Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda




De repente o céu desabou em mim!

De repente o céu desabou em mim!

 

Se não sou capaz de abotoar a camisa com a mão esquerda como irei ter forças para suster o céu?

Pouco a pouco, sinto-me a derrapar, derrubado, derrotado e muitas vezes recolhido num silêncio profundo ou a escrever poemas de dor:

Rebolo-me na cama, não consigo dormir, não tenho forma de estar e tenho dificuldade em me levantar.

Engulo as palavras e tenho de me repetir para me fazer entender, prende-se mais a perna esquerda, o braço esquerdo, e tremo, e temo!

É neste contexto que me encontro.

Avançam as sombras.

Se soubésseis como estas palavras tristes já não me servem de catarse.

Fogem-me as palavras da esperança.

Começo a estar farto de carregar com o peso desta inércia: Quero ajudar e não posso! Não quero pesar e não posso e a família sofre!

- Perdi a alma.

Não é que a sentisse fugir. Nada fiz para a afastar, nem tão pouco ela se foi em busca da minha poesia.

 

Diário de um doente de Parkinson

Rogério Martins Simões

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

A pensar em ti plagiado

Que tristeza eu sinto ao ver os meus poemas plagiados.

 

Há pouco encontrei um plágio ao meu poema A pensar em ti". A plagiadora deu cabo do poema e assim não dá vontade de escrever.

 

Vejam: http://lurditasmaria.wordpress.com/2010/08/08/nao-e-triste-mudar-de-ideiastriste-e-nao-ter-ideias-para-mudar-a-pensar-em-ti/#comment-46

 

Este é o original

 

A PENSAR EM TI

ROMASI

(Rogério Martins Simões)

 

Estrela da manhã

Que queimas

E não me guias…

Amiga

Flor que desperta

E não se apaga.

Lírio

Flor de lótus.

Semente.

Mar de vida.

Onde semeio

Onde me banho

E não me apago.

 

1983

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

A espaços nada entendo plagiado

POEMA “A ESPAÇOS NADA ENTENDO” PLAGIADO

Iniciei mesmo agora a busca de plagiadores a este meu poema. Logo no primeiro link aqui está outro plágio o poema passou a designar-se por “ALUGA-SE”

http://crosinha.wordpress.com/2008/04/13/aluga-se/#comment-258

Deixo o original para comparação:

 

A ESPAÇOS NADA ENTENDO

Rogério Martins Simões

 

A espaços nada entendo

É como se tudo desaparecesse

Todo o universo se juntasse

E ao mesmo tempo nada existisse.

Quem sou eu afinal?

Que faço eu aqui?

Quem vai ler o que escrevo

Se nada existe ali…

 

Estarei por certo mal

É como se tudo parasse

E na calmaria só o vento...

-Vento! O que és afinal?

-O vento vira furacão

E faz da cidade um lugar.

 

Aluga-se o meu pensamento…

Cede-se um espaço ao luar

Penduro-me na cabeça do momento

E vou por aí a navegar

 

A terra é redonda

A lua está ao alcance da mão

O espaço não se monda

Tudo junto, tudo certo,

Céu aberto

Como o meu coração

Que no meu corpo manda

E desanda…

 

A minha alma vai e vem

Vem! Sou um simples mortal

Quando, sem esperança final,

Toda a esperança se tem...

09-09-2005 20:19

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

A dor que se tenta esquecer plagiado por Luna Vieira

MAIS UMA CANDIDATA A PLAGIADORA DO MEU POEMA:

 

A DOR QUE SE TENTA ESQUECER que passou a Quantas vezes tento esquecer

 

Não dá para entender existirem tantos que querem chamar de seu o que é meu. Mais uma vez coloco o original para que o possam comparar.

Mais informo que não colocarei poemas inéditos meus acabando assim com o alimento do ego dos plagiadores.

Rogério Martins Simões

 

 

http://lunavieira.blogspot.pt/2010/05/quantas-vezes-tento-esquecer.html

 

A DOR QUE SE TENTA ESQUECER

Rogério Martins Simões

 

Quantas vezes

dizes esquecer,

mas não podes esconder:

A traição que me rasgou o corpo!

O corpo que te tapou o gesto!

O gesto que te alentou a vida.

 

Quantas vezes

soletras ódio.

O ódio que destrói a alma!

A alma que sustém a vida!

A vida que retém a dor!

A dor que me sobra tanto!

O tanto que te dei e que canto.

 

Quantas vezes

De luto me visto.

Visto dar sem receber…

Receber nada, sem nada ter.

Tenho a dor que não quis!

- Quisera alguém sofrer?

 

Quantas vezes

De cor me viste…

Visto que só luto me deste.

Deste amor sem amar…

Amar sem amor não compensa.

Compensa perdidamente ficar?

Ficar?

Só quando o amor apareça.

 

Quantas vezes

Hesitei e não parti.

Parti sem coragem e voltei!

Voltei a morrer e morri.

Morri mas ressuscitarei…

 

Sabes:

O amor perdido por vezes

à espera que algo aconteça

retém o corpo por meses

e nós ficamos sem pressa…

 

Quantas vezes

Deveria ter partido

E mais partido fiquei…

 

Maio de1979

(Publicado)

(Caderno Uma Dúzia de Páginas de Poesia n.º 41)

E colectânea de poemas”INDEX-POESIS”

(ISBN 972-99390-8-X e Depósito Legal 249244/06)

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

As coisas são a matéria para os meus sonhos...

 

 

“As coisas são a matéria para os meus sonhos; por isso aplico uma

atençao distraidamente sobreatenta a certos detalhes do Exterior.

 

Para dar relevo aos meus sonhos preciso conhecer como é que as paisagens

reais e as personagens da vida nos aparecem relevadas. Porque a visão do

sonhador não é como a visão do que vê as coisas. No sonho, não há o

assentar da vista sobre o importante e o inimportante de um objecto que

há na realidade. Só o importante é que o sonhador vê. A realidade

verdadeira dum objecto é apenas parte dele; o resto é o pesado tributo

que ele paga à matéria em troca de existir no espaço. Semelhantemente,

não há no espaço realidade para certos fenómenos que no sonho são

palpavelmente reais. Um poente real é imponderável e transitório. Um

poente de sonho é fixo e eterno. Quem sabe escrever é o que sabe ver os

seus sonhos nitidamente (e é assim) ou ver em sonho a vida, ver a vida

imaterialmente, tirando-lhe fotografias com a máquina do devaneio,

sobre a qual os raios do pesado, do útil e do circunscrito não têm

acção, dando negro na chapa espiritual.

 

Em mim esta atitude, que o muito sonhar me enquistou, faz-me ver sempre

da realidade a parte que é sonho. A minha visão das coisas suprime

sempre nelas o que o meu sonho não pode utilizar. E assim vivo sempre

em sonhos, mesmo quando vivo na vida. Olhar para um poente em mim ou

para um poente no Exterior é para mim a mesma coisa, porque vejo da

mesma maneira, pois que a minha visão é talhada mesmamente.

 

Por isso a ideia que faço de mim é uma ideia que a muitos parecerá

errada. De certo modo é errada. Mas eu sonho-me a mim próprio e de mim

escolho o que é sonhável, compondo-me e recompondo-me de todas as

maneiras até estar bem perante o que exijo do que sou e não sou. Às

vezes o melhor modo de ver um objecto é anulá-lo; mas ele subsiste, não

sei explicar como, feito de matéria de negação e anulamento; assim faço

a grandes espaços reais do meu ser, que, suprimidos no meu quadro de

mim, me transfiguram para a minha realidade.

 

Como então me não engano sobre os meus íntimos processos de ilusão de

mim? Porque o processo que arranca para uma realidade mais que real um

aspecto do mundo ou uma figura de sonho, arranca também para mais que

real uma emoção ou um pensamento; despe-o portanto de todo o apetrecho

de nobre ou puro quando, o que quase sempre acontece, o não é.

Repare-se que a minha objectividade é absoluta, a mais absoluta de

todas. Eu crio o objeto”

 

 

(Do livro do desassossego Bernardino Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa)

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

CONTRAPLÁGIO

CONTRAPLÁGIO

Rogério Martins Simões

(ROMASI)

 

Nestes dias amargos

 em que trago o fel

que tantos me deram

Nestes dias de mágoa

Magoados e plagiados

Os meus poemas choram

Que triste é sentir

esta miséria humana

Esta safadeza tão “sacana”

 

Oh! Mísera cobardia

num palco de luzes efémeras

Onde nem ovos podres

de merecimento

merecem receber

Meco, 17-02-2013 14:44:26  

Poemas de amor e dor conteúdo da página

PLÁGIO DA MINHA POESIA Plagiadora Sofia da Maia

 
 
 

PLÁGIO DA MINHA POESIA

PLAGIADORA: SOFIA DA MAIA

Considerando que mais uma vez plagiaram vergonhosamente 3 poemas meus; considerando que a pouca vergonha chega ao ponto de criarem um blog para plagiarem a minha poesia; considerando que aditaram e nem respeitaram o título nem o poema; Considerando que até poemas que retratam a minha dor de Parkinson são aqui plagiados; considerando que estou neste momento a tremer pela dor que tudo isto me dá, piorando a minha Parkinson.

DECIDO: não publicar novos poemas e denunciar publicamente este e outros casos semelhantes.

Logo que tenha a identificação da autora irei intentar um processo junto das respetivas autoridades contra a dita plagiadora.

Rogério Martins Simões

Aconselho os que são donos de qualquer obra a utilizarem as ferramentas no site onde descobri estes plágios

http://www.plagium.com/

 

 

O meu poema É TARDE AMOR passou a designar-se neste blog AMOR É TARDE

http://sofiadamaia.bloguepessoal.com/429183/Amor-e-tarde/

Deixo aqui o original

É tarde amor

Rogério Martins Simões

 

Todos os dias quando me deito,

E às vezes quando te acordo,

Sem jeito,

Corre em mim um deleito

Que nos faz

Amanhecer mais tarde…

São ternuras e tantas,

Neste coração que arde,

Que afinal me traz

A sede de te ver acordada.

É tarde amor!

Mas os sentidos são tantos,

E as viagens tão curtas,

Que as loucuras são mágoas

De não te ter há mais tempo.

Acorda mesmo assim,

Esquece a dor!

Deixa correr os sentidos

De não sentir mais nada,

Deixa-nos vaguear perdidos,

E respirar quase tudo.

E neste meu frenético sentir.

Neste nosso coração que arde.

Não vais finalmente dormir,

Pois vamos acordar mais tarde…

98/09/07

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

O meu poema CORPO QUE NÃO COMANDO passou a designar-se neste blog MENINA MULHER SENHORA

http://sofiadamaia.bloguepessoal.com/429179/Menina-Mulher-Senhora/

Deixo aqui o original

O CORPO QUE NÃO COMANDO

Rogério Martins Simões

 

O meu corpo que não comando

Não para, não me dá descanso.

Seara de trigo ondulando:

Ao vento e à chuva balanço.

 

Tremo, e por seu desmando,

Quero alcançar;  não alcanço.

Tocar os céus mesmo sonhando.

Quero dançar e já nem danço.

 

Fui à bruxa: Tinha quebranto,

Mau-olhado! Espinha caída.

Sou a minha sombra vencida:

 

Olho por meus olhos sem ver.

Baloiço entre ser e não ser.

E afogo minha dor no pranto.

 

Lisboa, 30-04-2012 01:31:46

 

 

O meu poema O CÉU PODE ESPERAR passou a designar-se neste blog O CÉU

http://sofiadamaia.bloguepessoal.com/429181/O-Ceu/

Deixo aqui o original

O CÉU PODE ESPERAR...

Rogério Martins Simões

 

Com a delicadeza da Tua mão,

Nas Tuas mãos,

Com a mão na minha consciência,

Consciente dos meus atos

Parcos e isolados:

Eu me denuncio

Eu me fortaleço

E cresço

E alindo

E deslindo...

Quem me dera ser

Um pedaço de céu!

Mas o céu pode esperar...

 

Espera!

Devolve-me o meu sorriso

Toca-me ao menos ao de leve

No meu movimento, no rosto,

E leva para longe

Esta incerteza...

Este meu desgosto!

 

Vem!

Sopra sobre mim!

 

Pesadas estão as minhas mãos

Que não desarmam:

Baralham-se,

Confundem-se,

Desalinham-se,

Desarticulam-se…

 

Que se cuide a natureza

Que me deu este estar

Pois a irei combater,

Para ser…

E o céu pode esperar

 

Que Te importa que continue

Qual o mal isso Te trás?

Traz-me vivo na esperança.

Eis a Tua fortaleza

Que aliada à minha fraqueza

Me renova

Cresço

Alindo

E deslindo.

Quem me dera ser

Feliz e não sofrer

E o céu pode ir indo…

Indo para onde quiser

Que espere!

Pois não estou preparado!

 

Coloca as Tuas mãos nos meus cabelos

E deixa-me de novo sorrir.

 

24-01-2005

 

 (Registado no Ministério da Cultura

Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C.

Processo n.º 2079/09)

 

 

Meco, 15-02-2013 21:11:38

Poemas de amor e dor conteúdo da página

CUMPLICIDADES

 

 

Cumplicidades

(Rogério Martins Simões)

 

Observei-te, estavas, linda!

Bonita, como a rosa em botão!

Não te toquei estavas ainda

Longe no teu olhar - eu não!

 

Afinal não te era indiferente.

Mas, enfim, lá por dentro vias

Que havia em mim algo diferente

Nos locais para onde ias.

 

Para compensar o tempo ido

Prometias em pensamento

Recuperar o tempo perdido

À força de um sublime momento.

 

Amor! Estavas tão linda

Bonita como a rosa em botão

Não te toquei, estavas ainda

Perto do meu olhar - tu não!

 

Finalmente teu coração reparou

E descobriste que eu existia

Teu amor em mim encontrou

E… foi tão lindo esse dia.

 

E foram tão longos os abraços,

Carentes, infinitos e diferentes.

Foram estes os nossos laços

Afinal não éramos indiferentes…

 

2003

(Caderno Uma Dúzia de Páginas de Poesia n.º 41)

E colectânea de poemas”INDEX-POESIS”

(ISBN 972-99390-8-X e Depósito Legal 249244/06)

 

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.P. –

Processo n.º 2079/09)

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

Perseguição

PERSEGUIÇÃO

Rogério Martins Simões

 

 

Não me soltem as letras destes versos

Nem me pendurem no tempo breve

Basta o que não escrevi e chorei

Tudo se alagou no que não sei...

Deus te perdoe e que seja leve.

 

Não me prendam nas letras dos versos

Deram-me as setas afiadas na ilusão

Ligeiras e tão lestas

Quem lhes afiou as arestas

Quem me retalhou o coração

 

Não! Não me soltem as letras destes versos

Nem a insensibilidade de quem se atreve

A distorcer sistematicamente a razão

Antes tivesse perdão

Que Deus te perdoe e te leve

 

Lisboa, 28 de abril de 2011


De acordo com a Lei os direitos de autor estão protegidos, independentemente do seu registo. (A registar no Ministério da Cultura - Inspeção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. – Processo n.º 2079/09)

(A publicar)

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

Baile

BAILE

Rogério Martins Simões

 

Foi numa tarde que tardava,

Quando nem esperança havia,

O meu olhar ao teu se colava,

E logo naquele primeiro dia.

 

Veio a noite que me retalhava,

A vida que de mim tanto fugia.

E enquanto contigo dançava

A noite ciumenta desaparecia.

 

Trazias farripas nos teus cabelos,

Com que me prendias nos desvelos:

Olhos de carmim mulher amada.

 

E se o sol já vai alto e tardámos

É porque bem cedo nos amámos

Nos versos da madrugada.

 

Meco, Campimeco, 11-02-2013 20:11:06

De acordo com a Lei os direitos de autor estão protegidos, independentemente do seu registo. (A registar no Ministério da Cultura - Inspeção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. – Processo n.º 2079/09)

Poemas de amor e dor conteúdo da página

amrosaorvalho.gif

MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

Copyright © 2017. Todos os direitos reservados. All rights reserved © DIREITOS DE AUTOR

Pág. 1/2