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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda




Rogério Martins Simões

Cria o teu cartão de visita Poemas de amor e dor conteúdo da página

18.08.18

patiocarrasco.JPG

 

O QUEBRANTO...

Rogério Martins Simões

 

Que fascínio exerceu, em mim, a tia Emília, do Pátio do Carrasco!

- Rogério! “Unge as mãos e os pés”!

E ali ficava sentado num banco rente ao chão, costas direitas e joelhitos bem unidos.

- O rapaz tem “cobranto” e rezava…

Depois minha mãe fazia um defumadouro

 e eu respirava os cheiros ancestrais

 dos contos mágicos do meu pai…

(Diálogo com a alma. Extracto da entrevista ao Jornal Serras da Pampilhosa da Serra)

Poemas de amor e dor conteúdo da página

25.02.15

lisboa 014pequena.jpg

 

TELHADOS DE ALFAMA

Rogério Martins Simões

 

Telhados de Alfama

São mastros são velas

São beijos eternos

Juntinhos e ternos

Estreitando as vielas.

 

Telhados de Alfama

São ilhas são notas

Parecem guitarras

Em noites de farras

Soltando risotas

 

Telhados de Alfama

Dores e pecados

Encantos de artistas

Motivos fadistas

E casas de fados

 

Telhados de Alfama

Bandos de beirais

Gatos nas caleiras

Seios de feiticeiras

Por onde chorais

Meco, 10/09/2014 23:39:44

Poemas de amor e dor conteúdo da página

13.06.13

Lisboa é a minha Cidade!

Rogério Martins Simões

 

Mote

 

Minha terra é a mais bela,

É bela, e não tem idade,

Vigio-a da minha janela:

Lisboa é a minha cidade

 

Glosa

 

Com o fado a meu lado,

E sete colinas em flor,

Beijo o fado por amor,

No Castelo enfeitiçado:

Perdido vou em pecado.

Viajo na canoa à vela,

Vejo Alfama aguarela,

Rio acima com ternura,

Subo o Tejo na ventura

Minha terra é a mais bela!

 

Mouraria vem navegar...

À desgarrada partir.

O meu amor não quer ir,

É tarde, vamos marchar,

Se partir hei de voltar.

No chão flores de jade

Madragoa é qual saudade

Doce encanto, sacro mel,

Nunca me soubeste a fel.

É bela e não tem idade.

 

Coração apaixonado,

No trinar duma guitarra,

Está frio, veste a samarra.

Bairro Alto, meu pecado,

Boémias e noites de fado.

Cravos rubros na lapela,

Não passes por mim sem ela,

Voltei e já fui à Graça,

Por São Vicente se passa,

Vigio-a da minha janela.

 

Subi à Bica, e vou a pé.

A pé desci ao Rossio,

Carícia do Paço ao rio,

E Santo António da Sé,

Entrei, e rezei com fé!

Sete morros de amizade,

Vivendo em liberdade,

Resguardam estes tesouros:

Latinos, Godos e Mouros,

Lisboa é a minha cidade!

 

Lisboa, 23 de janeiro de 2008

Alterado 28-11-2010 20:53:42

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

17.12.12

(Óleo sobre tela
REAL BORDALO)

ROSA DE ALFAMA

 

(A ROSEIRA NÃO SERÁ ESQUECIDA)

(Romasi)

Rogério Martins Simões

 

A Rosa,

Rosa das escuras ruas de Alfama,

Era rosa,

Filha de Roseira Brava

Que vendia sardinha de Barrica.

 

A Rosa

Não nasceu num berço de oiro

Nem nasceu menina rica.

Sua mãe a pariu

Quase morta

Numa manhã invernosa

A caminho da lota.

 

A Rosa

Filha de Roseira Brava

Que vendia sardinha de Barrica.

Não se quedou apregoando sardinha

Pelas ruas da Regueira

Ou vendendo seu corpo lesto

Pelos bares tristes da Ribeira.

 

A Rosa,

Rosa das escuras ruas de Alfama,

Filha de Roseira Brava

Que vendia sardinha de Barrica.

Parida quase morta

A caminho da lota;

Que não teve berço de oiro

Nem nasceu para ser rica

Lutou pela Liberdade!

Morreu vendendo a vida!

 

Agora dizem em Alfama…

Que a Rosa não será esquecida.

 

1969

(Homenagem à mulher trabalhadora de Alfama)

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

11.11.08

 

 

 

 

O QUE O TEMPO TEM DE SOBRA
(Rogério Martins Simões)
 
O que o tempo tem de sobra
É o tempo que me dobra…
Dobra o tempo, faz-me velho
Quando revejo o espelho
 
O tempo terá sempre tempo…
Se a tempo meu riso chegar
Pois… se deslizar desatento…
Talvez o possa encontrar
 
Passo os dias à procura
(Meu tempo não vai durar)
Meu corpo é espiga madura
Só o tempo o irá vergar
 
Dobra o corpo no desalento
Semente do tempo e da idade
Já oiço o silvar do vento
Da eterna claridade
 
E se o tempo não me acalma
Meu corpo nem sempre dura
O tempo não tem a minha alma
Para sempre no tempo perdura
 
Pois se Deus criou o mundo
E ao sétimo dia descansou
Paro este diálogo profundo…
Para onde a alma me levou
 
Tempo! Que tens de sobra?
- É o tempo que te dobra…
- Dobra tempo; quero voar!
 
Voa o tempo e me renova
A dor o riso e a prova…
Agora quero descansar.
17/04/2004
Concluído em
26/08/2005
 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

30.09.08

CIRANDA EM DÉCIMAS COM QUADRA E GLOSA

 « A MINHA TERRA»

Uma iniciativa do Poeta Daniel Cristal

 

ROMASI

 

 

 

 

(LISBOA, vigio-a da minha janela

Óleo sobre tela Elisabete Maria Sombreireiro Palma)

 

 

 

Lisboa é a minha Cidade!
Rogério Martins Simões
 
Mote
 
Minha terra é a mais bela
É bela e não tem idade
Vigio-a da minha janela
Lisboa é a minha cidade
 
Glosa
 
Coração apaixonado
Morro de paixão e amor
Apraz-me ver-te em flor
No Castelo enfeitiçado,
Perdido, vivo em pecado…
Viajo na canoa à vela
Vejo Alfama aguarela
Rio acima com ternura
Subo o Tejo na ventura
Minha terra é a mais bela!
 
Mouraria vem navegar
À desgarrada partir
O meu amor não quer ir
É tarde! Vamos marchar,
Se partir hei-de voltar.
No chão flores de jade
Madragoa é qual saudade
Doce encanto, sacro mel,
Nunca me soubeste a fel.
É bela e não tem idade.
 
Coração foi bem levado
No trinar duma guitarra
Está frio, veste a samarra!
Bairro Alto, meu pecado
Boémias e noites de fado
Cravos rubros na lapela
Não passes por mim sem ela…
Voltei e já fui à Graça
Por São Vicente se passa,
Vigio-a da minha janela
 
Subi à Bica e vou a pé
A pé desci ao Rossio
Carícia do Paço ao rio
E ao Santo António da Sé.
Entrei e rezei com fé!
Sete morros de amizade
Vivendo em liberdade
Resguardam estes tesouros:
Latinos, Godos e Mouros,
Lisboa é a minha cidade!
 
Lisboa, 23 de Janeiro de 2008
 
 
Poemas de amor e dor conteúdo da página

11.07.08

(Largo S. Miguel - Alfama - Lisboa)



 

Cumplicidades

(Rogério Simões)

 

Observei-te, estavas, linda!

Bonita, como a rosa em botão!

Não te toquei, estavas ainda

Longe no teu olhar - eu não!

 

Afinal não te era indiferente.

Mas enfim, lá por dentro vias

Que havia em mim algo diferente

Nos locais para onde ias.

 

Para compensar o tempo ido

Prometias em pensamento

Recuperar o tempo perdido

À força de um sublime momento.

 

Amor! Estavas tão linda

Bonita como a rosa em botão

Não te toquei, estavas ainda

Perto do meu olhar - tu não!

 

Finalmente teu coração reparou

E descobriste que eu existia

Teu amor em mim encontrou

E… foi tão lindo esse dia.

 

E foram tão longos os abraços,

Carentes, infinitos e diferentes.

Foram estes os nossos laços

Afinal não éramos indiferentes…

 

2003

(Caderno Uma Dúzia de Páginas de Poesia n.º 41)

E colectânea de poemas”INDEX-POESIS”

(ISBN 972-99390-8-X e Depósito Legal 249244/06)

Poemas de amor e dor conteúdo da página

13.06.08

 

 

(Lisboa)

 

 

Lisboa é a minha Cidade!

Rogério Martins Simões

 

Mote

 

Minha terra é a mais bela

É bela e não tem idade

Vigio-a da minha janela

Lisboa é a minha cidade

 

Glosa

 

Coração apaixonado

Morro de paixão e amor

Apraz-me ver-te em flor

No Castelo enfeitiçado

Perdido, vivo em pecado…

Viajo na canoa à vela

Vejo Alfama aguarela

Rio acima com ternura

Subo o Tejo na ventura

Minha terra é a mais bela!

 

Mouraria vem navegar

À desgarrada partir

O meu amor não quer ir

É tarde! Vamos marchar,

Se partir hei-de voltar.

No chão flores de jade

Madragoa é qual saudade

Doce encanto, sacro mel,

Nunca me soubeste a fel.

É bela e não tem idade.

 

Coração foi bem levado

No trinar duma guitarra

Está frio, veste a samarra!

Bairro Alto, meu pecado

Boémias e noites de fado

Cravos rubros na lapela

Não passes por mim sem ela…

Voltei e já fui à Graça

Por São Vicente se passa,

Vigio-a da minha janela

 

Subi à Bica e vou a pé

A pé desci ao Rossio

Carícia do Paço ao rio

E ao Santo António da Sé.

Entrei e rezei com fé!

Sete morros de amizade

Vivendo em liberdade

Resguardam estes tesouros:

Latinos, Godos e Mouros,

Lisboa é a minha cidade!

 

Lisboa, 23 de Janeiro de 2008

 

 

 

 

 

 

 

fado
 
Rogério Martins Simões
 
Nas ruas da velha mourama
Era famoso o arroz de cabidela
No velho Pereira de Alfama.
Eram os pregões das varinas
Tocavam as concertinas
E os gatos espreitavam à janela
 
Mas Alfama não está quieta!
Fervilha, está viva, irrequieta
E um cheiro a namorico…
Deixa o Manel de alerta
Atira-se a um manjerico…
Com ciúmes da fadista Berta
 
A Berta que vê o artola…
Com naifa de ponta e mola
Não cede o passo ao Manel
- Acudam! Grita a infiel…
 
E no meio desta algazarra
Vasos partidos e tanto brado
Surge um fadista safado
Abraçado a uma guitarra
 
Pára a guerra na viela!
E o povo vem à janela,
Há fadistas por todo o lado…
Toca o Chico a Madragoa
Silêncio! Que a nossa Lisboa
Vai ouvir cantar o fado…
13/06/2007
 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

11.06.08

 

(Mestre REAL BORDALO)

 

 

 

 


 

 

 

 

O MEU FADO MAGOADO
Rogério Martins Simões
 
O meu fado magoado,
Passa o dia a noite inteira
A trinar numa guitarra
O meu fado que é tão triste
Percorre as velhas tabernas
Bebendo por todo o lado.
 
 
 
Se tarde tarda a noite
Acorda num sobressalto
Toda a minha fantasia.
E das ruas do Bairro Alto
Corro a ver ao Castelo
Para de lá nascer o dia...
 
 
 
Há sempre numa viela.
Há sempre no meu olhar
Tanta vida, tanta fama.
Um pintor com sua tela.
Um puto no seu andar
Nas ruas tristes de Alfama.
 
 
Agora que rompeu o dia
Adormece num vão de escada
Este fado madrugado
Desde a Bica à Mouraria
Escrevem mais poesia
Porque afinal à noite há fado.
 
9/2/1979
(original)
Poemas de amor e dor conteúdo da página

12.06.07

(LISBOA - ALFAMA - TEJO)

 

 

 

 

fado

 

Rogério Martins Simões

 

Nas ruas da velha mourama

Era famoso o arroz de cabidela

No velho Pereira de Alfama.

Eram os pregões das varinas

Tocavam as concertinas

E os gatos espreitavam à janela

 

Mas Alfama não está quieta!

Fervilha, está viva, irrequieta

E um cheiro a namorico…

Deixa o Manel de alerta

Atira-se a um manjerico…

Com ciúmes da fadista Berta

 

A Berta que vê o artola…

Com naifa de ponta e mola

Não cede o passo ao Manel

- Acudam! Grita a infiel…

 

E no meio desta algazarra

Vasos partidos e tanto brado

Surge um fadista safado

Abraçado a uma guitarra

 

Pára a guerra na viela!

E o povo vem à janela,

Há fadistas por todo o lado…

Toca o Chico a Madragoa

Silêncio! Que a nossa Lisboa

Vai ouvir cantar o fado…

13/06/2007

 

 

 



 

 

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    Rogério Simões
     
    Meia selha de lágrimas.
    Meio copo de água
    Meia tigela de sal
    Meio homem de mágoa.
    Meio coração destroçado
    Meia dor a sofrer.
    Meio ser enganado
    Num homem inteiro a morrer.
    11/4/1975

    Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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