Segunda-feira, 27 de Maio de 2019

POETA DO AMOR E LIBERDADE

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“POETA DO AMOR E LIBERDADE”
DALILA MOURA BAIÃO
(Ao meu amigo Rogério Simões, com carinho)

Este poema da autoria de DALILA MOURA BAIÃO, poetisa maior que o escreveu, a mim o dedicou, e publicou no seu livro de poesia “AMAR EM CHÃO DE MAR” da Editora “Temas Originais” fez com que recuasse no tempo, 21/03/2011. Nesse dia ofereceu-me este seu livro que é o 3.º livro da sua poesia.

Na página 109 e 110 do “Amar em chão de mar” encontrei este seu belo poema, escrito de propósito para mim, e a mim dedicado.

Com a humildade de um humilde poeta direi, que este poema entrou com tanta profundidade no meu coração que só hoje, passados 18 anos consegui reunir forças para ter coragem para o dar a conhecer. À Dalila mais uma vez quero agradecer o “Poeta do Amor e Liberdade”  A minha Gratidão à DALILA MOURA BAIÃO

 Rogério Martins Simões

 

“POETA DO AMOR E LIBERDADE”
DALILA MOURA BAIÃO


O teu poema:
É o grito rasgado que guardas no peito
É o eco lançado no abraço perfeito
Com que enlaças a vida no mar do desejo
De seres marinheiro da palavra viva
Que soltas no olhar…

O teu poema:
É ternura cansada que banhas em esperança
Na dor extenuada que aguarda a mudança
No rio do silêncio que clama, na foz
Do desassossego, que ergues na voz
Aguardando confiança…
Em cais de firmeza.

O teu poema:
É o fio de lua nas tuas mãos de criança
O brilho dourado da estrela que dança
O rumor timbrado da harpa escondida
Que na melodia suave te envolve de vida

Porque o teu poema, mesmo sem ser escrito
Está no teu olhar, na tua vontade
Na tua ternura, que pinta a beleza
Duma alma nobre, onde há liberdade
De ser poesia em cada momento
Lutando e crescendo contra o desalento.

E porque és poeta, do amor e da paz
Onde a liberdade passeia acordada,
Mesmo sem “escreveres”palavras na tela
Num papel visível, num ecrã mostrado,
Está no teu olhar o poema vivo
Nessa poesia, que guardas magoado.
Serás sempre Poeta: Tu foste fadado!
Dalila Moura Baião

05/09/10

 

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publicado por poetaromasi às 21:44
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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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