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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

Hoje nem sei cegar (republicado)

 

Depois do incêndio

Pampilhosa da Serra

(Foto cedida pelo Sr. Padre Pedro)

 

 

 

 

HOJE NEM SEI CEGAR…
Rogério Martins Simões
 
Hoje nem sei cegar
Os tristes olhos da minha alma.
Sou um manuscrito cor devorada,
Que a alvorada não acalma.
Só lágrimas mimam o nada:
Lágrimas! Só sei chorar!
 
Hoje nem sei andar…
Sou um farrapo e já fui fada…
Sou um navio sem timoneiro.
Sou barca de proa encalhada…
 
Marinheiro!
Rema meus olhos de mar…
 
Hoje nem sei afogar
Os meus olhos manda-chuva.
Canto este sofrimento cansado!
Maré que vai cheia, sem chuva,
Lava o meu sorriso molhado!
Hoje nem sei versar…
 
Aldeia do Meco 11-06-2007 22:13
 
(Registado no Ministério da Cultura
- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. –
Processo n.º 2079/09)
 
 
 
Poemas de amor e dor conteúdo da página

Soprei numa pena! (Republicado)

 

 

CEZANNE

 

 

 

Soprei numa pena
Rogério Martins Simões
 
Soprei numa pena
Que se anichou à janela
Aí está ela, agarrada à empena.
Sem pena, partiu à vela….
 
Valerá a pena ir atrás dela?
 
Deu a volta e reentrou,
Parece serena!?
Soprei na pena e a pena voou,
Aí vai ela! Pela porta pequena…
 
Valerá a pena partir com ela?
 
Vem um passarito
Apanha-a no bico
Ouve-se um grito
Aí vai ela, a caminho do pico…
 
Valerá a pena ter pena dela?
 
Vem um gavião com asas de granito,
Devolve-me a pena, com penas na sela…
São do passarito que passou a goela
Parte gavião! Leva as penas maldito…
 
Regressou a pena!
Não voltei a soprar mais nela…
Parece serena,
A pena,
Que pena reencontrar-me com ela!
 
Hospital dos Capuchos, 19/9/2007
(Concluído em 02/10-2007)
(Registado no Ministério da Cultura
- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. –
Processo n.º 2079/09)
 

 

 

 

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Diáspora (reposição)

 

 

Santa Apolónia - Lisboa - Portugal

 

 

DIÁSPORA
Rogério Martins Simões
 
Gosto de viajar para casa.
Regressar é um desejo de quem parte
e não quer ir.
Vou!
Já fui tantas vezes na aventura
calcetando pedras,
dormitando em tábuas,
onde me perco sem contemplações,
encalhando nos confins das terras,
amealhando uns tostões.
 
Tivesse asas para acompanhar o
pensamento
porque as asas só se levantam tendo
penas.
Penas tenho!
Pena não tenho!
- Da fome e dos xailes pretos…
 
Deixei em casa corpos em metamorfose,
silêncios e silvas,
que crescem entre muros e dão
amoras…
Comprei a última tesoura de podar
Tenho a barriga a dar horas
E um sonho para voltar...
 
A vinha ficou brava…
A casa fechada, e a horta,
são agora um pasto de chamas.
- Aldeia porque me chamas filho
se só tive madrasta!?
- Nação porque me pedes o voto
se já nem te sei ler!?
 
Gosto de regressar mas não posso
ficar…
Falo agora esta meia língua estranha,
porque já esqueci a minha…
Volto a percorrer as estradas
que me afastam do que resta...
Levo uns trocos para a viagem
e quando me virem vai ser cá uma
festa….
Vou petiscar couratos
e beberei uns copos
com os rapazes do meu tempo.
Regressarei um dia para cuidar da
vinha…
Por agora durmo a sesta…
 
Voltarei para cumprir a promessa…
E beberei nos corpos deixados
um néctar guardado,
entre fragas e pinheiros…
 
Verberarei palavras de fel,
embrulhadas com cargas de explosivos,
abrindo estradas;
Caminhos que me deixaram partir.
 
Agora tenho de ir…
Regressarei à casa nova que construí
e em cada degrau
limparei as lágrimas definitivas
da minha saudade.
 
Vou partir mas quero regressar…
Oh Pátria amada,
onde se acolhem os sonhos do meu
regresso:
- Por que me deixaste partir?
 
Oh Pátria amada deixa-me regressar
ainda que só te enxergue,
no que resta,
dos penhascos e das pedras pretas.
 
Quero todo o barro, granito ou lousa
Quero a água cristalina que emergia das
fragas.
Quero depositar uma coroa de rosas
nas campas rasas dos meus pais.
E uma coroa de espinhos nos despojos
dos que me obrigaram a seguir…
 
Sonhei voltar!
Não voltarei para partir…
Não voltarei a sonhar.
Vou ficar!
Tenho filhos e netos neste lugar
 
Retalha a saudade
no que resta do meu corpo!
Viajarei gavião….
 
Por agora recebo notícias do meu país
- Dizem que as motas todo-o-terreno
debutaram nas silvas da minha aldeia…
 
E se a língua portuguesa é a minha raiz
profunda,
afundo as minhas mágoas por não poder
regressar,
Por que, agora, regresso escreve-se
noutra língua
e já nem sei o caminho de retorno..
8/03/2007
 
(Registado no Ministério da Cultura
- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. –
Processo n.º 2079/09)
 

 

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JOSÉ AUGUSTO SIMÕES com 87 anos plagiado

 

Foto da National Geographic

 

 

 

RICARDO ESTEVÃO – MAIS UM PLAGIADOR
 
Nem a poesia de o meu idoso pai e meu mestre escapou aos predadores. Meu pai com 87 anos de idade nem sabe, neste momento, que transformaram o seu SOL, a que ele chama de Divino, em SOL QUE BRILHA.
Perdeu-se o respeito! Para quê escrever? Se é tudo nosso!
O Ricardo Estêvão esmerou-se e passou de socorrista a plagiador para oferecer à namorada.
O meu poema DESEJO escrito antes de ele nascer, 1969, foi agora escrito por ele e passou a chamar-se AS ONDAS DO NOSSO MAR. Uma tormenta!
O meu poema “POESIA QUERO NAMORAR CONTIGO” passou a LUAR.
Face ao que antecede, já comuniquei à Administração do H5 conforme abaixo transcrevo.
 
 
Estimados senhores, boa noite,
 
Como já escrevi tenho sido muito plagiado no H5. Já apresentei queixa contra HEMILTON AFONSO e ele continua a plagiar. Mudou de táctica e está a plagiar outros poetas que conheço.
 
Hoje fui encontrar neste link 3 poemas pirateados por RICARDO ESTEVÃO.
 
http://bangkokbar.hi5.com/friend/profile/displayJournal.do?ownerId=46190996
 
1.   Seguindo o link encontram o poema SOL DIVINO, escrito por meu pai – José Augusto Simões – com 87 anos de idade e que foi editado no seu blog http://povoa.blogs.sapo.pt
e no meu http://pomasdeamoredor.blogs.sapo.pt. Este poema do meu pai passou a designar-se SOL QUE BRILHAS.
 
2.   O segundo poema é o meu poema DESEJO que o plagiador designou por AS ONDAS DO NOSSO MAR.
 
3.   O terceiro poema é o meu POESIA QUERO NAMORAR CONTIGO que o plagiador alterou para LUAR
 
ESTES POEMAS FORAM PLAGIADOS!!!
Estes poemas foram escritos por mim e aqui destruídos.
A prova está no meu blog e no motor de busca do GOOGLE
Autor do poema, devidamente registado, é Rogério Martins Simões
Pode ser encontrado o original em POEMAS DE AMOR E DOR
O poema encontra-se devidamente registado em Portugal na IGAC Inspecção-Geral das Actividades Culturais processo 2079/09.
Dado que o poema foi plagiado copiarei o link e o texto plagiado para
Servir de prova.
Rogério Martins Simões
http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt
 
Com os melhores cumprimentos aguardo por decisão de V.Exas indicando-me os dados do plagiador para apresentar a respectiva queixa.
Melhores cumprimentos
Rogério Martins Simões
 
INQUÉRITO
Thank you for sending your message to hi5. The ticket code for this enquiry is LTK151033661753X.
 
Para finalizar quero informar os poetas que não ligam a estes assuntos que ainda hoje apanhei mais três poetas plagiados, um deles a ALUENA já por mim avisada.
Voltarei a este assunto. Afinal ainda só procurei por 50 poemas. Faltam 300…
 
Deixo-vos como Sol do meu bom e querido pai
 
 
 
O SOL
José Augusto Simões
 
Sol divino, Sol divino
Lindo é vê-lo nascer
É mais um dia na vida
Deus nos dá para viver
 
Sol divino, Sol divino
Que ilumina toda a terra
Desde o mais profundo vale
Até ao mais alto da serra
 
Sol divino, Sol divino
Que nos dá tanta alegria
Acaba a noite cerrada
E irrompe o claro dia
 
Sol divino, Sol divino
Nos dá tanta beleza
É a estrela mais bela
Que nos dá a natureza:
 
Quando está ao pé do rio
Em cima de uma cascata
O fundo parece de ouro
A água da cor da prata
 
Todo o ser vivo se mexe
Quando vê nascer o Sol
Os passarinhos cantam
Trina o lindo rouxinol
 
Rouxinol que bem cantas
Onde aprendeste a cantar?
- No cimo daquele salgueiro
Com os ramos a abanar!
 
Todas as aves cantam!
Cada qual com sua voz!
Eu já acompanhei o rio…
Da nascente até à foz
 
Estou velho! tu és menino
Nunca irás envelhecer
Sol divino, Sol divino
Sem ti não posso viver
 
Lisboa, 25/9/2007
 
DEDICADO AO POVO DE PRAÇAIS
PAMPILHOSA DA SERRA

 

 

MAIS PLÁGIOS
 
 
 
POEMA DESEJO – PLAGIADO POR:
 
http://literandozarzur.blogspot.com/2008/05/meu-jeito-de-amar.html
 
Neste link passou a Meu jeito de amar” e assinado por Renato
 
http://butterflydanoite.blogs.sapo.pt/2902.html
 
Neste link passou a “AMOR”
 
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Pesia y algo más, Maria Elena Sancho

Poesía Y Algo Más

 

 

 

 

Na Argentina existe um programa de rádio que está no ar todos os Sábados, através da internet, entre as 20 e as 21 horas, de Buenos Aires, produzido e conduzido por MARIA ELENA SANCHO.
A poetiza Maria Elena, com um vastíssimo currículo, tem sido distinguida com os mais variados prémios nacionais e internacionais. Maria Elena Sancho é para mim um símbolo na divulgação dos poetas e da poesia do mundo.
Para além do programa de rádio, foi a mentora de um encontro anual de todos os poetas do Mundo.
Fico feliz e partilho, com os meus leitores e amigos, a escolha e a inclusão de dois sonetos meus: “EM SONHO ME DEPENDUREI NO LUAR” e “A ESTRELA MAIS BELA QUE ENCONTREI” no segundo livro, intitulado, “LETRAS DEL ALMA POESIAS DEL MUNDO – POESIA Y ALGO MÁS – SEGUNDA PARTE”. Aqui fica o link para que possam copiar o livro.
Já não é a primeira vez que eu sinto esta distinção, esta felicidade, nomeadamente, quando a Maria Elena traduziu para castelhano e deu voz ao meu poema “A menina Dança?”
Pelo meu lado sinto-me muito honrado por me encontrar entre tantos e talentosos poetas.
Para aqueles que plagiaram estes dois poemas será decerto uma frustração. É que, para além de registados em Portugal, também já foram recitados e publicados na Argentina.

 

 

 

 

 

Letras del alma poesías del mundo
Poesía Y Algo Más
Segunda parte
para descargar el libro, haz click
aqui.
 

 

 

 

 

"POESIA Y ALGO MÁS AQUI" èMARIA ELENA SANCHO ç

 

 

 

 
EM SONHO ME DEPENDUREI NO LUAR
Rogério Martins Simões
 
 
Em sonho me dependurei no luar.
O luar quis acordar os nossos cios.
Ali estavas, desnudada no meu olhar,
Encandeando meus olhos luzidios.
 
Os sonhos soçobram ao acordar…
O luar distende o sonho em atavios.
Ai!, sereia espraiada no meu mar,
Esperando as águas dos meus rios…
 
Luar!, tapa-me os olhos e os dias:
Antes cego, que acordar e não ter,
Do que ver, e não ter o que vias….
 
Prendo, no sono, o sonho para te ver,
Fico cego se em mim não te sentir,
Fios de seda - não te deixem partir!
 
Lisboa, 05-01-2009 20:49:30
 
 
 
 

 

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amrosaorvalho.gif

MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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