Terça-feira, 17 de Março de 2020

POBRE HUMANIDADE

miseria

POBRE HUMANIDADE

Romasi

Rogério Martins Simões

Ah génio do homem apodrecido…

Ai do homem em palácios… deitado

Convencido que o seu irmão desaparece.

 

Ai de mim, eu, sabiamente letrado,

E em paz deixado,

Convencendo os outros do nada.

 

Pobre humanidade

Estrelada de ilusões e ofensas

Passeando em cachos

Ao sabor da corrente…

 

Tu e eu seremos

Espancados com a razão…

Se acordarmos amanhã…

 

Odivelas 24/04/1974

(Registado no Ministério da Cultura

Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C.

Processo n.º 2079/09)

 

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página
ano do poema: Quarentena
publicado por poetaromasi às 19:32
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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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