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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda




Rogério Martins Simões

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26.01.14

 

 

 

 

 

(Isabel Martins de Assunção, nasceu na Malhada- Colmeal - Góis em 15/2/1925)

 

 

RESQUÍCIOS

Rogério Martins Simões

 

Lentamente o tempo sorve os resquícios das inimagináveis páginas que ficaram por escrever.

Era uma vez…

Colocou as tamancas nos seus pés que nunca foram meninos.

Sorriu para o vestido de chita.

Alisou os seus cabelos finos.

Pegou na rodilha e colocou a sua aldeia à cabeça.

Conhecia os caminhos da Malhada como ninguém: longas e íngremes veredas, pastos matosos, distantes das letras apenas reservadas aos futuros homens.

E, enquanto subia ao alto da serra por velhos caminhos de cabras, ia dizendo adeus às meninas pastoras, suas companheiras, que por ali ficavam à espera das velhas casamenteiras.

Talvez um dia também as deixassem partir, ou aprender a ler e a escrever - pensava.

Finalmente alcançou o local de paragem do autocarro onde uma multidão também já o esperava.

Poisou a carrego.

Lavou-se na levada.

E levou à boca um naco de broa que trazia para a jornada.

Ouviu-se o roncar da velha camioneta que ao Farroupo chegava.

Tinha chegado a hora de partir. Entrou a sorrir mas uma lágrima disfarçava

Chegou à Lousã e tinha à sua espera um comboio que nunca vira.

Entrou e assomou logo à janela da carruagem e cantarolava.

Tudo lhe era estranho: como o fumo preto que a máquina movida a carvão deitava.

Decidida a lutar por uma vida melhor, chegou a Lisboa com seus olhos de mel.

 

Mãe

Entrei pela luz, da sua luz: tenho vida

No brilho dos seus olhos me revejo

No seu coração encontrei sempre guarida

Obrigado, minha mãe: um eterno e terno beijo

Meco, Praia das Bicas, 26/01/2014 21:53:24

ROMASI

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

22.01.14

(ROSAS PARA OS INVESTIGADORES)

De repente o céu desabou em mim!

Se não sou capaz de abotoar a camisa com a mão esquerda como irei ter forças para suster o céu?

Chorei! Sim um homem também chora! Mas não me vou embora, embora às vezes até me apeteça partir… abandonar tudo. Estas foram as palavras que escrevi, em 2004, quando fui diagnosticado com Parkinson - tinha 54 anos. Porém, com os meus actuais conhecimentos sobre a doença, reconheço que desde os anos 90 do século passado já tinha sinais evidentes da doença.

 

Durante estes últimos 10 anos vejo que os medicamentos começaram a perder o seu efeito e tenho pedido a Deus, à vida, ou ao Universo, para ter coragem.

Pouco a pouco, sinto-me a derrapar, derrubado, derrotado e muitas vezes recolhido num silêncio profundo ou a escrever poemas de dor:

Rebolo-me na cama, não consigo dormir, não tenho forma de estar e tenho dificuldade em me levantar.

Engulo as palavras e tenho de me repetir para me fazer entender, prende-se mais a perna esquerda, o braço esquerdo, e tremo, e temo!

É neste contexto que me encontro.

Avançam as sombras.

Se soubésseis como estas palavras tristes já não me servem de catarse.

Fogem-me as palavras da esperança.

Começo a estar farto de carregar com o peso desta inércia: Quero ajudar e não posso! Não quero pesar e não posso e a família sofre!

- Perdi a alma.

Não é que a sentisse fugir. Nada fiz para a afastar, nem tão pouco ela se foi em busca da minha poesia.

 

De vez em vez chegam notícias que me prometem ajudar a segurar o tecto do céu com as minhas duas mãos de esperança.

Hoje chega mais uma boa-nova através do Jornal diário PÚBLICO aqui=» http://www.publico.pt/ciencia/noticia/uma-dieta-rica-em-acido-folico-podera-prevenir-ou-retardar-a-doenca-de-parkinson-1620115?fb_action_ids=10202940035683253&fb_action_types=og.recommends#/0

 

Aproveito este local para enaltecer os profissionais de saúde e os cientistas que, procurando amenizar a dor, colocam o amor, o saber e o conhecimento científico ao serviço da humanidade.

Sejam todos muito felizes.

Rogério Martins Simões

 

 

Uma dieta rica em ácido fólico poderá prevenir ou travar a doença de Parkinson

Por Ana Gerschenfeld

Jornal «Público» – 20/01/2014

A vitamina dada às grávidas para evitar malformações fetais conseguiu, em experiências com moscas-do-vinagre feitas por uma equipa liderada por um cientista português, restaurar funções afectadas pela doença.

Uma equipa de cientistas portugueses, italianos e britânicos descobriu um mecanismo celular inédito que, quando se encontra deficiente, provoca os problemas motores e a degeneração neuronal característicos da doença de Parkinson. E mostrou que, em moscas-do-vinagre mutantes com sintomas semelhantes aos do Parkinson, bem como em culturas de neurónios humanos afectados, um simples tratamento vitamínico consegue restaurar o normal funcionamento desse mecanismo celular e, ao que tudo indica, cancelar as manifestações da doença. Os seus resultados foram publicados online, neste domingo ao fim da tarde, na revista Nature Cell Biology.

A doença de Parkinson é a mais frequente doença neurodegenerativa do envelhecimento humano a seguir ao Alzheimer. Manifesta-se, entre outras coisas, através de sintomas motores, tais como rigidez e tremores – e ao nível do cérebro provoca a morte celular em massa numa estrutura chamada “substância negra”, cujos neurónios produzem dopamina, um dos principais mensageiros químicos que asseguram a comunicação nervosa. Actualmente, para colmatar esse défice, administra-se aos doentes com Parkinson, com maior ou menor sucesso, medicamentos capazes de fazer aumentar os seus níveis cerebrais de dopamina.

O inédito mecanismo agora descoberto pela equipa de Miguel Martins, da Unidade de Toxicologia do Conselho de Investigação Médica britânico em Leicester (Reino Unido), tem a ver com as mitocôndrias, pequenas estruturas que existem às centenas em cada célula e que transformam o oxigénio que respiramos na energia química que serve para alimentar a miríade de processos que pautam a vida celular. Ora, quando as mitocôndrias não funcionam – ou funcionam “a meio gás” –, não conseguem produzir suficiente energia.

As mitocôndrias têm a particularidade de possuir um pequeno anel de ADN próprio (o resto do ADN encontra-se dentro do núcleo da célula). Mas embora estas “baterias” celulares sejam assim, em certa medida, independentes do controlo genético “central” da célula, precisam de comunicar com o núcleo para a célula funcionar, explica Miguel Martins num texto a que o PÚBLICO teve acesso. E são precisamente determinados defeitos dessa comunicação intracelular que se pensa estarem ligados a doenças humanas como a Parkinson.

Por outro lado, sabe-se hoje que as mutações num gene humano chamado PINK1, que conduzem a um funcionamento deficiente das mitocôndrias, estão relacionadas com casos precoces da doença de Parkinson.

Miguel Martins e colegas estudaram esses defeitos de comunicação entre as mitocôndrias e o núcleo em moscas-do-vinagre com mutações no gene equivalente ao PINK1. Tal como os doentes com Parkinson, estes insectos apresentam sintomas motores – por exemplo, não conseguem voar – e perdem os seus neurónios produtores de dopamina.

O SOS das mitocôndrias

Os cientistas descobriram então que, nas moscas mutantes, as mitocôndrias deficientes enviam um “pedido de ajuda” ao núcleo da célula, instando-o a fabricar a maquinaria e a matéria-prima necessárias à produção do ADN mitocondrial, de forma a conseguir assim gerar novas mitocôndrias, capazes de colmatar o défice energético provocado pela mutação no dito gene. “O que descobrimos é bastante surpreendente”, diz Miguel Martins.

Porém, a ajuda do núcleo não chega e é aí que a segunda descoberta da equipa, “muito simples” mas “espantosa”, entra em cena. “Nós conseguimos detectar essas mensagens de SOS e ajudar as mitocôndrias, através de estímulos externos”, explica-nos o investigador num email.

Mais precisamente: manipulando um outro gene, chamado dNK, nas moscas mutantes, os cientistas conseguiram reforçar a produção de ADN mitocondrial – e daí, a geração de novas mitocôndrias. “Criámos super-moscas – mais rápidas, com mais energia e mais resistentes às substâncias que são tóxicas para as mitocôndrias”, diz ainda Miguel Martins.

E o mais "incrível" (palavra do investigador) é que também descobriram que nem sequer era preciso alterar o gene dNK para obter o efeito desejado: tudo o que precisavam de fazer era fornecer às células um composto químico bem conhecido: ácido fólico.

O ácido fólico, ou vitamina B9, é o mesmo composto que é administrado às grávidas para prevenir malformações no feto. “Nas moscas, tanto os músculos que controlam o movimento das asas como os neurónios dependem das mitocôndrias para produzir energia”, escreve-nos ainda Miguel Martins. “Nas moscas mutantes, as mitocôndrias explodem literalmente. Mas quando alimentamos as moscas com ácido fólico, as mitocôndrias recuperam completamente.” E claro, os insectos voltam a conseguir voar.

A equipa também cultivou, em presença de ácido fólico, neurónios humanos com uma actividade deficiente do gene PINK1 – e obteve resultados que apontam para o mesmo efeito reparador da vitamina. Nessas células, “as mitocôndrias já não estão doentes”, constata Miguel Martins.

Estes resultados sugerem que talvez seja possível, graças a dietas ricas em ácido fólico ou a suplementos alimentares como os que tomam as grávidas, proteger as mitocôndrias e portanto prevenir ou travar, não só a doença de Parkinson, mas também outras doenças humanas do envelhecimento associadas a problemas mitocondriais, concluem os cientistas.

Inês Pimenta de Castro, co-autora do estudo e actualmente a trabalhar no Instituto Gulbenkian de Ciência em Oeiras, está agora a testar as novas potencialidades do ácido fólico.

 

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20.01.14

Precisamente um ano depois voltou a tempestade e destruiu casas e haveres aos campistas. 
Ao inicio da noite do dia 19/1/2014, um vento ciclónico acompanhado de chuva forte fez cair árvores sobre algumas casas do parque. Foi um grande susto, parecia que tudo voava e com uma violência fora do comum. Eram 3 da manhã quando amainou o vento e foi possível ter uma pequena ideia do que tinha acontecido. Quando rompeu a manhã podemos constatar e fotografar os estragos. 
Algo está a mudar na Terra onde, todos os dias, vamos assistindo ou tendo notícia de factos anormais, e extremos, que afetam todos quantos a habitam.

 

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17.01.14

Leiam por favor o que no século XIX, sobre a emigração escreveu: António Correia Herédia

(1822 – 1899)

 

Na Biblioteca da Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o consumo encontrava-se, no tempo em que lá trabalhei, um Relatório, em forma de livro, com 130 folhas, editado pela Imprensa Nacional no ano de 1876, intitulado “RELATÓRIO do PROJECTO DE REGULAMENTO GERAL DAS ALFÂNDEGAS pelo Inspector das Alfândegas António Corrêa Heredia”. Penso mesmo que este importante trabalho deveria ser reeditado a bem da cultura portuguesa.

Depois de “folhear” este magnífico trabalho concluí que foi seu autor, António Correia Herédia, um Ilustre colega das Alfândegas Portuguesas que tinha a categoria profissional de Inspector das Alfândegas, chefiando a Alfândega do Porto.

António Herédia inicia do seu relatório, a fls. 3, e passo a transcrever uma ínfima parte para situar no tempo o seu autor. Este magnífico e pioneiro trabalho inclui citações e ideias bem interessantes e, quiçá, a repensar nos dias de hoje:

Referindo-se a uma polémica quanto à emigração da Ilha das Flores para a América do Norte e à livre troca entre as Flores e o Corvo diz entre outras citações a seguinte:

 

“A emigração não é uma viagem de recreio; ninguém abandona com prazer a terra natal; a saudade da pátria é um mal que não tem compensação nem lenitivo. Quando se emigra é porque todas as esperanças acabaram, e porque o futuro, que se antolhava medonho, já deixou de ser futuro, e o infortúnio caiu como rochedo sobre a cabeça da sua vítima que foge quando pode, e tão depressa pode, da terra onde é assim esmagada. E não há direito para dizer ao que de tal modo se separa de uma sociedade mal organizada «não vades, que tendes aqui obrigações para cumprir» ”

 

 

Meco, 17/1/2014

Rogério Martins Simões

 

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16.01.14

 

 

 

 

(Nesta fotografia estou eu com 10 anos de idade e o meu irmão Jaime Simões)

 

 

O PRATO ESFRIAVA!

Rogério Martins Simões

 

Bancos de areia cobrem

Os meus pensamentos.

Nuvens transportam

Toalhas por secar…

Aguaceiros dispersam

Memórias dos tempos

Salpicando, aqui e além,

Histórias por contar…

 

Minha tia mandou-me ao poço

Para lavar o meu sorriso!

E disse-me para ter juízo…

Que não a fizesse esperar…

Como era tão menino e moço

Meti bolas de sabão ao bolso

Com um sorrir a transbordar…

 

-Vamos aos peixes!

 

Rolávamos pelos montes;

Subíamos as serras;

Atirávamos pedras

Sempre nus

Sempre descalços.

E entre musgos nascia

A água cristalina

Brotando das nascentes:

Mãe de todas as fontes.

Luz de todas as sementes.

Ajoelhávamos!

E bebíamos!

 

Levantávamos

E corríamos

Sobre trilhos e pedras redondas:

Seixos e calhaus rolados.

 

 

Bastava um rio

Uma água corrente

Que o calor aquecia…

 

- Quem pula primeiro

Do alto da fraga?

E havia um primeiro mergulho,

Depois mais outro,

Mais outro

E outros…

 

Olhávamos o Sol,

Que horas seriam?

Passava do meio-dia!

Já espreitava

O pôr-do-sol!

Já ralhava a minha tia!

 

E o prato esfriava…

 

Lisboa, 29 de setembro de 2008

 

(Memórias da Póvoa, poema dedicado à minha tia Laura Simões)

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

16.01.14

DIAS VIVAZES

Rogério Martins Simões

 

Acordam os sentidos

Despertam em mim as cores

Das manhãs

Dos dias vivazes

E em cada dia novo

Descubro que há em mim

Tanta vontade para viver

 

Olho! Estou sempre a olhar

E de observação em observação

Reparo que os dias se estreitam

Quando há lugar à felicidade

 

Os caminhos por onde passo

São os mesmos

Dirás tu mais uma vez

 

Mas a mudança

Não está nos estáticos

Ou nos perenes objetos

Que se fixam em cada viagem

Mas na luz

Que os nossos olhos abraçam

Meco, 15/01/2014 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

13.01.14

VOLTASTE

Rogério Martins Simões

 

Voltaste!

Tanto desejei que voltasses

E trazias contigo o pedaço de mim

Que me faltava

Quando sem querer ficaste

Pelos corredores confidentes

Onde as horas agonizam...

 

Voltaste!

E quiseste logo lavrar os campos

Que te recordam searas

Prados verdes e papoilas

Que crescem no teu rosto

Num perder de vista.

E vi em ti um celeiro

Onde acolhes e repartes

As palavras amenas do teu coração.

 

Voltaste!

O importante era chegares,

Deixando para trás

As horas perdidas,

Quando perdidamente me sentia tão só.

 

Lisboa, 9/1/2014

 (A publicar no meu segundo livro)

Poemas de amor e dor conteúdo da página

10.01.14

 

 

(Óleo sobre cartão

Elisabete Sombreireiro Palma)

 

 

A CAMINHO DA LUZ

Rogério Martins Simões

 

Além...

na estação dos acenos,

num tempo de ginjas maduras,

partirei num comboio a carvão:

deitando fumo;

lançando faúlhas,

alimentando a combustão,

A caminho da Luz!

 

Lisboa, 20-01-2011 02:40:11

(Registado no Ministério da Cultura 

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    MEIO HOMEM INTEIRO
    Rogério Simões
     
    Meia selha de lágrimas.
    Meio copo de água
    Meia tigela de sal
    Meio homem de mágoa.
    Meio coração destroçado
    Meia dor a sofrer.
    Meio ser enganado
    Num homem inteiro a morrer.
    11/4/1975

    Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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