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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda




Rogério Martins Simões

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28.05.19

Bottom half of woman face 3.jpg

MULHER

Rogério Martins Simões

 

De formosa te chamaram,

E tão cativos ficaram,

Presos, num feitiço qualquer.

Feiticeira da saudade,

Tu serás a eternidade,

Bendita sejas mulher

 

No meu fio doiro guardado,

Tenho um nome já gravado

Enquanto a vida quiser

Nunca será por metade,

Mãe é sempre liberdade,

Inteira e sempre mulher

 

Mulher amante e esposa,

Se no meu corpo repousa,

Este amor que tanto a quer.

Passou o tempo de conquista,

Não saberei se resista…,

Pois serás sempre mulher…

 

Se nesta vida ao passar,

Depressa quiser levar,

E mais vida não nos der

Que me leve pois vivi

Neste versos vejo em ti

Como é tão bela a mulher.

 

Campimeco, Meco, 28/05/2019 22:54:31

(INTEIRAMENTE DEDICADO À MULHER ESTE POEMA FARÁ PARTE DO MEU SEGUNDO LIVRO, A PUBLICAR BREVEMENTE PELA CHIADO EDITORA. “POEMAS DE AMOR E DOR” SERÁ LANÇADO NOS PRÓXIMOS 4 MESES. O 1º LIVRO ESGOTADO TERÁ PARA BREVE A 2ª EDIÇÃO)

Poemas de amor e dor conteúdo da página

27.05.19

dalila.JPG

“POETA DO AMOR E LIBERDADE”
DALILA MOURA BAIÃO
(Ao meu amigo Rogério Simões, com carinho)

Este poema da autoria de DALILA MOURA BAIÃO, poetisa maior que o escreveu, a mim o dedicou, e publicou no seu livro de poesia “AMAR EM CHÃO DE MAR” da Editora “Temas Originais” fez com que recuasse no tempo, 21/03/2011. Nesse dia ofereceu-me este seu livro que é o 3.º livro da sua poesia.

Na página 109 e 110 do “Amar em chão de mar” encontrei este seu belo poema, escrito de propósito para mim, e a mim dedicado.

Com a humildade de um humilde poeta direi, que este poema entrou com tanta profundidade no meu coração que só hoje, passados 18 anos consegui reunir forças para ter coragem para o dar a conhecer. À Dalila mais uma vez quero agradecer o “Poeta do Amor e Liberdade”  A minha Gratidão à DALILA MOURA BAIÃO

 Rogério Martins Simões

 

“POETA DO AMOR E LIBERDADE”
DALILA MOURA BAIÃO


O teu poema:
É o grito rasgado que guardas no peito
É o eco lançado no abraço perfeito
Com que enlaças a vida no mar do desejo
De seres marinheiro da palavra viva
Que soltas no olhar…

O teu poema:
É ternura cansada que banhas em esperança
Na dor extenuada que aguarda a mudança
No rio do silêncio que clama, na foz
Do desassossego, que ergues na voz
Aguardando confiança…
Em cais de firmeza.

O teu poema:
É o fio de lua nas tuas mãos de criança
O brilho dourado da estrela que dança
O rumor timbrado da harpa escondida
Que na melodia suave te envolve de vida

Porque o teu poema, mesmo sem ser escrito
Está no teu olhar, na tua vontade
Na tua ternura, que pinta a beleza
Duma alma nobre, onde há liberdade
De ser poesia em cada momento
Lutando e crescendo contra o desalento.

E porque és poeta, do amor e da paz
Onde a liberdade passeia acordada,
Mesmo sem “escreveres”palavras na tela
Num papel visível, num ecrã mostrado,
Está no teu olhar o poema vivo
Nessa poesia, que guardas magoado.
Serás sempre Poeta: Tu foste fadado!
Dalila Moura Baião

05/09/10

 

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08.05.19

conventoarrabida 06poema ma5.jpg

DIÁLOGO NUM PORTO DE ABRIGO QUANDO O MAR ESTÁ REVOLTO….

Rogério Martins Simões

 

Soa um alarme

Que se solta na noite escura

O mar está revolto

- Não te deves colocar em perigo

Nas palavras que soltas,

-Escreve! Eu as dito

A riqueza está no coração

Na nobreza dos gestos

- Certos incertos, seguros.

A tua riqueza está em ti

Acredita que o amanhã será diferente

Será melhor,

Cheio de Sol, do tamanho da amizade.

A riqueza está na luz que de ti irradia.

Liberta-te!

Vive nem que seja por um dia.

Vive a felicidade que encontras

Seguindo e perseguindo os sonhos.

Repara que um sorriso

Vale muito mais que um choro,

Olha as árvores e os campos

Que renascem do fogo sorrindo.

E se escreveres palavras tristes

Para as teres por catarse

Não as libertes

Sopra-as no meu ouvido.

- Pela manhã não andava!

 

 

-No momento em que escreves voltaste a andar.

Deixa fluir o que sentes

E não te obrigues a lutar contra moinhos de vento.

Aceita!

Amanhã traz de volta um novo dia

 

- Uma silhueta desperta no meu olhar.

Se calhar é alguém que regressa

À aldeia do meu coração em festa.

 

-Vêm ver os teus barquinhos de papel

Saltitando na levada a caminho da horta.

- Gosto de descobrir nos sentidos

Esta alegria de estar vivo.

- Podes abrir os olhos, mesmo sofridos,

E sentir o coração a pulsar.

 

Lampejam as eternas palavras dos poetas

 

Meco, 08/05/2019 00:25:02

 

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    MEIO HOMEM INTEIRO
    Rogério Simões
     
    Meia selha de lágrimas.
    Meio copo de água
    Meia tigela de sal
    Meio homem de mágoa.
    Meio coração destroçado
    Meia dor a sofrer.
    Meio ser enganado
    Num homem inteiro a morrer.
    11/4/1975

    Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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