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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda




Rogério Martins Simões

Cria o teu cartão de visita Poemas de amor e dor conteúdo da página

25.02.13

De repente o céu desabou em mim!

 

Se não sou capaz de abotoar a camisa com a mão esquerda como irei ter forças para suster o céu?

Pouco a pouco, sinto-me a derrapar, derrubado, derrotado e muitas vezes recolhido num silêncio profundo ou a escrever poemas de dor:

Rebolo-me na cama, não consigo dormir, não tenho forma de estar e tenho dificuldade em me levantar.

Engulo as palavras e tenho de me repetir para me fazer entender, prende-se mais a perna esquerda, o braço esquerdo, e tremo, e temo!

É neste contexto que me encontro.

Avançam as sombras.

Se soubésseis como estas palavras tristes já não me servem de catarse.

Fogem-me as palavras da esperança.

Começo a estar farto de carregar com o peso desta inércia: Quero ajudar e não posso! Não quero pesar e não posso e a família sofre!

- Perdi a alma.

Não é que a sentisse fugir. Nada fiz para a afastar, nem tão pouco ela se foi em busca da minha poesia.

 

Diário de um doente de Parkinson

Rogério Martins Simões

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

22.02.13

Que tristeza eu sinto ao ver os meus poemas plagiados.

 

Há pouco encontrei um plágio ao meu poema A pensar em ti". A plagiadora deu cabo do poema e assim não dá vontade de escrever.

 

Vejam: http://lurditasmaria.wordpress.com/2010/08/08/nao-e-triste-mudar-de-ideiastriste-e-nao-ter-ideias-para-mudar-a-pensar-em-ti/#comment-46

 

Este é o original

 

A PENSAR EM TI

ROMASI

(Rogério Martins Simões)

 

Estrela da manhã

Que queimas

E não me guias…

Amiga

Flor que desperta

E não se apaga.

Lírio

Flor de lótus.

Semente.

Mar de vida.

Onde semeio

Onde me banho

E não me apago.

 

1983

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

22.02.13

POEMA “A ESPAÇOS NADA ENTENDO” PLAGIADO

Iniciei mesmo agora a busca de plagiadores a este meu poema. Logo no primeiro link aqui está outro plágio o poema passou a designar-se por “ALUGA-SE”

http://crosinha.wordpress.com/2008/04/13/aluga-se/#comment-258

Deixo o original para comparação:

 

A ESPAÇOS NADA ENTENDO

Rogério Martins Simões

 

A espaços nada entendo

É como se tudo desaparecesse

Todo o universo se juntasse

E ao mesmo tempo nada existisse.

Quem sou eu afinal?

Que faço eu aqui?

Quem vai ler o que escrevo

Se nada existe ali…

 

Estarei por certo mal

É como se tudo parasse

E na calmaria só o vento...

-Vento! O que és afinal?

-O vento vira furacão

E faz da cidade um lugar.

 

Aluga-se o meu pensamento…

Cede-se um espaço ao luar

Penduro-me na cabeça do momento

E vou por aí a navegar

 

A terra é redonda

A lua está ao alcance da mão

O espaço não se monda

Tudo junto, tudo certo,

Céu aberto

Como o meu coração

Que no meu corpo manda

E desanda…

 

A minha alma vai e vem

Vem! Sou um simples mortal

Quando, sem esperança final,

Toda a esperança se tem...

09-09-2005 20:19

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

22.02.13

MAIS UMA CANDIDATA A PLAGIADORA DO MEU POEMA:

 

A DOR QUE SE TENTA ESQUECER que passou a Quantas vezes tento esquecer

 

Não dá para entender existirem tantos que querem chamar de seu o que é meu. Mais uma vez coloco o original para que o possam comparar.

Mais informo que não colocarei poemas inéditos meus acabando assim com o alimento do ego dos plagiadores.

Rogério Martins Simões

 

 

http://lunavieira.blogspot.pt/2010/05/quantas-vezes-tento-esquecer.html

 

A DOR QUE SE TENTA ESQUECER

Rogério Martins Simões

 

Quantas vezes

dizes esquecer,

mas não podes esconder:

A traição que me rasgou o corpo!

O corpo que te tapou o gesto!

O gesto que te alentou a vida.

 

Quantas vezes

soletras ódio.

O ódio que destrói a alma!

A alma que sustém a vida!

A vida que retém a dor!

A dor que me sobra tanto!

O tanto que te dei e que canto.

 

Quantas vezes

De luto me visto.

Visto dar sem receber…

Receber nada, sem nada ter.

Tenho a dor que não quis!

- Quisera alguém sofrer?

 

Quantas vezes

De cor me viste…

Visto que só luto me deste.

Deste amor sem amar…

Amar sem amor não compensa.

Compensa perdidamente ficar?

Ficar?

Só quando o amor apareça.

 

Quantas vezes

Hesitei e não parti.

Parti sem coragem e voltei!

Voltei a morrer e morri.

Morri mas ressuscitarei…

 

Sabes:

O amor perdido por vezes

à espera que algo aconteça

retém o corpo por meses

e nós ficamos sem pressa…

 

Quantas vezes

Deveria ter partido

E mais partido fiquei…

 

Maio de1979

(Publicado)

(Caderno Uma Dúzia de Páginas de Poesia n.º 41)

E colectânea de poemas”INDEX-POESIS”

(ISBN 972-99390-8-X e Depósito Legal 249244/06)

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

21.02.13

 

 

“As coisas são a matéria para os meus sonhos; por isso aplico uma

atençao distraidamente sobreatenta a certos detalhes do Exterior.

 

Para dar relevo aos meus sonhos preciso conhecer como é que as paisagens

reais e as personagens da vida nos aparecem relevadas. Porque a visão do

sonhador não é como a visão do que vê as coisas. No sonho, não há o

assentar da vista sobre o importante e o inimportante de um objecto que

há na realidade. Só o importante é que o sonhador vê. A realidade

verdadeira dum objecto é apenas parte dele; o resto é o pesado tributo

que ele paga à matéria em troca de existir no espaço. Semelhantemente,

não há no espaço realidade para certos fenómenos que no sonho são

palpavelmente reais. Um poente real é imponderável e transitório. Um

poente de sonho é fixo e eterno. Quem sabe escrever é o que sabe ver os

seus sonhos nitidamente (e é assim) ou ver em sonho a vida, ver a vida

imaterialmente, tirando-lhe fotografias com a máquina do devaneio,

sobre a qual os raios do pesado, do útil e do circunscrito não têm

acção, dando negro na chapa espiritual.

 

Em mim esta atitude, que o muito sonhar me enquistou, faz-me ver sempre

da realidade a parte que é sonho. A minha visão das coisas suprime

sempre nelas o que o meu sonho não pode utilizar. E assim vivo sempre

em sonhos, mesmo quando vivo na vida. Olhar para um poente em mim ou

para um poente no Exterior é para mim a mesma coisa, porque vejo da

mesma maneira, pois que a minha visão é talhada mesmamente.

 

Por isso a ideia que faço de mim é uma ideia que a muitos parecerá

errada. De certo modo é errada. Mas eu sonho-me a mim próprio e de mim

escolho o que é sonhável, compondo-me e recompondo-me de todas as

maneiras até estar bem perante o que exijo do que sou e não sou. Às

vezes o melhor modo de ver um objecto é anulá-lo; mas ele subsiste, não

sei explicar como, feito de matéria de negação e anulamento; assim faço

a grandes espaços reais do meu ser, que, suprimidos no meu quadro de

mim, me transfiguram para a minha realidade.

 

Como então me não engano sobre os meus íntimos processos de ilusão de

mim? Porque o processo que arranca para uma realidade mais que real um

aspecto do mundo ou uma figura de sonho, arranca também para mais que

real uma emoção ou um pensamento; despe-o portanto de todo o apetrecho

de nobre ou puro quando, o que quase sempre acontece, o não é.

Repare-se que a minha objectividade é absoluta, a mais absoluta de

todas. Eu crio o objeto”

 

 

(Do livro do desassossego Bernardino Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa)

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

17.02.13

CONTRAPLÁGIO

Rogério Martins Simões

(ROMASI)

 

Nestes dias amargos

 em que trago o fel

que tantos me deram

Nestes dias de mágoa

Magoados e plagiados

Os meus poemas choram

Que triste é sentir

esta miséria humana

Esta safadeza tão “sacana”

 

Oh! Mísera cobardia

num palco de luzes efémeras

Onde nem ovos podres

de merecimento

merecem receber

Meco, 17-02-2013 14:44:26  

Poemas de amor e dor conteúdo da página

15.02.13

 
 
 

PLÁGIO DA MINHA POESIA

PLAGIADORA: SOFIA DA MAIA

Considerando que mais uma vez plagiaram vergonhosamente 3 poemas meus; considerando que a pouca vergonha chega ao ponto de criarem um blog para plagiarem a minha poesia; considerando que aditaram e nem respeitaram o título nem o poema; Considerando que até poemas que retratam a minha dor de Parkinson são aqui plagiados; considerando que estou neste momento a tremer pela dor que tudo isto me dá, piorando a minha Parkinson.

DECIDO: não publicar novos poemas e denunciar publicamente este e outros casos semelhantes.

Logo que tenha a identificação da autora irei intentar um processo junto das respetivas autoridades contra a dita plagiadora.

Rogério Martins Simões

Aconselho os que são donos de qualquer obra a utilizarem as ferramentas no site onde descobri estes plágios

http://www.plagium.com/

 

 

O meu poema É TARDE AMOR passou a designar-se neste blog AMOR É TARDE

http://sofiadamaia.bloguepessoal.com/429183/Amor-e-tarde/

Deixo aqui o original

É tarde amor

Rogério Martins Simões

 

Todos os dias quando me deito,

E às vezes quando te acordo,

Sem jeito,

Corre em mim um deleito

Que nos faz

Amanhecer mais tarde…

São ternuras e tantas,

Neste coração que arde,

Que afinal me traz

A sede de te ver acordada.

É tarde amor!

Mas os sentidos são tantos,

E as viagens tão curtas,

Que as loucuras são mágoas

De não te ter há mais tempo.

Acorda mesmo assim,

Esquece a dor!

Deixa correr os sentidos

De não sentir mais nada,

Deixa-nos vaguear perdidos,

E respirar quase tudo.

E neste meu frenético sentir.

Neste nosso coração que arde.

Não vais finalmente dormir,

Pois vamos acordar mais tarde…

98/09/07

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

O meu poema CORPO QUE NÃO COMANDO passou a designar-se neste blog MENINA MULHER SENHORA

http://sofiadamaia.bloguepessoal.com/429179/Menina-Mulher-Senhora/

Deixo aqui o original

O CORPO QUE NÃO COMANDO

Rogério Martins Simões

 

O meu corpo que não comando

Não para, não me dá descanso.

Seara de trigo ondulando:

Ao vento e à chuva balanço.

 

Tremo, e por seu desmando,

Quero alcançar;  não alcanço.

Tocar os céus mesmo sonhando.

Quero dançar e já nem danço.

 

Fui à bruxa: Tinha quebranto,

Mau-olhado! Espinha caída.

Sou a minha sombra vencida:

 

Olho por meus olhos sem ver.

Baloiço entre ser e não ser.

E afogo minha dor no pranto.

 

Lisboa, 30-04-2012 01:31:46

 

 

O meu poema O CÉU PODE ESPERAR passou a designar-se neste blog O CÉU

http://sofiadamaia.bloguepessoal.com/429181/O-Ceu/

Deixo aqui o original

O CÉU PODE ESPERAR...

Rogério Martins Simões

 

Com a delicadeza da Tua mão,

Nas Tuas mãos,

Com a mão na minha consciência,

Consciente dos meus atos

Parcos e isolados:

Eu me denuncio

Eu me fortaleço

E cresço

E alindo

E deslindo...

Quem me dera ser

Um pedaço de céu!

Mas o céu pode esperar...

 

Espera!

Devolve-me o meu sorriso

Toca-me ao menos ao de leve

No meu movimento, no rosto,

E leva para longe

Esta incerteza...

Este meu desgosto!

 

Vem!

Sopra sobre mim!

 

Pesadas estão as minhas mãos

Que não desarmam:

Baralham-se,

Confundem-se,

Desalinham-se,

Desarticulam-se…

 

Que se cuide a natureza

Que me deu este estar

Pois a irei combater,

Para ser…

E o céu pode esperar

 

Que Te importa que continue

Qual o mal isso Te trás?

Traz-me vivo na esperança.

Eis a Tua fortaleza

Que aliada à minha fraqueza

Me renova

Cresço

Alindo

E deslindo.

Quem me dera ser

Feliz e não sofrer

E o céu pode ir indo…

Indo para onde quiser

Que espere!

Pois não estou preparado!

 

Coloca as Tuas mãos nos meus cabelos

E deixa-me de novo sorrir.

 

24-01-2005

 

 (Registado no Ministério da Cultura

Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C.

Processo n.º 2079/09)

 

 

Meco, 15-02-2013 21:11:38

Poemas de amor e dor conteúdo da página

14.02.13

 

 

Cumplicidades

(Rogério Martins Simões)

 

Observei-te, estavas, linda!

Bonita, como a rosa em botão!

Não te toquei estavas ainda

Longe no teu olhar - eu não!

 

Afinal não te era indiferente.

Mas, enfim, lá por dentro vias

Que havia em mim algo diferente

Nos locais para onde ias.

 

Para compensar o tempo ido

Prometias em pensamento

Recuperar o tempo perdido

À força de um sublime momento.

 

Amor! Estavas tão linda

Bonita como a rosa em botão

Não te toquei, estavas ainda

Perto do meu olhar - tu não!

 

Finalmente teu coração reparou

E descobriste que eu existia

Teu amor em mim encontrou

E… foi tão lindo esse dia.

 

E foram tão longos os abraços,

Carentes, infinitos e diferentes.

Foram estes os nossos laços

Afinal não éramos indiferentes…

 

2003

(Caderno Uma Dúzia de Páginas de Poesia n.º 41)

E colectânea de poemas”INDEX-POESIS”

(ISBN 972-99390-8-X e Depósito Legal 249244/06)

 

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.P. –

Processo n.º 2079/09)

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

13.02.13

PERSEGUIÇÃO

Rogério Martins Simões

 

 

Não me soltem as letras destes versos

Nem me pendurem no tempo breve

Basta o que não escrevi e chorei

Tudo se alagou no que não sei...

Deus te perdoe e que seja leve.

 

Não me prendam nas letras dos versos

Deram-me as setas afiadas na ilusão

Ligeiras e tão lestas

Quem lhes afiou as arestas

Quem me retalhou o coração

 

Não! Não me soltem as letras destes versos

Nem a insensibilidade de quem se atreve

A distorcer sistematicamente a razão

Antes tivesse perdão

Que Deus te perdoe e te leve

 

Lisboa, 28 de abril de 2011


De acordo com a Lei os direitos de autor estão protegidos, independentemente do seu registo. (A registar no Ministério da Cultura - Inspeção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. – Processo n.º 2079/09)

(A publicar)

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

11.02.13

BAILE

Rogério Martins Simões

 

Foi numa tarde que tardava,

Quando nem esperança havia,

O meu olhar ao teu se colava,

E logo naquele primeiro dia.

 

Veio a noite que me retalhava,

A vida que de mim tanto fugia.

E enquanto contigo dançava

A noite ciumenta desaparecia.

 

Trazias farripas nos teus cabelos,

Com que me prendias nos desvelos:

Olhos de carmim mulher amada.

 

E se o sol já vai alto e tardámos

É porque bem cedo nos amámos

Nos versos da madrugada.

 

Meco, Campimeco, 11-02-2013 20:11:06

De acordo com a Lei os direitos de autor estão protegidos, independentemente do seu registo. (A registar no Ministério da Cultura - Inspeção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. – Processo n.º 2079/09)

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    MEIO HOMEM INTEIRO
    Rogério Simões
     
    Meia selha de lágrimas.
    Meio copo de água
    Meia tigela de sal
    Meio homem de mágoa.
    Meio coração destroçado
    Meia dor a sofrer.
    Meio ser enganado
    Num homem inteiro a morrer.
    11/4/1975

    Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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