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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

Poemas de amor e dor 6 anos de poesia

 

(Fotografia registada

de

Rogério Martins Simões

 

 

Álbum -  poetaromasi - site Olhares
 
 

 

6 de Março de 2004 - 6 de Março de 2010
 
Completa hoje seis anos, este blog no Sapo, que é o meu livro de poesia
 

Para marcar esta data deixo-vos um poema que canta o que todo o ser humano mais honra, ou deveria desejar para todos os povos do mundo

 

 

 

 

LIBERDADE
Rogério Martins Simões
 
Quando as manhãs, as tardes,
e as noites escondiam,
 desesperados esperámos,
não chegavas,
e de ti nada sabíamos...
 
Foram tão longas as noites
do tamanho dos dias,
que nos esquecemos do sol
na esperança que vinhas.
 
Foi por ti que chamámos,
e de luto, lutando, morreríamos.
Foi por ti que gritaram,
aos que antes da morte
 a morte pediram...
 
E depois de tanto tempo,
em que o tempo silenciado
e o desânimo quase vencia,
tu vieste de novo,
com mais idade,
aos olhos do dia.
 
Nossos olhos abertos
quase cegos ficaram,
quando as portas cerradas
e os cimentos caíram...
 
Era tarde e tardaste
quando finalmente chegaste
na mais linda primavera
que me recordo que vira...
É por ti que, de felicidade,
te chamo sem ira...
 
LIBERDADE!
 
Lisboa, 02-03-2010 17:48:32
 
(Dedicado ao grande poeta,
José Carlos Ary dos Santos)
 
 
 


 

 

 

8 de Março Dia Internacional da Mulher

 

 

 

 

Bendita sejas mulher
Rogério Martins Simões
 
Nos caminhos que trilhamos renascidos,
certamente, já esquecemos a distância
que prolongam os caminhos percorridos;
irás encontrar na minha ânsia,
estes trilhos marginais, mas, tão sofridos.
 
Não me fico por silêncios.
Mas, meu amor, eu te digo:
Bendita sejas mulher!
A eternidade é estar contigo!
Bendita o sejas por ser,
a razão do meu viver.
 
Os ventos são adversos.
Maior porta de abrigo, eu, não vi.
Terá o céu no acaso
tamanha luz, no firmamento,
Sem ti?
 
Repara no sentido dos meus versos.
São cartas de amor que não escrevi…
Palavras adultas fora do prazo,
construídas no encantamento,
sem pressas, aqui!
 
Por isso, de novo, te digo:
bendita sejas mulher!
A eternidade é estar contigo!
Bendita o sejas por ser,
a razão do meu viver.
 
24-11-2005
 
(Registado no Ministério da Cultura
- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.P. –
Processo n.º 2079/09)
 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

Faz de conta...

 

 

 

Faz de conta...
Rogério Martins Simões
 
Faz de conta que as palavras se abrem
e te deixam pasmar...
Faz de conta que irás entender
e estender-te
nas palavras do coração.
A barra está pesada!
Arranca a trave que te asfixia os lábios...
Lisboa, 10 de Fevereiro de 2010
 
 

 

POEMAS DE AMOR E DOR

O meu livro de poesia,

completa amanhã, dia 6,

6 anos na blogosfera.

Serão seis anos de partilha, e de muitas cumplicidades partilhadas, consigo.

Futuro? Estarei por cá enquanto Deus e os meus leitores quiserem. Obrigado!

Graças a todos vós estes poemas não foram rasgados como então sempre o fiz. Balanço?

Tirando os primeiros seis meses do ano passado, quando descobri que os meus poemas tinham sido plagiados, despojados do seu verdadeiro autor e assinados com diferentes nomes - serão 6 anos que nunca irei esquecer.

A poesia é a catarse que me resta enquanto a puder escrever. OBRIGADO. Até amanhã...

ROMASI
 
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Poemas de amor e dor conteúdo da página

Peixe negro...

 

(Fotografia minha)

 

 

Este poema, assinado então como ROMASI, foi escrito por mim em 1968, tinha, então, 19 anos de idade.
Passados 42 anos, face aos sucessivos acontecimentos trágicos no mar, nomeadamente o de hoje em Caminha, leva-me a publicar "PEIXE NEGRO" que fazia questão em não o dar a conhecer.
O Inverno rigoroso, o desemprego, a falta de rendimentos necessários para fazer face às carências dos pescadores, e das suas famílias, não deixa outra hipótese, senão, "fazerem-se ao mar".
Voltam infelizmente as tragédias antigas.
A minha solidariedade, os meus sentidos pesamos às famílias enlutadas.
Lisboa, 03-03-2010 11:30:20
ROMASI
Rogério Martins Simões
 

 

 

 

 

 

(fotografia minha)

 

 

 

PEIXE NEGRO
Romasi
Rogério Martins Simões
 
Os pescadores partem…
 
Os barcos fazem-se ao mar
buscando pão na ventura.
Que frágeis
e inseguros batéis,
são de madeira podre e seca…
De dentro
lançam as redes ao mar,
ao longe há angústia,
lenços negros a acenar!
É tradição...
É tragédia antiga...
 
Lá longe, na praia,
há clamores e choros!
Ao largo pedaços de madeira...
 
Lisboa, Novembro de 1968
(Registado no Ministério da Cultura
- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. –
Processo n.º 2079/09)
 

 

 

 

 

ESPERA...

 

(Fotografia de Rogério Martins Simões)

 

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Escuta!

 

 

(Foto de Rogério Martins Simões)

 

 

Escuta!
Rogério Martins Simões
 
Percorre meu corpo
Bebe esta seiva.
Escuta!
Este é o poema
Que canta o teu coração ...
 
Olha esta força
Que me sai do peito ...
 
Lisboa, 1988
(Registado não Ministério da Cultura
- Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC --
Processo n. º 2079/09)
 

 

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amrosaorvalho.gif

MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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