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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda




Rogério Martins Simões

Cria o teu cartão de visita Poemas de amor e dor conteúdo da página

07.07.09

 

(Óleo sobre tela

Elisabete Sombreireiro Palma)

 

 

 
 
Repliquem os sinos do meu coração
Rogério Martins Simões
 
Quisera eu ser um papagaio de papel,
Nas palavras que escrevo por lembrança.
Que voasse livre sem cordel,
No arco-íris da minha esperança...
 
E se eu o subisse em corcel,
Com a alegria de uma dança,
Deixando para trás todo o fel,
Do sofrimento injusto que me cansa.
 
Repliquem os sinos do meu coração!
Acordem os sentimentos da minha ilusão.
Será que a esperança de facto existe?!
 
Existe e estou certo do incerto fim,
Pois certo é eu estar certo assim,
Se o futuro não for melhor e menos triste.
 
5/5/2004
(Registado no Ministério da Cultura
- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. –
Processo n.º 2079/09)
 
Poemas de amor e dor conteúdo da página

22.09.07

 

 

 

Abri a janela do meu quarto

Rogério Martins Simões

 

Abri a janela do meu quarto,

Era ainda manhã,

Em cima da mesa estava o coração!

Reparei na moldura,

Passei discreto,

Eram tempos de hesitação!

 

Que segredos guardam meus passos?

Que tristezas guiam meus conflitos?

Acabei por descobrir os meus laços,

Percorrendo sempre os meus gritos!

 

Corri para o canteiro do lugar

Recolhi um botão de formosura,

Que atento coloquei ao luar.

 

Era noite, cedo tarda a noite,

Porque cedo amanhece o dia!

Que fado é a saudade

Da mesa do meu quarto

Que a felicidade é ter-te à mesa,

Servir-te este caldo farto

Num prato de sobremesa...

Esta rosa florida em botão.

Este instante de ternura e poesia,

Que neste momento te entrego em mão.

 

Sexta-feira, 4 de Julho de 2003

 

 

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

22.06.06

 (Óleo sobre tela BETE - Elisabete Sombreireiro Palma) 

 
 
 
Amo-te Lisboa virada ao Tejo
(Rogério Martins Simões)
 
Dizem que um dia alguém cantou…
Que por amores Lisboa se perdeu!
Por amores se perde quem lá voltou.
De amores se perde quem lá nasceu.
 
Dizem que um dia alguém contou.
Que uma moira cativa no Tejo desceu.
Por amores, Lisboa, a moura libertou,
De amores, por Lisboa, a moira morreu.
 
Juntaram-se os telhados enfeitiçados,
Apertadinhos os dois e entrelaçados,
Num fado castiço, numa rua de Alfama.
 
E o Tejo, que é velho, beija a Cidade:
Morre-se de amor em qualquer idade,
Perde-se por Lisboa, quem muito ama!
 
Lisboa, 20 de Junho de 2006
 
 
 
 
 
 
Olá, poeta.
Mil perdões, mas minha mania é responder poemas de amigos e tendo passado por Lisboa em Abril , sei o que é apaixonar-se pela cidade.
Ao ler teu poema, não resisti, espero que não te zangues.
Saudações.
Carvalho Branco
Desculpa poeta, como isto é dueto, dou a conhecer o teu lindo soneto.
Saudações
Rogério Simões
 
PAIXÃO POR LISBOA
(Carvalho Branco)
 
Se é verdade que um dia se cantou
amores que Lisboa concebeu,
é vero que a Lisboa quem amou,
da tal Lisboa jamais se esqueceu..
 
Se uma moira encantada padeceu,
por Lisboa, cidade a qual amou,
por quem sofreu horrores e morreu,
encarnação da moira acho que sou!...
 
Velhos telhados, juntos, que a suste-los
tem baluartes - Pau Brasil - revê-los,
é a esperança de quem tanto a amou...
 
Sendo velho, o Tejo beija a cidade;
eu, beijo-te, Lisboa, em minha idade,
em mim, chama do amor não se apagou!...
Brasil, 21/06/2006
Poemas de amor e dor conteúdo da página

06.10.05


 

 
CATARINA
 (Romasi)
 
 
Trazias no ventre herança
Que legaste cedo demais
Teu filho não foi criança
Catarina!
 
O chão do Alentejo
Produz mais, menina
Pois de o teu lutar
Saiu a semente
Regada com o sangue
Do teu ventre
Catarina!
1973
Poemas de amor e dor conteúdo da página

05.05.04

 

 

SALVEM O MELRO

 

Amigos

Quebrei as regras que para mim impus quando criei este blog de poesia. Há notícias que ferem os tímpanos a quem as lê ou escuta. Por mim, que sou sensível, não posso deixar de vos comunicar o seguinte:

Venho por este meio manifestar a minha tristeza e pedir a vossa solidariedade, e o vosso protesto para uma notícia que me foi dado a conhecer na página 11 do “Jornal de Notícias” de 29/04/2004.

Está escrito entre outras coisas: Segundo proposta do Ministério da Agricultura, a lista de espécies abertas à caça poderá aumentar este ano, passando a incluir o melro, a gralha-preta, o gaio e a pega-rabuda.

Fiquei pasmado! Cá por mim já protestei no site do Governo.

Como é possível acabar com espécies que estão em vias de extinção em Portugal e são autóctones. Recordo que já poucas aves restam junto das nossas aldeias e o melro vive junto do homem, perto das suas casas e nas suas hortas, onde até é proibido caçar. Se esta lei passar, nada vai restar e não mais ouviremos chilrear, nas manhãs as aves que nos encantam.

No meu blog de poesia criei um post de protesto http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt

AMIGOS: SALVEMOS O MELRO

 

 

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    MEIO HOMEM INTEIRO
    Rogério Simões
     
    Meia selha de lágrimas.
    Meio copo de água
    Meia tigela de sal
    Meio homem de mágoa.
    Meio coração destroçado
    Meia dor a sofrer.
    Meio ser enganado
    Num homem inteiro a morrer.
    11/4/1975

    Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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