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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

Que limite têm as mãos



 

 

 

QUE LIMITE TÊM AS MÃOS
Rogério Martins Simões
 
Que limite têm as mãos
- As minhas mãos.
Quanta paz no estender de mãos,
- As nossas mãos.
Vede como tudo é simples
Pois a eternidade dos nossos actos
Está mesmo aqui
Ao alcance destas mãos:
Nas nossas mãos.
 
Lisboa, 1 de Julho de 2005

 

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Dou a volta ao sorriso!

 

(por um dia fui pastor)

 

 

 

DOU A VOLTA AO SORRISO…
Rogério Martins Simões
 
Meu amor ajuda-me a viver!
Massaja-me esta dor no peito!
Que triste é sentir-me sem jeito,
Sem asas para na sorte erguer…
 
Asas ou esperança quero ter,
Planando num adejo perfeito:
Meu amor ajuda-me a vencer,
O caminho que à luz espreito.
 
Ah! Se pudesse rir como ria.
Pudesse ser ainda mais forte.
Lançava os dados e tentaria,
Passar as fronteiras da sorte…
 
Com teu amor sorte não preciso!
Darei a volta ao meu sorriso.
 
Lisboa, 07-04-2008 22:09:14

 

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Voltei a escrever e já não queria

 

 

(Óleo sobre tela ELisabete Maria Sombreireiro Palma)

 

 

 

 

Voltei a escrever e já não queria
Rogério Martins Simões
 
Voltei a escrever e já não queria.
Pensava ter esquecido este meu versejar.
Ser poeta é criar e sofrer todo o dia,
Passar ao papel o que a alma encontrar.
 
Este estado de alma que já não ousaria,
Que nos faz sofrer, para me encontrar,
Deixa o meu corpo quando escrevo poesia,
Nos poemas que ela cria, para me libertar.
 
A ti que mais amo e sem querer,
Se fico triste e te faço sofrer,
Rosa eu te quero, rosas eu te dou.
 
E se tu me vires distraído ou disperso,
Uma única coisa eu imploro e peço,
Espera! A minha alma não regressou.
 
Lisboa, 16 de Abril de 2004

 

 

 

 

 

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amrosaorvalho.gif

MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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