Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda




Rogério Martins Simões

Cria o teu cartão de visita Poemas de amor e dor conteúdo da página

23.05.10

 

 

Nome : Elisabete Maria Sombreireiro Palma

Naturalidade : Beja

Data de nascimento : 19/10/1948

Formação académica na área da contabilidade, inscrita como T.O.C. com o nº 3774. Trabalhou cerca de trinta anos, exclusivamente, como responsável da contabilidade de diversas empresas, sendo a última, a produtora de cafés, da marca “ Nicola”, da qual saiu por fusão desta empresa com um outro grupo empresarial.

Em função da disponibilidade obtida, inscreveu-se na Universidade para a Terceira Idade, UITI, na disciplina de “Criatividade Artística” ministrada pela Professora Carminho em Novembro de 2002, tendo assim, dado início à concretização de uma suposta vocação despontada em criança.

Trocando definitivamente a caneta pelo pincel, continuou a aprendizagem e o enriquecimento na técnica da pintura a óleo sobre tela, no atelier da Professora Carminho.

Participou em duas exposições colectivas de pintura. Desde o dia 17 de Maio de 2010, e até ao dia 31 de Maio de 2010, tem 23 quadros expostos numa mostra de pintura na Biblioteca Municipal do Pinhal Novo - Palmela - junto à estação ferroviária do Pinhal Novo.

 

(Nota: Quem conhece a minha poesia sabe quanto admiro a minha companheira Elisabete Sombreireiro Palma. A Elisabete, a quem se destina este espaço, não gosta de estar ao computador e esta será a razão para que seja eu a dar a conhecer os seus talentos.

Há 20 anos, quando a conheci, a Elisabete perdeu o seu filho mais novo, o Ricardo, num brutal acidente de mota nos acessos à Ponte 25 de Abril. Tinha então 18 anos.

Raramente falamos da morte do Ricardo. No dia 1 de Julho recorda-se a tragédia, sem palavras, mandando celebrar missa na Igreja de S. Domingos de Benfica.

- Rogério, nem um só momento esqueço a morte do meu filho. Disse-me um dia.

A Elisabete é uma mãe coragem.

Quem a conheceu mais cedo ainda teve o prazer de escutar o seu belo canto. Dizem que cantava e encantava com o fado de Coimbra e o canto alentejano. Numa intervenção cirúrgica à tiróide perdeu os agudos. Para mim continua a encantar mesmo que cante baixinho.

Quanto à sua pintura, que tenho incentivado, sou, de certo modo, o guardião de parte dos seus quadros. Elisabete Maria Sombreireiro Palma é merecedora de participar noutras exposições.

Finalmente, quero salientar a sua qualidade de escrita. Logo que possa irei colocar aqui as suas redacções, autênticas preciosidades, que nos transportam no tempo aos anos 50 do Século passado, enfim, recordações da escola do Magistério primário de Beja onde foi aluna da Professora Conceição filha do Professor Janeiro Acabado

Tentarei que escreva os contos que ela cria e conta para o seu neto e que continue a estória do nosso lindo e saudoso cão.

A Bete é mesmo assim: uma mulher muito especial – uma grande mulher.

Do seu companheiro:

Rogério Martins Simões

 



 

(Óleo sobre tela

Elisabete Maria Sombreireiro Palma)

Por ocasião da III Feira da Saúde de Pinhal Novo, Palmela – Portugal – que decorreu entre 17 a 23 de Maio de 2010, teve lugar uma “mostra de pintura” de Elisabete Sombreireiro Palma. Foram expostos parte dos quadros, pintados pela Elisabete Sombreireiro Palma, que habitualmente adornam a nossa casa.

Hoje recebemos mais um amável convite para que os quadros permaneçam em exposição, no mesmo local, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, junto à Estação Ferroviária com o mesmo nome.

Quem estiver interessado em os ver, até ao dia 31 de Maio de 2009, poderá seguir de comboio desde Lisboa e descer no Pinhal Novo. A Biblioteca Municipal fica mesmo ali.

Para que vejam a evolução artística da sua pintura deixo aqui a fotografia que tirei ao seu último trabalho a que chamámos de “Mar Revolto”.

Um agradecimento à Exma. Sra. Dr. Margarida Martins pelo seu amável convite.

Do seu marido e admirador,

Rogério Martins Simões

 

(Óleo sobre tela Elisabete Sombreireiro Palma)
(MAR REVOLTO)

Poemas de amor e dor conteúdo da página

16.05.10

Óleo sobre tela Elisabete Sombreireiro Palma

CONVITE
MOSTRA DE PINTURA DE
ELISABETE SOMBREIREIRO PALMA
Na próxima segunda-feira,
dia 18 de Maio de 2010,
pelas 20 horas,
na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo,

terá lugar a inauguração da III Feira de Saúde,
com a “mostra” de pintura de
Elisabete Sombreireiro Palma
cujo programa completo será publicado neste blog. Esta exposição estará patente até ao dia 23 de Maio.

NOITE DE POESIA

NA FREGUESIA DE PINHAL NOVO – PALMELA

Tenho a honra de convidar quantos se queiram deslocar ao Pinhal Novo

para uma sessão de poesia,

que decorrerá no dia 20 de MAIO de 2010,
pelas 20,30 horas
na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo.

Os meus agradecimentos à organizadora e responsável por todos estes eventos

a Dra. Margarida Martins.

serão lidos poemas do autor deste blog, Rogério Martins Simões, que estará presente. Quero agradecer ao
Dr. José Baião Santos,
meu colega de trabalho e amigo,
poeta, músico, cantor e declamador de poesia
que acedeu participar e fazer parte da organização deste evento. Deste modo para além de poesia recitada pelo José Baião, pelo João Completo e demais poetas, a sessão terá momentos de piano pelo Pedro Alves, canto e viola de José Baião.
Venham!
Será uma noite inesquecível.

Poemas de amor e dor conteúdo da página

08.04.09

 

 

 

 

 

 
Beija-Flor
Rogério Martins Simões
 
Era um leve beija-flor
quando a tua flor descobri.
Levava o vento
quando o teu ventre percorri.
Perdi a flor!
Passou o tempo!
Sou um velho colibri…
28-02-2008 23:53
 
 
 
 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

21.03.09

 


(E junto a este seu  lindo poema de amor estava este seu belo quadro)

 


 

 

(A MUSA)

 

19/03/2009

 

(Óleo sobre tela

Elisabete Maria Sombreireiro Palma)

 

 

VIVA A POESIA! 

 

 

 

 

 

 

A ESTRELA MAIS BELA QUE ENCONTREI!
(Rogério Martins Simões)
 
Sabes encontrar-me pela manhã,
No riacho cristalino do desapego,
Onde, renunciando, dores refego,
Para que a esperança não seja vã.
 
Livre da dor e tortura é este afã.
Cuido este corpo onde me apego.
Tarde libertar-me deste carrego,
Que extingue o carma de amanhã.
 
E se estiver na hora quero propor:
Irei de mãos dadas pelo caminho,
Perdido eu de amores, devagarinho,
 
Levarei comigo o meu lindo amor,
A estrela mais bela que encontrei.
Não quero perder quem tanto amei!
 
Lisboa, 27-03-2008 22:04:08

 

 

 

 

 

EM SONHO ME DEPENDUREI NO LUAR

 

 

Rogério Martins Simões
 
 
Em sonho me dependurei no luar.
O luar quis acordar os nossos cios.
Ali estavas, desnudada no meu olhar,
Encandeando meus olhos luzidios.
 
Os sonhos soçobram ao acordar…
O luar distende o sonho em atavios.
Ai!, sereia espraiada no meu mar,
Esperando as águas dos meus rios…
 
Luar!, tapa-me os olhos e os dias:
Antes cego, que acordar e não ter,
Do que ver, e não ter o que vias….
 
Prendo, no sono, o sonho para te ver,
Fico cego se em mim não te sentir,
Fios de seda - não te deixem partir!
 
Lisboa, 05-01-2009 20:49:30
 
 
 
 
Faz pouco mais de um ano que o nosso cão nos deixou e as palavras que então escrevi continuam a fazer eco. O cão era mesmo uma grande companhia!
Neste óleo, com que a Bete me presenteou, está representado o nosso querido Tarik.
Se repararem, durante muito tempo, deixei de escrever poesia. A sua partida deixou-me mais só e a saudade permanece.
Como sabem a doença de Parkinson leva os doentes a isolarem-se e foi o que me aconteceu: fico só, por aqui tentando agarrar as palavras, e sem o nosso lindo cão sinto um enorme desconforto apesar de muito bem acompanhado pela Bete.
Hoje estive a reler o que então escrevi neste blog.
 
 
Vem isto a propósito de uma notícia que nos chega do Brasil e que nos vem de novo alimentar a esperança de podermos vir a ter uma vida normal: um novo tratamento desenvolvido pelo médico e cientista brasileiro Miguel Nicolelis poderá revolucionar a vida de pacientes com doença de Parkinson.
 
Desistir nunca foi meu hábito! Ganhei um novo alento apesar de já me ter sentido frustrado por outras notícias parecidas que nada de novo nos trouxeram.
Para quem quiser saber algo mais sobre este tratamento poderá visitar o meu blog de Parkinson no Sapo ou o blog no “Sol”. Os links estão mesmo ao lado.
Volto a sonhar! Porém sinto uma enorme saudade do nosso pequeno/grande “Podengo Anão”.
Rogério
 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

11.02.09

 

   

(Óleo sobre tela - 2007 -

Elisabete sombreireiro Palma)

  

Com a publicação do soneto “A musa, o sonho e o poeta” termino esta trilogia poética iniciada em 2009. Agradeço mais uma vez ao Luís Gaspar ter dado voz ao primeiro destes 3 sonetos. Dou também a conhecer 3 quadros da minha querida e solidária companheira Elisabete Sombreireiro Palma Deixo-vos com a pintura da Elisabete e com a minha poesia. Sejam todos muito felizes,

Rogério Martins Simões

 

  

TRILOGIA POÉTICA
 
A MUSA, O SONHO E O POETA
 
I
 
EM SONHO ME DEPENDUREI NO LUAR
Rogério Martins Simões
 
 
Em sonho me dependurei no luar.
O luar quis acordar os nossos cios.
Ali estavas, desnudada no meu olhar,
Encandeando meus olhos luzidios.
 
Os sonhos soçobram ao acordar…
O luar distende o sonho em atavios.
Ai!, sereia espraiada no meu mar,
Esperando as águas dos meus rios…
 
Luar!, tapa-me os olhos e os dias:
Antes cego, que acordar e não ter,
Do que ver, e não ter o que vias….
 
Prendo, no sono, o sonho para te ver,
Fico cego se em mim não te sentir,
Fios de seda - não te deixem partir!
 
Lisboa, 05-01-2009 20:49:30
 
 

 


 

(óleo sobre tela 2009

Elisabete Sombreireiro Palma)

 

 

 

 

II

 

BORDANDO SONHOS
Rogério Martins Simões
 
 
Em sonho me desnudei ao luar.
Ao amor me doei branca e pura.
E quando te encontrei no olhar,
Juntei o luar ao sonho na ventura.
 
Teus olhos não os deixes cegar!
Deixai olhar inocente candura.
Os sonhos conseguem triunfar!:
Na eternidade o sonho perdura.
 
Percorre o teu olhar todo o meu ser.
Feitiço tem o coração!, quer ser teu!
Glória tem teu sonho agora meu…
 
E se não solto os fios para te ter,
Cega fico, se em mim não te sentir,
Bordo sonhos e não te deixo partir!
 
Lisboa, 15-01-2009 22:48:22
 
 


 

(Óleo sobre tela 2008

 

Elisabete Maria Sombreireiro Palma)

 

 

III
 
A musa, o sonho e o poeta
(Rogério Martins Simões)
 
Estreita o espaço, abraça e não beija.
Vejo o luar no teu caminho errante…
Não irei recordar se tiver de amante,
Não quero acordar! O sonho voeja!
 
Adorno o sonho, no sono, incessante.
Afasto o meu olhar! Devaneio seja!
Poeta não serei, se te vir de mirante,
Musa serás!, em meus versos te veja.
 
Baila! Canta comigo! Vamos dançar!
Nos versos que me dás, para eu te dar.
Glória por ser minha a tua inspiração.
 
Soltam-se fios de seda, de seda fina,
Bordando versos num barco à bolina.
Os poemas são teus! Minha alma não!
 
Lisboa, 21-01-2009 22:30:15



 

COPIE AQUI OS POEMAS GRAVADOS

LUÍS GASPAR

Estúdios Raposa 

 

 

 

  • EM SONHOS ME DEPENDUREI NO LUAR

     

  • CARROSSEL

     

  • VOLTEI

     

    PODCAST

     

  • Rogério Martins Simões

  • Poemas de amor e dor conteúdo da página

    13.01.09

     

    (Óleo sobre tela

    Elisabete Sombreireiro Palma)

     

     

     

     
    Poucas pessoas, à excepção daquelas que verdadeiramente sofrem connosco, se apercebem da verdadeira gravidade da minha doença de Parkinson.
    Gestos comuns, instintivos e rotineiros, deixam de estar ao alcance dos doentes de Parkinson. Fazer a higiene matinal que demorava 10 minutos passou a demorar mais de uma hora. Um simples apertar de um botão da camisa; um ajeitar do nó da gravata ou apertar o cinto leva muitas das vezes ao desespero.
    Pouco a pouco vamos perdendo a qualidade de vida. Perde-se a dicção, perde-se o movimento do rosto – chora-se o sorriso – e até a agilidade se perde quando nos queremos virar no nosso leito.
    Depois sentimos culpa por já não sermos úteis, por já não ajudar nas lides caseiras, como sempre o fiz desde os meus 7 anos de idade.
    O ano de 2008, que tento esquecer, foi o ano em que os desaforos da ingratidão nos foram chegando em catadupas, entristecendo e seriamente comprometendo a minha esperança.
    Quem não é corrupto, e sendo um trabalhador por conta de outrem, não consegue fazer fortuna.
    A dependência humilha a menos que haja alguém que não cobre…
    Em 2008 nem o nosso cão nos sobrou!
    Depois chega a interrogação: que seria de mim sem o carinho e o amor dos meus idosos e queridos pais, Isabel Martins de Assunção e José Augusto Simões
    Que será de mim sem a minha doce e solidária companheira Elisabete Sombreireiro Palma.
    Falar de Elisabete Palma é falar de doação. Elisabete Palma reúne, numa só pessoa, todas as qualidades que sempre sonhei encontrar e encontrei numa companheira.
    Por serem já tão raras essas virtudes é para ti o soneto que escrevi este ano e que te ofereço com tanto amor.
    Rogério Martins Simões

     


     

     
    EM SONHO ME DEPENDUREI NO LUAR
    Rogério Martins Simões
     
     
    Em sonho me dependurei no luar.
    O luar quis acordar os nossos cios.
    Ali estavas, desnudada no meu olhar,
    Encandeando meus olhos luzidios.
     
    Os sonhos soçobram ao acordar…
    O luar distende o sonho em atavios.
    Ai!, sereia espraiada no meu mar
    Esperando as águas dos meus rios…
     
    Luar!, tapa-me os olhos e os dias:
    Antes cego, que acordar e não ter,
    Do que ver, e não ter o que vias….
     
    Prendo, no sono, o sonho para te ver
    Fico cego se em mim não te sentir
    Fios de seda - não te deixem partir!
     
    Lisboa, 05-01-2009 20:49:30
     
     
    Poemas de amor e dor conteúdo da página

    01.09.08

     

     

    (Óleo sobre tela Elisabete Sombreireiro Palma)

     

     

     

     

    NO RELEVO DO CAMPO

    Rogério Martins Simões
     

    No relevo do campo

    Na giesta do mato

    Tu te deitas
    Eu me tardo
    Tu te despes

    E meu peito se quebra

    Num soluço virgem

    Num bater profundo

    Como se todo o gesto

    Percorresse o próprio gesto

    Como se todo o silêncio

    Fosse o próprio silêncio.

     

    No relevo do campo

    Na giesta do mato

    Tudo parece acabar

    Como que no chão

    Tudo morresse.
     
    Não!

    As flores irão florir

    Porque eu terei a força

    De as despir.
    E do meu gesto

    Renascerá o próprio gesto.

     

    No relevo do campo

    Na giesta do mato

    Tu me chamas
    Eu me dispo
    E num gesto
    Cavo o chão
    Entro nele
    Para bem fundo

    Fecundar a terra

    E florir na Primavera.
     
    12/02/1979

    Poemas de amor e dor conteúdo da página

    21.08.08

     

    TEMPESTADE

     

    (Óleo sobre tela

    Elisabete Maria Sombreireiro Palma)

     

     

    Mar Revolto
    (Rogério Martins Simões)
     
    Ontem o Oceano estava bravo!
    Clamor da onda que desmaia
    Batia e rebolava pela praia
    Chocalhando pedras em desagravo
    O mar estava bravo e não o via…
     
    E batia! Batia, batia
     
    Olhei o céu
    O tempo era ameno
    Apenas uns recortes
    de nuvens longínquas,
    No céu sereno,
    E uma ligeira brisa
    Transportava
    um cheiro a maresia
     
    E batia! Batia, batia
     
    De só olhando ver se via
    Fui ver o mar…
    Louca tentação
    Clamor da falésia
    que chocalha
    E como a noite acordada não dormia…
    O mar bravo na falésia batia
     
    E batia! Batia.
     
    Ontem,
    Não tive medo nem recuei
    A onda abraçava a lua
    Que enamorada amor fazia.
     
    E quando me chamou de sua…
    Meu corpo adornado deixei
    Enquanto a noite agitada
    Adormecia.
     
    Aldeia do Meco 21-08-2008 0:45:39
     

     

    Poemas de amor e dor conteúdo da página

    07.07.08

     

    (Óleo sobre tela - 2008

    Elisabete Maria Sombreireiro Palma)

     

     

     

    A QUEM DEIXO OS MEUS POEMAS?
    Rogério Martins Simões
     
    Quantos unidos pela poesia viveram,
    da poesia se alimentaram
    e não morreram...
    Virá o dia em que, separados,
    talvez eu parta sem ti
    mas deixo contigo os poemas.
     
    Meu amor não partas primeiro!
    A quem deixo os meus poemas?
     
    05-02-2005 0:25:03

     

    Poemas de amor e dor conteúdo da página

    01.07.08

     

    OM SCHANTI

     

    (Óleo sobre tela

     

    ELISABETE MARIA SOMBREIREIRO PALMA

     

     

     

     
    (19 anos de eterna saudade)
     
    Ao meu querido filho
     
    Ricardo Filipe Palma Ferreira
     
     
     
    Nasceu: 28/03/1971
     
    Partiu: 1/7/1989
     
    (num acidente de mota na Ponte 25 de Abril)
     
     
    (Tua mãe:
    Elisabete Maria Sombreireiro Palma)
     
    OM SCHANTI!
     

     

     


     

    Saudade

     

    (Óleo sobre tela

     

    ELISABETE MARIA SOMBREIREIRO PALMA

    Poemas de amor e dor conteúdo da página

    Mais sobre mim

    foto do autor

    Subscrever por e-mail

    A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.



    A MINHA GRATIDÃO

     PARA COM OS SEGUINTES AMIGOS

     QUE SEMPRE APOIARAM A MINHA POESIA


    A MINHA MUSA

  • Elisabete M Sombreireiro Palma

    EFIGÉNIA COUTINHO

  • Efigénia Coutinho Poesia

  • Efigénia Coutinho SAPO

  • Efigénia Coutinho Poesia com imagens

    FERNANDO OLIVEIRA

  • Na escrivaninha com o autor

  • Instantâneos Urbanos & Naturais

    DANIEL CRISTAL

  • O Blog de Daniel Cristal

    ERMELINDA TOSCANO

  • Poetas Almadenses

    COPIE OS POEMAS GRAVADOS em MP3
    Voz de Luis Gaspar

    Estúdios Raposa

  • CARROSSEL

  • VOLTEI

    PODCAST de 2006

  • Rogério Martins Simões

  • amrosaorvalho.gif

    MEIO HOMEM INTEIRO
    Rogério Simões
     
    Meia selha de lágrimas.
    Meio copo de água
    Meia tigela de sal
    Meio homem de mágoa.
    Meio coração destroçado
    Meia dor a sofrer.
    Meio ser enganado
    Num homem inteiro a morrer.
    11/4/1975

    Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

    Copyright © 2017. Todos os direitos reservados. All rights reserved © DIREITOS DE AUTOR

    Arquivo

    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2013
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2012
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2011
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2010
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2009
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2008
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2007
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2006
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2005
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2004
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    Em destaque no SAPO Blogs
    pub