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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

Bendita Sejas mulher

 

(Óleo sobre tela Elisabete Sombreireiro Palma)



 

Bendita Sejas mulher

Rogério Martins Simões

 

Nos caminhos que trilhamos renascidos

Certamente já esquecemos a distância

Que prolongam os caminhos percorridos

Irás encontrar na minha ânsia

Estes trilhos marginais mas tão sofridos

 

Não me fico por silêncios

Mas, meu amor, eu te digo

Bendita sejas mulher

A eternidade é estar contigo

Bendita o sejas por ser

A razão do meu viver

 

Os ventos são adversos

Maior porta de abrigo, eu, não vi

Terá o céu no acaso

Tamanha luz no firmamento

Sem ti?

 

Repara no sentido dos meus versos

São cartas de amor que não escrevi…

Palavras adultas fora do prazo,

Construídas no encantamento,

Sem pressas, aqui!

 

Por isso, de novo, te digo

Bendita sejas mulher

A eternidade é estar contigo

Bendita o sejas por ser

A razão do meu viver.

 

24-11-2005

Poemas de amor e dor conteúdo da página

Brincando com as tintas

Segredos, meu amor

(Rogério Martins Simões)

 

Segredos, meu amor

Hoje te quero revelar!

Se pudesse te daria o mundo:

A eternidade, meu amor profundo

Os poemas de amor - sem dor

Num canto belo se soubesse cantar!

 

Cantar, cantavas tu…e tão bem!

Pintar é a tua actual inspiração!

Reservo para ti também:

A poesia! Meu amor-perfeito;

Tempo de pausa e meditação!

A fantasia de alguém

Imperfeito!

Carente, terreno e pensante!

 

E se em momentos de inspiração

Parto por aí algo errante

Numa completa e intemporal dação

(Mas quente e vertical entrega)

Seja breve e que encante!

Minha alma nesse instante sossega.

26-05-2004 23:29

 

(Trabalhos de minha esposa Bete)



 

 

 

 Para ver o vídeo por favor desligue o som do blog)

 

 

4 ANOS DE PINTURA

Elisabete Maria Sombreireiro Palma

 

No YOUTUBE

 

http://www.youtube.com/watch?v=iokb8FXy3Gw

 

 

Agradeço à fadista Ana Marina Marques a cedência dos seus belos fados.

 

Blog da fadista

 

http://marinafadista.blogs.sapo.pt/

 

 

 

A quem desejo o maior sucesso: Ou como escreveu a fadista

 

 

“NADA ACONTECE POR ACASO”

 

Obrigado

 

Rogério Martins Simões

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

Segredos, meu amor

 

 

( Elisabete Sombreireiro Palma a pintar)

 

 

Segredos, meu amor

(Rogério Martins Simões)

 

Segredos, meu amor

Hoje te quero revelar!

Se pudesse te daria o mundo:

A eternidade, meu amor profundo

Os poemas de amor - sem dor

Num canto belo se soubesse cantar!

 

Cantar, cantavas tu…e tão bem!

Pintar é a tua actual inspiração!

Reservo para ti também:

A poesia! Meu amor-perfeito;

Tempo de pausa e meditação!

A fantasia de alguém

Imperfeito!

Carente, terreno e pensante!

 

E se em momentos de inspiração

Parto por aí algo errante

Numa completa e intemporal dação

(Mas quente e vertical entrega)

Seja breve e que encante!

Minha alma nesse instante sossega.

26-05-2004 23:29

 

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Pior que a dúvida

 

(Óleo sobre cartão Elisabete Sombreireiro Palma)

 

 

PIOR QUE A DÚVIDA

Rogério Martins Simões

 

Pior que a dúvida

É o silêncio

quando o silêncio pesa

Pesam as palavras

Não há certezas

A única certeza é a morte

E na dúvida

Ressoam os pensamentos.

As inquietações

O azar ou a sorte

É como se não existissem

soluções

 

Jogamos todos os dias a roleta…

E, estranhamente,

Quando estamos na valeta

O tempo passa lentamente

- Tão devagar que o tempo medra…

É como que se conservasse uma pedra

no sapato

 

Lancei fora tantas vezes a pedra…

E no ricochete

Vaporizei pó

e de novo se fez pedra

  

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Dizer para quê?

 

(Óleo sobre tela Elisabete Sombreireiro Palma)

 

 

DIZER PARA QUÊ?

Rogério Martins Simões

 

Dizer para quê?

Falar para quê?

Sentir para quê?

Viver para quê?

Faço perguntas:

Sem falar!

Sem sentir!

Sem viver!

 

Solto o meu ouvido

E o meu olhar de lince

À procura de resposta:

Sem falar!

Sem sentir!

Ou viver!

E por mais que pergunte

Sem dizer

Não consigo ver…

Falar!

Sentir!

Ou viver!

 

1979

 

 

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

MEU CHÃO

(MEU CHÃO ÉS TU, MEU LINDO AMOR)

(Óleo sobre tela da minha linda companheira Elisabete Sombreireiro Palma)

 

MEU CHÃO

Rogério Martins Simões

(mote - meu chão)

 

Soltei meu versos, asas de condor,

Paixão não rima com dor

Meu chão és tu, meu lindo amor

 

Tenha a mão presa num cordel

Parkinson só rima com dor

Meu chão és tu, meu lindo amor

 

Tombei, caí, senti o chão…

Que seria de mim sem tua mão

Meu chão és tu, meu lindo amor

 

Agarro o verde esperança de papel

Ando nas cores arco-íris dum pincel

Compaixão?

Meu chão és tu, meu lindo amor.

 

Soltaste minha corda, minha mão

Ao peito a levaste em oração

Meu chão?

Meu chão é teu chão oh lindo amor!

 

Lisboa, 15-02-2007 23:59

(Escrito agora para a ciranda Poetrix “Meu Chão”)


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Caminho que destino?

(Óleo sobre tela Elisabete Sombreireiro Palma)

 

Caminho que destino?

(Rogério Simões)

 

Caminho! Que destino?

Por portas e travessas

Já sou velho! Fui menino!

Meus sonhos tiveram asas,

Asas de passarinho,

Agora não tenho pressas!

 

Deixei o meu soluço

Deixei a minha tristeza

Afinal o meu percurso

Foi a minha grande riqueza

 

Aqui ou em qualquer lugar

Volte de novo a ser dia:

Quero luz para iluminar

A alma que Deus me deu:

Num azul cor de mar!

Num azul cor de céu

 

 

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amrosaorvalho.gif

MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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