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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

RESPLENDOR

RESPLENDOR

Rogério Martins Simões

 

Acordei! Era manhã!

Esqueci o trabalho!

Harmonizei!

Vi nascer o dia

Vi nascer o astro-rei

E, num tempo sem horário,

Por ali fiquei,

Onde tudo brilha,

Em perpétua ondulação.

 

E vi o sol numa dança

Incendiando o meu rosto

Alvorada de esperança

Suavizando o meu desgosto…

 

Um raio de sol

Penetrou no meu semblante

E fui manhã ao acordar

E se libertar implica luz

Que eu seja luz a cada instante

Para sempre me purificar

 

Um raio de sol

Permanece em mim

Neste momento de meditação!

 

Um raio de luz…

Do tamanho de um Sol

Encontrou o meu coração.

14-06-2004 23:39



(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

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HAVIA ENTRE NÓS UM NÉCTAR...

HAVIA ENTRE NÓS UM NÉCTAR

Rogério Martins Simões

 

Havia entre nós um néctar

Quando em teu corpo voava:

Tu eras a rainha, desnuda,

Seios de água-mel,

Que a minha boca adoçava.

 

Havia entre nós um néctar

Pois os nossos corpos alavam…

E num bailado exuberante,

Com asas diamante

Em tuas asas dançava…

 

E havia um banco de jardim

num prado de flores campestres.

E havia um chão de mim

Com teus odores silvestres…

 

Sim! Havia entre nós um néctar

E os nossos corpos poisavam…


Praia das Bicas, 01-09-2012 20:06:04

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ÁRVORE

 

 

ÁRVORE

Rogério Martins Simões

 

Árvore!

Que me defendes do sol

E tombas lutando:

Para que eu respirasse

Para que eu dormisse

Para que eu repousasse

Para que eu sorrisse

Conta-me os poisos que tiveste

Os cânticos que escutaste

Os namorados que espreitaste

Os ladrões que encobriste

Os trovões que ouviste

As portas que abriste e fechaste

Os murmúrios dos tristes

Os ventos que tapaste

Recorda-nos o canto do rouxinol…

 

Árvore

Que na alvorada me dás abrigo

E adornas o fruto que não vou comer...

Se ao morrer

Carregas o fardo

De me levares contigo:

Em tábuas, penumbra, cinzas e nada

 

Árvore

Que sabes tu de mim?

 

 

Campimeco. MECO 03-09-2007 20:53

 

 

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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