índia" onde se encontra registado o Decreto da Rainha Dona Maria I, datado de 31 de Janeiro de 1786, a nomear o grande poeta português, MANOEL MARIA BARBOSA HEDOIS DE BOCAGE, Guarda Marinha da Armada do Estado da Índia.

 

 

Este precioso registo encontra-se no livro 19 a folhas 81 da “CASA DA ÍNDIA” e foi redescoberto pela actual responsável da Biblioteca e Museu da Alfândega, no Edifício do Terreiro do Trigo, em Lisboa.

Graças à actual direcção da Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais Sobre o Consumo este e outras centenas de livros com muitos séculos - desde o século XVI - estão, e bem, a caminho do local onde há muito deveriam estar – a “Torre do Tombo”.

Os homens da ciência, que se dedicam ao estudo das diferentes matérias, vão ter aqui muito por onde começar.

Rogério Martins Simões

 

 

 

Original

Livro 19

Página 81

Dona Maria por Graça de Deus, Rainha de Portugal e dos Algarves dáquem e dálem mar em Africa Senhora da Guiné e da Conquista Negociação Comércio da Etiópia Arábia Pérsia, e da Índia Nossas.

          Faço saber aos que esta Minha Carta Patente virem: que Eu hei por bem fazer mercê Manoel Maria Barbosa Hedois de Bocage, de o nomear Guarda Marinha da Armada do Estado da Índia; Com o qual posto haverá o soldo que lhe tocar, pago na forma de Minhas Reais Ordens, e gozará de todas as honras, privilégios, liberdades, isenções, e franquezas, que em razão dele lhe pertencerem. Pelo que mando ao meu governador, e Capitão General do Estado da Índia, conheça ao dito Manoel Maria Barbosa de Bocage, por Guarda Marinha da Armada do Sobredito Estado, e como tal o honre estime, deixe servir e exercitar o dito posto, e haver o soldo como dito é; e às pessoas que lhe forem subordinadas, Ordeno que em tudo lhe obedeçam e que cumpram as suas ordens, quer por escrito quer verbais, naquilo que tiver a ver com o meu real serviço, como devem e a isso são obrigados; e ele jurará, da forma como é costume, de que se fará assento nas costas desta Carta Patente, que para tudo legalizar, Eu mandei escrever e por Mim foi assinada, e selada com o Selo Grande das Minhas Armas,

          Dada na Cidade de Lisboa a 04/Fevereiro, Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, de 1786= A Rainha = O Conde da Cunha = Patente porque Vossa Magestade há por bem fazer mercê a Manoel Maria Barbosa Hedois de Bocage, do o nomear Guarda Marinha da Armada do Estado da Índia, Como nesta Carta se declara = Para Vossa Magestade ver = Por Decreto de Sua Magestade, de 31/01/1786 = o Secretário Joaquim Miguel Lopes de Lavre a fez escrever = João Carlos Finali. a fez = regimentada a folhas 195 do livro 44 dos ofícios desta Secretaria do Concelho Ultramarino. Lisboa 15/02/1786 = Joaquim Miguel Lopes de lavre = Fica assente esta patente nos livros das Mercês, e pagou 2400 reis = Pedro Caetano Pinto de Morais Sarmento = José Rical de Pereira de Castro = pagou 540 reis, e aos oficiais 2138 reis. Lisboa 18/02/1786 = Dom Sebastião Maldonado = Regimentada na Chancelaria Mor da Corte e Reino, no Livro de Ofícios, e Mercês, folhas 316 verso, Lisboa 18/02/1786 = Mateus Roíz Viana = Despacho do Provedor = Registe-se nesta Casa da Índia, Lisboa 02/03/1786 = Dom José Joaquim Lobo da Silveira.

(Transliteração da autoria do meu colega e amigo Fernando Eduardo Gonçalves Sanches da Silva)

 

2ª folha

 

 

Camões, grande Camões, quão semelhante

Acho teu fado ao meu, quando os cotejo!

Igual causa nos fez perdendo o Tejo

Arrostar co sacrílego gigante:

 

Como tu, junto ao Ganges sussurrante

Da penúria cruel no horror me vejo;

Como tu, gostos vãos, que em vão desejo,

Também carpindo estou, saudoso amante:

 

Ludíbrio, como tu, da sorte dura

Meu fim demando ao Céu, pela certeza

De que só terei paz na sepultura:

 

Modelo meu tu és... Mas, oh tristeza!...

Se te imito nos transes da ventura,

Não te imito nos dons da Natureza.

Bocage

 

 

 

Já por bárbaros climas entranhado,

Já por mares inóspitos vagante,

Vítima triste da fortuna errante,

dos mais desprezíveis desprezado:

 

Da figueira esperança abandonado,

Lassas as forças, pálido o semblante,

Sinto rasgar meu peito a cada instante

A mágoa de morrer expatriado:

 

Mas ah! Que bem maior, se contra a sorte

Lá do sepulcro no sagrado hospício

Refúgio me promete a amiga Morte!

 

Vem pois, oh nume aos míseros propício,

Vem livrar-me da mão pesada e forte,

Que de rastos me leva ao precipício!

 

Bocage


 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

17.05.08

 

Poeta Daniel Cristal é poeta residente deste blog. Daniel Cristal é poeta português e mestre de poesia.

Ele sabe quanto o admiro e o que lhe desejo neste momento!

 

 

 

 

VENHA O QUE VIER

Daniel Cristal

Como eu te entendo amigo-companheiro,

como eu sinto a cruel dor duma amargura!

Também já atravessei com fartura

charcos de água bolor num atoleiro...

 

Entre muitos revezes enfrentados

tu vais usufruindo da vitória

com perdas e iguais ganhos numa história

que goza esta vida dos dois lados.

 

Aceitar a derrota e a vitória

como uma aprendizagem permanente,

torna qualquer pessoa independente

e deixa-nos felizes na memória...

 

No momento azarento tu dirás

pois venha o que vier nada me estraga

a vida... e até prescindo da adaga!

As coisas são tão boas quanto más!

 

E continua na senda do sucesso;

podes mesmo virar-te do avesso

e mostrar-lhe uma cara feita gesso,

mas agita a bandeira do progresso.

 

 

2007. Portugal

©ArmandoFigueiredo

 http://romasi.netpampilhosense.org/daniel_cristal.htm

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

16.05.08

 

 

 

 

CORAÇÃO DE CRISTAL

Efigénia Coutinho

 

 

Tenho um coração de Cristal
minha fonte pura de magia
rei de minhas noites de luar
aos tons suave duma cantoria.

 

Fonte cristalina que vida encerra

com sua  luz  engravida a terra
todo bem que em ti alcança
 do sonho, se  imortalize a senda!

 

Vem em mim  amoroso sonho

ânsias infinitas,  olor e desejo

palpitando rumores - teu beijo!...

 

Ó fonte cristalina que  corre cheia
que eu me desmanche alva e sonora
em  teu coração por dentro e por fora!

 

Balneário Camboriú
Maio 2008

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

14.05.08

 

 

Efigénia Coutinho Poetisa brasileira que muito admiro, poeta como ela gosta que a chamem, é poeta residente deste blog. Pois bem, tenho a honra de vos dar a conhecer mais um extraordinário poema. Sem favor, deixem mensagem para a poeta e visitem a sua Academia Virtual de Poetas e escritores

 

 

 

TEU SOM GUITARRA

Efigénia Coutinho

 

Há um som que me acompanha
sempre pungente,  romântico, que
lancina da guitarra

e que só tu sabes dedilhar.

Geme sensual , aflita

e quanto tanges ressucita  minha alma
das loucas corredeiras da vida!

 

 

Chegas, redentora, desenhando
meus sonhos pelo universo

e neste verso tu me desafias,
salgando minhas fantasias,
 derramado teu tom,

fazendo-me recordar

dos sonhos que sonhávamos juntos!

 

 

Geme por coisas distantes!

Um sonho que se afunda noutro sonho,
murmuram os mesmos desejos,

desejando todos os beijos
ao som da guitarra
que dedilhas suavemente

o fado que juramos eternamente...

 

 

Balneário Camboriú

Abril 2008

http://www.avspe.eti.br/afbook/

Poemas de amor e dor conteúdo da página

12.05.08

 

 

 

 

PÁRA

Rogério Martins Simões

 

Segredaste-me tantas palavras,

Esta noite meu amor,

Quando no quarto imperava o silêncio!

E disseste tantas coisas,

Em silêncio,

Que nada ficou por dizer!

 

Tu sabes que eu gosto do silêncio!

De respeitar o silêncio,

Mesmo que ele incomode.

 

Incomodam-me

Mais os estados de “não alma”,

Que perturbam o silêncio,

Com palavras ditas de forma não calma.

 

Eu sei que não conheces

As “não palavras:

Que me ferem os tímpanos,

Que não acalmam!

Que me pulverizam o silêncio

Aniquilando o alento!

Que me cortam a respiração

E me deixam frustrado,

Cabisbaixo,

Adiando ou extinguindo

Para sempre a inspiração!

 

Que génio teriam os poetas

Se lhes parassem a respiração,

O pulsar e a pena?!

 

De que forma?

Com que sentido,

Teriam estas palavras,

Se as minhas palavras

Fossem desprovidas de qualquer sentido.

 

Sentidas foram as tuas palavras

Quando me disseste,

Sem falar,

Estas palavras:

Pára de escrever!

Porque as palavras te fazem sofrer!

Pára, vem descansar!

Para o corpo retemperar!

 

Mas meu amor

O meu descanso

Está nas palavras que não comando!

E se sofrer eu sofro

Escrevendo

Pior sorte seria

Não escrever chorando.

 

17/05/2004

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

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    MEIO HOMEM INTEIRO
    Rogério Simões
     
    Meia selha de lágrimas.
    Meio copo de água
    Meia tigela de sal
    Meio homem de mágoa.
    Meio coração destroçado
    Meia dor a sofrer.
    Meio ser enganado
    Num homem inteiro a morrer.
    11/4/1975

    Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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