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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda




Rogério Martins Simões

Cria o teu cartão de visita Poemas de amor e dor conteúdo da página

31.05.11

 

 

 

À CONQUISTA DE LISBOA

Rogério Martins Simões

 

Em tempos,

Quando o tempo lentamente passava,

desertava da minha rua,

hasteava a minha bandeira

de fantasia e de sonhos…

Em sonhos ia e voltava.

 

Trazia nos pés botas cardadas,

com que desandava, e desbravava,

outros campos de batalha…

outras ruas

sem me perguntarem quem era…

 

Eram os calções esfarrapados;

Os joelhos esfolados,

e a camiseta de cruzado…

com tintura de iodo pintada.

E tinha um corcel feito de nada:

Um cavalo pau de vassoura,

Com que minha mãe me dava…

E tinha também

 uma cruzeta tresmalhada,

Que fiz dela uma espada.

E uma tampa de panela,

desirmanada,

O meu escudo protetor.

 

E os miúdos da minha rua

Armaram-me cavaleiro de Lisboa

Ai como o tempo voa!

Da minha rua

que passo agora em revista

Parti um dia à conquista

De mouros e tesouros…

Comprados na capelista

Onde tanta fantasia morava…

Praia das Bicas, Meco, 10-04-2011 22:57:15

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

28.05.11

Foto de Rogério Martins Simões

 

 

 

 

A árvore que chilreia!

Rogério Martins Simões

 

A árvore mal-amada

Impede-te de pisar a relva?

Os caminhos para os paraísos…

serão guarnecidos

em cimento armado?

E os piratas de pernas de pau

terão pernas em betão?

Atiro uma flecha:

Cavaleiro andante

ou índio em extinção?

Não acerto uma!

- Dom Quixote

que se junte à causa!

 

A terra fede,

aos ímpetos dos lucros!

E os abates árvores

cortam os poleiros às aves

para não chilreiam ao sol.

 

A árvore que chilreia

tem os dias contados:

Constroem-se barrigas de ar,

em condomínios fechados,

para acautelar a extinta

extinção das árvores…

Os deuses mediterrâneos

que se cuidem…

Dom Quixote

que se junte à causa!

E nós também!

02-07-2007 22:33:14

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

26.05.11

 

 

Fotografia de Rogério Martins Simões

 

 

INCERTEZA

Rogério Martins Simões

 

Como te poderei encontrar,

Se não sei se existes na minha sorte.

Como te poderei chamar,

Se me retiras o norte?

Desejo-te tanto

E de tanto não te ter,

Já nem sei quem és:

Se a razão para te desejar,

Ou para sempre te perder…

Meco, Praia das Bicas, 25-05-2011 19:48

Revisto 2/7/2020

(Direitos de Autor)

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

22.05.11

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O MELRO -  O INIMIGO PÚBLICO.

Rogério Martins Simões

 

Seguindo a mesma rotina e conhecendo as regras do ministério um velho carteiro, que já quase nem podia com as pernas, entrou no ministério, cumprimentou o segurança - seu velho conhecido, e dirigiu-se à secretaria do Ministério.

Se bem que tivesse confiança para o fazer, poisou a pesada correspondência fazendo-se anunciar. Depois de ter sido autorizado a entrar, levantou com esforço aqueles sacos, entregou-os, e recolheu com cuidado as assinaturas de quem recebeu o correio registado. Finalmente, abandonou as instalações do Ministério e, como sempre, sentiu ter cumprido o seu dever.


Para as secretárias do ministério tudo não passava de uma rotina diária. Habituadas a recolherem e a classificarem aquelas cartas; a numerarem e a tratarem por assunto, depois de descarregadas no computador central, colocavam-nas nas pastas onde estava inscrito o nome dos respetivos subdiretores-gerais do ministério.

Quando o responsável pela tutela da área chegava dava instruções à secretária que, a partir desse momento, não estava para ninguém à exceção de sua excelência…


Nesse dia este alto funcionário do ministério deitara-se tarde preocupado com os cortes que teria de fazer no ministério e que não o deixava dormir. Cheio de insónias, ainda travou um diálogo de surdos com um casal de aves que por ali andavam a assobiar. Se tivesse uma espingarda tratava-vos da saúde - pensou. Acabou por adormecer no confortável sofá do salão aquecido.

O sol já há muito raiava quando deu conta que tinha adormecido. Olhou o relógio, estava atrasado, e atirou a culpa para as aves que não o tinham deixado dormir…


 À porta da sua casa o motorista do Ministério, fardado a rigor, aguardava em vão o senhor doutor. – Que terá acontecido, pensava. Se bem pensou, melhor resolveu: atreveu-se, subiu de elevador, e bateu muito lentamente na porta da residência do chefe…

O diretor agradeceu a preocupação do seu subordinado e lá foram os dois para o ministério. Chegados ao ministério o segurança que distinguia e conhecia o carro, o condutor e o diretor, levantou a cancela e registou a hora de entrada. Finalmente, o diretor, depois de cumprimentar a Secretária, e esta lhe dizer que já lhe iria servir o café e as torradas, foi direto para o seu gabinete.

Bebia o café quando às suas mãos foi dar uma carta-denúncia de um agricultor, que também tinha alguns interesses na caça e na sua indústria… e começou a ler o seguinte:


Exmo. senhor diretor-geral

Fulano de tal, morador na rua de tal, vem mui respeitosamente junto de vossa excelência denunciar o seguinte:

Sou proprietário de árvores de fruto e todos os anos sou invadido por bandos de aves pretas, de bico amarelo: concretamente por melros. Pois, senhor diretor, os melros, para além de andarem para aqui a fazer barulho e de me obrigam a levantar cedo, vêm roubar cerejas e outras frutas pondo em risco a rentabilidade da produção. Também um vizinho, que produz morangos se queixa do mesmo.

Esperando que o ministério resolva o assunto, espero que autorize a abertura da caça ao melro a bem da paz e da produtividade.

Respetivos cumprimentos

A bem da Nação

Assinado.

 

O diretor nem pensou mais no que fazer e, parecendo ter a resposta na ponta da caneta vermelha, exercendo o dever para o qual foi designado, elaborou o seguinte despacho:


“ Visto,

Considerando que os melros estão a colocar em risco a exportação de produtos agrícolas, nomeadamente da fruta;

Considerando que os melros se têm escapado ao abate, só por viveram junto do homem e por lhes cantaram todas as manhãs;

Considerando que os coelhos, as lebres e as perdizes, em estado selvagem já se encontram quase extintos, restando, apenas, aqueles que são criadas em capoeiras, que são objeto de largadas, e onde todos se divertem a atirar a matar;

Considerando que os tordos e as rolas bravas já nem arribam ao nosso país, determino o seguinte:

Que, a partir deste ano, sejam proibidos os cantos dos melros e que se dê caça até à completa erradicação destas pragas. Para tal, passa a ser autorizada a caça aos melros em todas as zonas, nomeadamente, em quintais, creches, cidades, hospitais, com exceção dos ministérios, e dos terrenos contíguos aos ministérios, a fim de proteger os outros melros que por ali andam...

Finalmente que se arranquem as folhas dos livros onde os melros falam.

O diretor

 

NOTA FINAL: A partir dessa noite não mais o diretor teve insónias.

 

(Texto ficcionado)

(retratos da alma e do poeta – O MELRO)


 

 

SALVEMOS O MELRO 2011

Rogério Martins Simões


Muitos não o sabem, porém, em 2004, travei uma dura luta, utilizando o meu blog, POEMAS DE AMOR E DOR, para salvar o Melro e conseguimos ganhar.

Qual não foi o meu espanto no dia de hoje, 19 de Maio de 2011, ao ler no “Correio da Manhã” MELRO VOLTA A ESTAR NA MIRA DOS CAÇADORES”

A caça ao melro vai ser permitida a partir do mês de Novembro, após mais de duas décadas de proibição no país, uma medida que encontra a oposição dos ambientalistas.

Domingos Leitão, da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, afirmou ao CM que “não existe razão para o Governo ter publicado uma lei que permite a caça ao melro, pois não tem interesse económico”.

Segundo este responsável, “o melro é uma espécie associada ao meio urbano, ligada às pessoas, e a sua caça é um disparate, que até divide caçadores”

FONTE jornal diário “CORREIO DA MANHÔ

 

Como acabaram de ler o atual governo decretou a extinção dos melros em Portugal a partir do mês de novembro de 2011.

Devemos responsabilizar desde já os autores deste diploma para os acidentes de caça que irão acontecer. Em 2004 conseguimos impedir a caça ao melro, desta vez e de acordo com a notícia a Lei terá já sido promulgada.

Recordo que já poucas aves restam junto das nossas aldeias e o melro vive junto do homem, perto das suas casas e nas suas hortas, onde até é proibido caçar. Com a aplicação desta lei nada vai restar e não mais os ouviremos chilrear, nas manhãs as aves que nos encantam.

Volto a protestar: salvemos o Melro!

 

COMO PARTICIPAR? ASSINANDO A PETIÇÃO!
E APOIANDO ESTA LUTA QUE É DE TODOS

http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N10013

 

https://www.facebook.com/pages/Diga-N%C3%83O-%C3%A0-ca%C3%A7a-ao-Melro/166664440060726

 

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

21.05.11

 

 

SALVEMOS O MELRO 2011

Rogério Martins Simões


Muitos não o sabem, porém, em 2004, travei uma dura luta, utilizando o meu blog, POEMAS DE AMOR E DOR, para salvar o Melro e conseguimos ganhar.

Qual não foi o meu espanto no dia de hoje, 19 de Maio de 2011, ao ler no “Correio da Manhã” MELRO VOLTA A ESTAR NA MIRA DOS CAÇADORES”

A caça ao melro vai ser permitida a partir do mês de Novembro, após mais de duas décadas de proibição no país, uma medida que encontra a oposição dos ambientalistas.

Domingos Leitão, da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, afirmou ao CM que “não existe razão para o Governo ter publicado uma lei que permite a caça ao melro, pois não tem interesse económico”.

Segundo este responsável, “o melro é uma espécie associada ao meio urbano, ligada às pessoas, e a sua caça é um disparate, que até divide caçadores”

FONTE jornal diário “CORREIO DA MANHÔ

 

Como acabaram de ler o atual governo decretou a extinção dos melros em Portugal a partir do mês de novembro de 2011.

Devemos responsabilizar desde já os autores deste diploma para os acidentes de caça que irão acontecer. Em 2004 conseguimos impedir a caça ao melro, desta vez e de acordo com a notícia a Lei terá já sido promulgada.

Recordo que já poucas aves restam junto das nossas aldeias e o melro vive junto do homem, perto das suas casas e nas suas hortas, onde até é proibido caçar. Com a aplicação desta lei nada vai restar e não mais os ouviremos chilrear, nas manhãs as aves que nos encantam.

Volto a protestar: salvemos o Melro!

 

COMO PARTICIPAR? ASSINANDO A PETIÇÃO!
E APOIANDO ESTA LUTA QUE É DE TODOS

http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N10013


 


 

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

18.05.11

 

 

(FOTO DE PADRE PEDRO)

 

 

 

TERRA QUEIMADA

Rogério Martins Simões

 

Pegara na caneta e pusera de parte o olhar. Diria, quem o visse, que era um antigo hábito pela forma decisiva como escrevia.

Ao começo hesitou nas palavras que nem tinha pensado em escrever; na verdade não pensava em coisa nenhuma, apesar de começar a preencher, no papel, umas quantas linhas de um caderno vazio.

Aquele verão não tinha nada de parecido com o que, por regra, a terra deixava antever nesse local: umas quantas nuvens reprovavam a paisagem. Dir-se-ia, que o vento as pendurava do mar. Tudo se está a alterar – pensava.

Recentemente tinha visto um documentário que o impressionou. Certamente não se recordava de tudo, mas aquelas imagens com cidades irreconhecíveis ficaram-lhe gravadas nos sensores da memória. Não era apenas um acontecimento, mas, uma sequência descontrolada de factos anormais que faziam com que ele escrevesse.

Na mesma hora e em locais diferentes, onde a chuva deveria fazer a sua aparição, a terra queimava expulsando e queimando os homens e os animais.

Na terra queimada, há muito, tinha desaparecido o último vestígio verde e com ele, ou parte dele, todos tiveram de fugir.

Algum dia ele teria de voltar a escrever…

Meco, Praia das Bicas 18/7/2010

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

16.05.11

 

 

(autor da fotografia

Rogério Martins Simões

SINTRA PORTUGAL)

 

 

TU E EU; SEM MIM

Rogério Martins Simões

 

Quando tu e eu,

(sem mim)

Passeávamos pelas ruas

Viradas às avessas…

As pedras ressuscitavam

Com medo dos carros que as atrofiavam.

Desempanámos meu carro

e as pedras gritaram

num tropel de quatro rodas…

Virei a esquina e a estrada morreu...

Parámos,

Procurámos refúgio, um no outro,

Enquanto o carro permanecia inerte

À espera de sangue novo…

Deitámo-nos

Lançámos fora a lei do trânsito

E logo ali

Acatámos uma lei proibida...

1969

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

13.05.11

Rogério Martins simões

 

 

 

CONTINUO MINHA MÃE A CRESCER

Rogério Martins Simões

 

Continuo minha mãe a crescer,

Cresço e já não posso desistir.

Continuo, minha mãe, a erguer

Os caminhos por onde quero ir.

 

Não chore que eu irei escrever,

Quanto me ensinou a sentir:

Neste corpo que o viu nascer;

Nestes olhos que os viu abrir.

 

Tudo deu! Mais não me pode dar.

O menino cresceu, e de tanto amar,

Escreve versos com doçura.

 

Meus versos são o leite materno,

Gerados no ventre do amar eterno.

Mãe! Seu coração é de seda pura.

 

12-05-2011 19:27:26

 

 

 

 

 

 
Poemas de amor e dor conteúdo da página

10.05.11

 

(FOTOGRAFIA DE Rogério Martins Simões)

 

 

PRIMAVERA

Rogério Martins Simões

 

Há pouco,

quando a noite deixou de chover;

quando o gelo se deixou derreter…

fiz-me à estrada.

Estou a andar! Preciso de andar.

 

Releio e vejo

Florbela Espanca,

Lívida da febre,

em seus versos tristes,

(delírio),

 a escrever a “má visão”.

Revejo-a ali,

naquele branco lírio,

entre os pinheiros crescidos,

do horizonte,

e à distância a que me encontro,

defronte,

neste espaço do caderno.

 

Esvoaçam lágrimas

volto a andar por veredas

sem antever que rente

revejo o trilho doente

 da sua aparição…

 

Esta noite choveu,

ando,

estamos a andar…

 

Olho o monte das folhas secas…

Onde despontam os matos

E os cogumelos de tantas cores.

 

O sol está raiando

Tenho luz à tua espera…

Vai! É primavera!

 

À minha frente abre-se uma estrada,

entre pinheiros,

que tenho de percorrer.

Não posso parar;

Gostamos de escrever.

Vai! É primavera.

 

Um melro assobia,

outro responde

-É primavera!

 

Um besouro chegou,

sei lá de onde?

Chegou!

É Primavera

 

Os botões das roseiras

dão-se a conhecer

às folhas novas

que os viram nascer:

-É primavera

 

Duas borboletas ensaiam um baile.

Vieram ter comigo.

Querem ir contigo…

Na primavera.

 

O sol está queimando

Temos luz à nossa espera,

Vai…

Que eu estou chegando…

É primavera!


Campimeco, Praia das Bicas, Meco, 1/4/2011

(Registado no Ministério da Cultura

Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C.

Processo n.º 2079/09)

 

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

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    MEIO HOMEM INTEIRO
    Rogério Simões
     
    Meia selha de lágrimas.
    Meio copo de água
    Meia tigela de sal
    Meio homem de mágoa.
    Meio coração destroçado
    Meia dor a sofrer.
    Meio ser enganado
    Num homem inteiro a morrer.
    11/4/1975

    Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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