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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda

POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda




VOLTEI A ESCREVER E JÁ NÃO QUERIA - PLAGIADO

VOLTEI A ESCREVER E JÁ NÃO QUERIA - PLAGIADO

 

 

Quando em Março de 2004 criei este meu blog, para dar a conhecer a minha poesia, nem um só momento pensei que alguém plagiasse a minha poesia.

Diagnosticado com a doença de Parkinson ia dando a conhecer a poesia, aquela que sobrou aos ímpetos do coração, mas, sobretudo a minha nova poesia que me servia de catarse.

Muitas vezes escrevi: se escrevo sofro, porém, se não escrevo morro. Era como morresse em cada verso, em cada poema.

Um dos primeiros poemas que escrevi em 2004, influenciado pelo grande poeta Daniel Cristal – o amigo Armando Figueiredo foi precisamente o poema “Voltei a escrever e já não queria”. Foram tempos maravilhosos de pura amizade quando a amiga e enorme poeta brasileira – Efigénia Coutinho - muito me honrava e surpreendia ao alindar os meus poemas com trabalhos seus. Havia como que uma cumplicidade poética que me transportou aos então grandes sites brasileiros de poesia. E os meus poemas corriam mundo, um mundo falado em português e ou castelhano.

Foi assim que me tornei conhecido na América Latina; foi assim que sem dar conta, ou nem pensar nisso, muitos poemas meus circularam com omissão do autor e até plagiados.

Quando em 2008 dei por isso registei toda a minha poesia e andei de motor de busca em busca da minha poesia. Fiquei triste, piorei da Parkinson, e quase desisti. Mas, a poesia é grito que não se contém; é abraço que não se recusa; é beijo que não sela, e continuei a gritar, a soluçar, a beijar com os poemas que a minha alma entregava. Foram mais 4 anos a escrever poesia e a divulgar neste blog.

Finalmente, chegado a 2013 e por um mero acaso encontro um poema meu plagiado. Mas que plágio! O plagiador inventa uma história e cita metade do meu poema como sendo da autoria de um terrorista conhecido.

A tristeza e a revolta foram enormes e parti para a verificação completa, mas possível de todos os meus poemas. Ao longo destes meses tenho andado a compilar e a criar um arquivo com nomes, links e identificações dos plagiadores. Ao longo destes meses volto a piorar da minha doença. Sinto uma enorme tristeza quando vejo alguém copiar os meus poemas sem me respeitar, sem colocar o nome do autor nos meus poemas. Sinto uma enorme indignação por todos os que se querem apoderar da minha poesia.

O que acabo de escrever aplica-se ao plagiador que aqui e hoje denuncio:

 

FRANCISCO JOSÉ RAPOSO FERREIRA (FRANCIS FERREIRA) Mais um plagiador para levarem em conta.

 

Acabo de descobrir mais um plágio ao meu poema “VOLTEI A ESCREVER E JÁ NÃO QUERIA”. Este meu poema foi colocado no meu blog POEMAS DE AMOR E DOR no ano de 2004 e no seguinte link:

http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt/arquivo/111494.html

 

Voltei a escrever e já não queria

Rogério MartinsSimões

 

Voltei a escrever e já não queria,

Pensava ter esquecido este meu versejar.

Ser poeta é criar, e sofrer todo o dia,

Passar ao papel o que a alma encontrar.

 

Este estado de alma que já não ousaria,

Que nos faz sofrer, para me encontrar,

Deixa o meu corpo quando escrevo poesia,

Nos poemas que ela cria, para me libertar.

 

A ti que mais amo e sem querer,

Se fico triste e te faço sofrer,

Rosa eu te quero; rosas eu te dou.

 

E se me vires distraído ou disperso,

Uma única coisa eu imploro, e peço:

Espera! A minha alma não regressou…

 

Lisboa, 16 de Abril de 2004

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

Leiam agora o plágio:

Voltei a escrever

Francisco José Raposo Ferreira

(Francis Ferreira)

 

 

Voltei a escrever e já não o previa,

Pensava ter esquecido este meu versejar.

Ser poeta é criar e sofrer todo o dia

Passar ao papel o que a alma encontrar.

 

Este estado de alma que já não ousaria,

Que nos faz sofrer, para me encontrar,

Deixa o meu corpo quando escrevo poesia,

Nos poemas que ela cria, para me libertar.

 

A ti que mais amo e sem querer

Se fico triste e te faço sofrer:

Isabel eu te quero, poemas eu te dou.

 

E se tu me vires distraído ou disperso

Uma única coisa eu imploro e peço,

Ama-me como ninguém me amou.

 

03/02/2009

 

O plagiador nem se deu ao trabalho de o alterar significativamente. Assim no primeiro verso em vez queria colocou “previa”

No terceiro verso no primeiro terceto em vez de “ROSAS” escreveu ISABEL.

Alterou o último verso do segundo terceto.

Seguindo o rasto a este meu poema fui encontrá-lo no link abaixo e em mais 4 no Recanto das letras. Copiei previamente todos os plágios para me servirem de prova e apresentei queixa aos gestores destes sites que, perante as provas em como o poema tinha sido plagiado, o apagaram e notificaram o plagiador.

 

http://www.socorrolimadantas.com.br/elocomamigos/comecartudooutravez.html

 

Termino. A tristeza e a minha revolta tende sido imensas e aos poucos perde-se a vontade de escrever. Escrever para quê se os poemas se perdem nos fundos das gavetas.

Para todos os que copiaram os meus poemas e os divulgaram colocando o meu nome “muito obrigado”.

 

Deixo um pouco da legislação que protege quem escreve. Sejam todos muito felizes

ROMASI

Rogério Martins Simões

 

De acordo com a lei Portuguesa:

 

Cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar, fruir e dispor da obra literária, artística ou científica, dependendo de autorização prévia e expressa do mesmo, para que a obra seja utilizada, por quaisquer modalidades, dentre elas a reprodução parcial ou integral.

LEI 16/2008 de 1/4 que estabelece o Código do Direito de Autor e Direitos Conexos.

O Diploma está neste link:http://www.wipo.int/wipolex/en/text.jsp?file_id=199767

 

Transcrição de artigos importantes desta Lei.

TÍTULO IV

Da violação e defesa do direito de autor e dos direitos conexos

 

Artigo 195.º

Usurpação

1 — Comete o crime de usurpação quem, sem autorização do autor ou do artista, do produtor de fonograma e videograma ou do organismo de radiodifusão, utilizar uma obra ou prestação por qualquer das formas previstas neste Código.

2 — Comete também o crime de usurpação:

b) Quem coligir ou compilar obras publicadas ou inéditas sem autorização do autor;

 

Artigo 196.º

Contrafação

1 — Comete o crime de contrafação quem utilizar, como sendo criação ou prestação sua, obra, prestação de artista, fonograma, videograma ou emissão de radiodifusão que seja mera reprodução total ou parcial de obra ou prestação alheia, divulgada ou não divulgada, ou por tal modo semelhante que não tenha individualidade própria.

2 — Se a reprodução referida no número anterior representar apenas parte ou fracção da obra ou prestação, só essa parte ou fracção se considera como contrafacção.

3 — Para que haja contrafacção não é essencial que a reprodução seja feita pelo mesmo processo que o original, com as mesmas dimensões ou com o mesmo formato.

 

Artigo 197.º

Penalidades

1 — Os crimes previstos nos artigos anteriores são punidos com pena de prisão até três anos e multa de 150 a 250 dias, de acordo com a gravidade da infração, agravadas uma e outra para o dobro em caso de reincidência, se o facto constitutivo da infração não tipificar crime punível com pena mais grave.

2 — Nos crimes previstos neste título a negligência é punível com multa de 50 a 150 dias.

3 — Em caso de reincidência não há suspensão da pena.

 

TÍTULO IV

Da violação e defesa do direito de autor e dos direitos conexos

 Artigo 198.º

Violação do direito moral

É punido com as penas previstas no artigo anterior:

 

a) Quem se arrogar a paternidade de uma obra ou de prestação que sabe não lhe pertencer;

b) Quem atentar contra a genuinidade ou integridade da obra ou prestação, praticando ato que a desvirtue e possa afetar a honra ou reputação do autor ou do artista

 

 

 

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

NA TINTA NA PENA OU NO SONHO plagiado em Recanto das Letras por Renato Oliver

Boa noite a todos,

Há mais de um mês que "navego" na Net em busca de plagiadores da minha poesia. Como sabem, quando se coloca aqui um "post" o Sapo atribui um n.º que o identifica. Deste modo tenho recolhido provas de novos plagiadores que serão aqui todos colocados em lista e já são muitos. Tenho encontrado uma diversidade de atentados contra a minha poesia e, aos poucos, vou perdendo a vontade de escrever. Hoje denuncio mais um plagiador e já apresentei queixa.

 

 

RENATO OLIVER

Ou como um plagiador se arroga de poeta

 

PLÁGIOS:  Plágio ao meu poema Na tinta na pena ou no sonho

Hoje voltei a encontrar aqui um poema meu devidamente registado e neste link http://www.recantodasletras.com.br/poesiasdeamor/810134

O PLAGIADOR colocou aqui este meu poema no dia seguinte a eu o colocar no meu blog POEMAS DE AMOR E DOR. Eu publiquei a 8/1/2008 e ele a 9/1/2008 como o posso demonstrar neste link http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt/94393.html

Este meu poema encontra-se registado. Dado que temos por aqui mais um plagiador sugiro a quem escreve, de facto, a reverem o que este que se diz poeta publicou, pois quem plagia um plagia o resto.

Uma boa noite,

Rogério Martins Simões

 

 Mensagem para o plagiador

 

 

Meu nome é Rogério Martins Simões, e sou o autor deste poema que de encontra devidamente registado. Vejo que o colocou aqui sem minha autorização e o alterou infringindo o artigo 195. º, 196.º e 198.º do Código do Direito de Autor

Este meu poema intitulado Na tinta na pena ou no sonho pode facilmente ser encontrado no meu blog, Poemas de amor e dor em http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt/94393.html

 ou através do motor de busca Google.

Nestes termos recordo que de acordo com a lei Portuguesa:

 

Cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar, fruir e dispor da obra literária, artística ou científica, dependendo de autorização prévia e expressa do mesmo, para que a obra seja utilizada, por quaisquer modalidades, dentre elas a reprodução parcial ou integral.

LEI 16/2008 de 1/4 que estabelece o Código do Direito de Autor e Direitos Conexos.

O Diploma está neste link

http://www.wipo.int/wipolex/en/text.jsp?file_id=199767

 

Transcrição de artigos importantes desta Lei.

 

TÍTULO IV

Da violação e defesa do direito de autor e dos direitos conexos

 

Artigo 195.º

Usurpação

1 — Comete o crime de usurpação quem, sem autorização do autor ou do artista, do produtor de fonograma e videograma ou do organismo de radiodifusão, utilizar uma obra ou prestação por qualquer das formas previstas neste Código.

2 — Comete também o crime de usurpação:

 a) Quem divulgar ou publicar abusivamente uma obra ainda não divulgada nem publicada pelo seu autor ou não destinada a divulgação ou publicação, mesmo que a apresente como sendo do respectivo autor, quer se proponha ou não obter qualquer vantagem económica;

b) Quem coligir ou compilar obras publicadas ou inéditas sem autorização do autor;

c) Quem, estando autorizado a utilizar uma obra, prestação de artista, fonograma, videograma ou emissão radiodifundida, exceder os limites da autorização concedida, salvo nos casos expressamente previstos neste Código.

 

 

 

Artigo 196.º

Contrafacção

1 — Comete o crime de contrafacção quem utilizar, como sendo criação ou prestação sua, obra, prestação de artista, fonograma, videograma ou emissão de radiodifusão que seja mera reprodução total ou parcial de obra ou prestação alheia, divulgada ou não divulgada, ou por tal modo semelhante que não tenha individualidade própria.

2 — Se a reprodução referida no número anterior representar apenas parte ou fracção da obra ou prestação, só essa parte ou fracção se considera como contrafacção.

3 — Para que haja contrafacção não é essencial que a reprodução seja feita pelo mesmo processo que o original, com as mesmas dimensões ou com o mesmo formato.

 

Artigo 197.º

Penalidades

1 — Os crimes previstos nos artigos anteriores são punidos com pena de prisão até três anos e multa de 150 a 250 dias, de acordo com a gravidade da infracção, agravadas uma e outra para o dobro em caso de reincidência, se o facto constitutivo da infracção não tipificar crime punível com pena mais grave.

2 — Nos crimes previstos neste título a negligência é punível com multa de 50 a 150 dias.

3 — Em caso de reincidência não há suspensão da pena.

 

 

TÍTULO IV

Da violação e defesa do direito de autor e dos direitos conexos

 

Artigo 198.º

Violação do direito moral

É punido com as penas previstas no artigo anterior:

 

a) Quem se arrogar a paternidade de uma obra ou de prestação que sabe não lhe pertencer;

b) Quem atentar contra a genuinidade ou integridade da obra ou prestação, praticando acto que a desvirtue e possa afectar a honra ou reputação do autor ou do artista

Face ao sucedido queira V.Exa informar a razão que o levou a assumir a paternidade deste meu poema.

Respeitosos cumprimentos

Rogério Martins Simões

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

“CONHEÇO A ESCADA” PLÁGIO, OU CRIME DE CONTRAFAÇÃO NO FACEBOOK

“CONHEÇO A ESCADA” PLÁGIO, OU CRIME DE CONTRAFAÇÃO NO FACEBOOK

 

Ontem apresentei queixa à administração do Facebook contra dois plagiadores que se queriam apoderar do meu poema CONHEÇO A ESCADA. Como alguns sabem este poema versa a dor que atravessa o meu corpo e rói a alma - a minha doença de Parkinson. Infelizmente nem por ser assim deixam de me plagiar. Não estranho, pois, um poema meu que vai ser no próximo sábado editado em livro numa coletânea poética da CHIADO EDITORA teve dezenas de candidatos ao plágio.

Acabo de receber a seguinte mensagem do Facebook dando-me razão:

Olá Rogério,

Agradecemos por nos colocares este problema. Removemos ou desativámos o acesso ao conteúdo de terceiros ou gerado por utilizadores que denunciaste por violar a nossa Declaração de Direitos e Responsabilidades.

Se tiveres mais violações para denunciar, submete uma nova denúncia utilizando os nossos formulários em:

https://www.facebook.com/help/contact_us.php?id=208282075858952

Se tiveres mais questões, visita a secção Propriedade Intelectual do nosso Centro de Ajuda no seguinte endereço:

https://www.facebook.com/help/intellectual_property

Cumprimentos,

Theo

User Operations

Facebook

CONHEÇO A ESCADA

Rogério Martins Simões

 

Continuo a subir devagarinho

Os degraus que me levam ao fim da estrada.

Conheço a escada.

Não conheço o caminho.

 

Cada lance de escada

Cada degrau conquistado

É uma sombra vencida

É um passo de nada.

 

Antes, subia as escadas soltando léguas,

E descia os degraus abrindo mares.

Hoje, olho para o cimo da escada…

 

Estou atrasado…

Derramo lágrimas à indiferença…

E acrescento degraus, imaginários, à descrença…

Meco, 03-05-2012 18:22:37

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

A espaços nada entendo plagiado

POEMA “A ESPAÇOS NADA ENTENDO” PLAGIADO

Iniciei mesmo agora a busca de plagiadores a este meu poema. Logo no primeiro link aqui está outro plágio o poema passou a designar-se por “ALUGA-SE”

http://crosinha.wordpress.com/2008/04/13/aluga-se/#comment-258

Deixo o original para comparação:

 

A ESPAÇOS NADA ENTENDO

Rogério Martins Simões

 

A espaços nada entendo

É como se tudo desaparecesse

Todo o universo se juntasse

E ao mesmo tempo nada existisse.

Quem sou eu afinal?

Que faço eu aqui?

Quem vai ler o que escrevo

Se nada existe ali…

 

Estarei por certo mal

É como se tudo parasse

E na calmaria só o vento...

-Vento! O que és afinal?

-O vento vira furacão

E faz da cidade um lugar.

 

Aluga-se o meu pensamento…

Cede-se um espaço ao luar

Penduro-me na cabeça do momento

E vou por aí a navegar

 

A terra é redonda

A lua está ao alcance da mão

O espaço não se monda

Tudo junto, tudo certo,

Céu aberto

Como o meu coração

Que no meu corpo manda

E desanda…

 

A minha alma vai e vem

Vem! Sou um simples mortal

Quando, sem esperança final,

Toda a esperança se tem...

09-09-2005 20:19

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

A dor que se tenta esquecer plagiado por Luna Vieira

MAIS UMA CANDIDATA A PLAGIADORA DO MEU POEMA:

 

A DOR QUE SE TENTA ESQUECER que passou a Quantas vezes tento esquecer

 

Não dá para entender existirem tantos que querem chamar de seu o que é meu. Mais uma vez coloco o original para que o possam comparar.

Mais informo que não colocarei poemas inéditos meus acabando assim com o alimento do ego dos plagiadores.

Rogério Martins Simões

 

 

http://lunavieira.blogspot.pt/2010/05/quantas-vezes-tento-esquecer.html

 

A DOR QUE SE TENTA ESQUECER

Rogério Martins Simões

 

Quantas vezes

dizes esquecer,

mas não podes esconder:

A traição que me rasgou o corpo!

O corpo que te tapou o gesto!

O gesto que te alentou a vida.

 

Quantas vezes

soletras ódio.

O ódio que destrói a alma!

A alma que sustém a vida!

A vida que retém a dor!

A dor que me sobra tanto!

O tanto que te dei e que canto.

 

Quantas vezes

De luto me visto.

Visto dar sem receber…

Receber nada, sem nada ter.

Tenho a dor que não quis!

- Quisera alguém sofrer?

 

Quantas vezes

De cor me viste…

Visto que só luto me deste.

Deste amor sem amar…

Amar sem amor não compensa.

Compensa perdidamente ficar?

Ficar?

Só quando o amor apareça.

 

Quantas vezes

Hesitei e não parti.

Parti sem coragem e voltei!

Voltei a morrer e morri.

Morri mas ressuscitarei…

 

Sabes:

O amor perdido por vezes

à espera que algo aconteça

retém o corpo por meses

e nós ficamos sem pressa…

 

Quantas vezes

Deveria ter partido

E mais partido fiquei…

 

Maio de1979

(Publicado)

(Caderno Uma Dúzia de Páginas de Poesia n.º 41)

E colectânea de poemas”INDEX-POESIS”

(ISBN 972-99390-8-X e Depósito Legal 249244/06)

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

PLÁGIO DA MINHA POESIA Plagiadora Sofia da Maia

 
 
 

PLÁGIO DA MINHA POESIA

PLAGIADORA: SOFIA DA MAIA

Considerando que mais uma vez plagiaram vergonhosamente 3 poemas meus; considerando que a pouca vergonha chega ao ponto de criarem um blog para plagiarem a minha poesia; considerando que aditaram e nem respeitaram o título nem o poema; Considerando que até poemas que retratam a minha dor de Parkinson são aqui plagiados; considerando que estou neste momento a tremer pela dor que tudo isto me dá, piorando a minha Parkinson.

DECIDO: não publicar novos poemas e denunciar publicamente este e outros casos semelhantes.

Logo que tenha a identificação da autora irei intentar um processo junto das respetivas autoridades contra a dita plagiadora.

Rogério Martins Simões

Aconselho os que são donos de qualquer obra a utilizarem as ferramentas no site onde descobri estes plágios

http://www.plagium.com/

 

 

O meu poema É TARDE AMOR passou a designar-se neste blog AMOR É TARDE

http://sofiadamaia.bloguepessoal.com/429183/Amor-e-tarde/

Deixo aqui o original

É tarde amor

Rogério Martins Simões

 

Todos os dias quando me deito,

E às vezes quando te acordo,

Sem jeito,

Corre em mim um deleito

Que nos faz

Amanhecer mais tarde…

São ternuras e tantas,

Neste coração que arde,

Que afinal me traz

A sede de te ver acordada.

É tarde amor!

Mas os sentidos são tantos,

E as viagens tão curtas,

Que as loucuras são mágoas

De não te ter há mais tempo.

Acorda mesmo assim,

Esquece a dor!

Deixa correr os sentidos

De não sentir mais nada,

Deixa-nos vaguear perdidos,

E respirar quase tudo.

E neste meu frenético sentir.

Neste nosso coração que arde.

Não vais finalmente dormir,

Pois vamos acordar mais tarde…

98/09/07

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

 

O meu poema CORPO QUE NÃO COMANDO passou a designar-se neste blog MENINA MULHER SENHORA

http://sofiadamaia.bloguepessoal.com/429179/Menina-Mulher-Senhora/

Deixo aqui o original

O CORPO QUE NÃO COMANDO

Rogério Martins Simões

 

O meu corpo que não comando

Não para, não me dá descanso.

Seara de trigo ondulando:

Ao vento e à chuva balanço.

 

Tremo, e por seu desmando,

Quero alcançar;  não alcanço.

Tocar os céus mesmo sonhando.

Quero dançar e já nem danço.

 

Fui à bruxa: Tinha quebranto,

Mau-olhado! Espinha caída.

Sou a minha sombra vencida:

 

Olho por meus olhos sem ver.

Baloiço entre ser e não ser.

E afogo minha dor no pranto.

 

Lisboa, 30-04-2012 01:31:46

 

 

O meu poema O CÉU PODE ESPERAR passou a designar-se neste blog O CÉU

http://sofiadamaia.bloguepessoal.com/429181/O-Ceu/

Deixo aqui o original

O CÉU PODE ESPERAR...

Rogério Martins Simões

 

Com a delicadeza da Tua mão,

Nas Tuas mãos,

Com a mão na minha consciência,

Consciente dos meus atos

Parcos e isolados:

Eu me denuncio

Eu me fortaleço

E cresço

E alindo

E deslindo...

Quem me dera ser

Um pedaço de céu!

Mas o céu pode esperar...

 

Espera!

Devolve-me o meu sorriso

Toca-me ao menos ao de leve

No meu movimento, no rosto,

E leva para longe

Esta incerteza...

Este meu desgosto!

 

Vem!

Sopra sobre mim!

 

Pesadas estão as minhas mãos

Que não desarmam:

Baralham-se,

Confundem-se,

Desalinham-se,

Desarticulam-se…

 

Que se cuide a natureza

Que me deu este estar

Pois a irei combater,

Para ser…

E o céu pode esperar

 

Que Te importa que continue

Qual o mal isso Te trás?

Traz-me vivo na esperança.

Eis a Tua fortaleza

Que aliada à minha fraqueza

Me renova

Cresço

Alindo

E deslindo.

Quem me dera ser

Feliz e não sofrer

E o céu pode ir indo…

Indo para onde quiser

Que espere!

Pois não estou preparado!

 

Coloca as Tuas mãos nos meus cabelos

E deixa-me de novo sorrir.

 

24-01-2005

 

 (Registado no Ministério da Cultura

Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C.

Processo n.º 2079/09)

 

 

Meco, 15-02-2013 21:11:38

Poemas de amor e dor conteúdo da página

Pés descalços (republicado)

 

(Fotografia da National Geographic)

 

 

 

PÉS DESCALÇOS
Rogério Martins Simões
 
Eu vi crianças nuas
A rir e a brincar
Atravessando ruas
Vi os pais chorar
 
Eu vi crianças nuas
Com cus tão vermelhos
Atravessando ruas
Sem ouvirem conselhos…
 
Eu vi crianças nuas
Com sono… já se vê
Atravessando ruas
Sem saberem porquê
 
Eu vi crianças nuas
Fugindo das buzinas
Atravessando ruas
Virando as esquinas
 
Eu vi crianças nuas
Ó magra tristeza
Atravessando ruas
À espera de mesa.
 
Eu vi crianças nuas
Sonhando com fadas
Atravessando ruas
Descalças nas estradas
 
Eu vi crianças nuas
E os ricos às janelas
Atravessando ruas
Que lucro dão elas?
 
Eu vi crianças nuas
Em coro a chorar
Atravessando ruas
Sentias a cantar
 
“Aquela criança nua
Com o rostito chorão
Tinha por vontade sua
Não viver como um cão”
 
12/1973
 
“Na minha Rua
Havia crianças nuas
Olhando as outras…
Com horas
A brilharem ao sol…”
1968
Rogério Simões
(Registado no Ministério da Cultura
- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. –
Processo n.º 2079/09)
 
Quando em 1973 escrevi este poema, estava longe de o ver editado no DIÁRIO DE NOTÍCIAS, de 1 de Julho de 2007, com outro autor.
 
 
São descobertas deste tipo, plágios, onde não se respeita o autor, que me tem afundado gravemente.
É para mim bastante doloroso ver este meu poema no “ESPAÇO INTERERACTIVIDADE – DIA DA CRIANÇA, sem a minha autorização e assinado por outra pessoa.
A falta de ética, a falta de valores, levou alguém, que não conheço, a enviar este meu poema para aquele jornal que, por sua vez, o edita sem verificar, num motor de busca qualquer, a quem de facto pertence.
 
Já escrevi para o dito jornal e nem uma linha eu recebi a explicar o sucedido.
 
Estou perdendo tudo! A dor, por tanto plágio à minha poesia, é tanta que até esta mão direita que tinha escapado à Parkinson está a paralisar. Dói muito!
 
Obrigado àqueles que já repuseram o meu nome nos poemas que foram escritos por mim. Obrigado aos que levaram longe a minha poesia sem se apropriarem dela.
Muito triste, fica a mágoa.
Rogério Martins Simões
 
 
 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

CUMPLICIDADES PARTILHADAS um blog pirateado

 

 

 

 

 

CUMPLICIDADES PARTILHADAS UM BLOG PIRATEADO 
POR HAMILTON AFONSO
 
EM MEMÓRIA da MARIA BRANCO
 
 
Ainda hoje, procurando plagiadores da minha poesia, descobri que o meu plagiador oficial – HAMILTON AFONSO – plagiou vários poemas da MARIA, entre os quais o “SONHO” editado no seu lindo blog Cumplicidades por ela publicado em 26 de Janeiro de 2005.
 
AQUI fica a prova! Existem muitos mais poemas da Maria plagiados pelo HAMILTON
Este link leva-nos ao seu poema.
 
https://web.archive.org/web/20050309072425/http://cumplicidadespartilhadas.weblog.com.pt/arquivo/2005/01/post_2.html
 
A amiga Maria do blog CUMPLICIDADES era um enorme talento na poesia e eu seu verdadeiro amigo.
 
Nunca mais soube dela, porém sempre conservei um link para o seu blog: desapareceu sem deixar rasto, mas, a sua poesia permanece no meu coração.
 
Já descobri mais. Este e mais outro está aqui no segundo link deste post. Este  link conduz-nos ao local onde este PIRATA plagiou o meu poema “A MINHA POESIA DE HOMEM SOLTO” e pelo menos dois poemas da Maria.
 
 
AQUI está o meu poema apropriado pelo HEMILTON e pelo menos 2 da MARIA DO CUMPLICIDADES PARTILHADAS.
 
http://oestenoticias.hi5.com/friend/book/signBookRedirect.do?type=success&userid=296952518#comments
 
 
19/Abr/2009 10:15
*Lancei ao vento O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto. E colhi por cada palavra A aragem fresca da manhã. E disse-me suor do campo: -Toma o meu pólen de flor liberta E compartilhemos o saco da fruta madura. Lancei ao vento O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto. E tomei, de madrugada, O mata-bicho em fato-macaco. E disse-me o sujo de fábrica: -Toma o arado A faca feita por mim E partilhemos o saco da fruta madura. Lancei ao vento O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto E colhi por cada palavra Na palavra, a onda calma. E disse-me o mestre da traineira - Toma esta rede E come este cardume de vida Tão cheio dos nossos mortos E compartilhemos o saco da fruta madura. Lancei ao vento O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto E colhi em toda a palavra Um estilo novo Numa amizade velha E num arranha-céus da construção civil Petiscámos todos: O peixe vivo. A carne fresca A fruta madura O mosto da uva. Servidos pelo pólen da poesia livre Colhendo a cada instante A união do trabalho das forças produtivas. Deixo-vos aqui O meu pensamento emigrante A minha poesia de homem solto… hpra click to comment
 
Se procurarem no GOOGLE constatam que os poemas são da Maria. No Google coloquem em busca avançada o seguinte: distingo "Entra e tira o teu agasalho" Entre outros links escolhi este que prova que o poema é da Maria Branco do Cumplicidades
 
http://orkut.google.com/c90643704-t5c065dd1184cb90d.html
Aqui transcrevo a canalhice que demonstra que a cobardia ataca quem desapareceu, mas, como sabem, a Maria detém os direitos de autor.
 
POEMA SONHO

Entra e tira o teu agasalho. Está tanto frio... Entranhou-se-me até quase às raízes do sentir enquanto te esperava. Agora que aqui estás, quente que és na tua presença, conforta-me pois preciso tanto. Já não distingo o corpo da alma, tal é o estado de algidez em que me encontro. Os troncos que pus na lareira riem-se de mim e recusam-se a arder. Só o teu abraço me providenciará algum alívio. Senta-te aqui e recebe-me no teu colo... Envolve-me com os teus braços e o teu olhar. Aqueles, aquecer-me-ão o corpo e este o coração. Deixa-me adormecer assim no teu regaço para que sonhe o que aqui te conto. hamilton Afonso
 
18/Abr/2009 9:18
Entra e tira o teu agasalho. Está tanto frio... Entranhou-se-me até quase às raízes do sentir enquanto te esperava. Agora que aqui estás, quente que és na tua presença, conforta-me pois preciso tanto. Já não distingo o corpo da alma, tal é o estado de algidez em que me encontro. Os troncos que pus na lareira riem-se de mim e recusam-se a arder. Só o teu abraço me providenciará algum alívio. Senta-te aqui e recebe-me no teu colo... Envolve-me com os teus braços e o teu olhar. Aqueles, aquecer-me-ão o corpo e este o coração. Deixa-me adormecer assim no teu regaço para que sonhe o que aqui te conto. hamilton afonso click to comment Quando vir vaguear o corpo da noite dançante, por entre os cascos da bruma, virei até à janela que se despenha no jardim das palavras. Pedirei à sombra que me conceda ainda o verso o verso sujo, lâmina ou centelha ateando a manhã, entre o café e este lume do silêncio, a arder pela flor da giesta. Não mais cantar senão o ar ou as mãos que poisam, tão quietas detentoras de incerteza, apenas. Ficar assim, no olhar destas vidraças onde julgo ver a vida que sonho ser. hamilton afonso click to commentclick to comment Hoje sou a chuva que te acaricia O sol que te aquece a alma, Hoje sou a brisa que te afaga a pele. Sou a noite que te solta o sonho E o dia que te alimenta a esperança. O sorriso de todo o bem que sabe, A gargalhada do prazer satisfeito. Mas também sou a melancolia da carência de ti O soluço da tua ausência E a lágrima do teu desespero . Sou aquele que te ama... hamilton afonso click to comment
 
AUTORA REAL DESTE POEMA A MARIA Branco DO CUMPLICIDADES
 
OUTRO POEMA DA MARIA DO CUMPLICIDADES Assinado por Hamilton Afonso
 : Hoje sou a chuva que te acaricia O sol que te aquece a alma, Hoje sou a brisa que te afaga a pele. Sou a noite que te solta o sonho E o dia que te alimenta a esperança. O sorriso de todo o bem que sabe, A gargalhada do prazer satisfeito. Mas também sou a melancolia da carência de ti O soluço da tua ausência E a lágrima do teu desespero . Sou aquele que te ama... hamilton Afonso
AUTORA REAL DESTE POEMA – A MARIA DO CUMPLICIDADES
 
http://cumplicidadespartilhadas.weblog.com.pt/arquivo/2005/01/hoje_sou_a_chuv.html 
 
http://instantesperdidos.blogspot.pt/2005/01/versejar-muito-bom.html
 
 
Esta é a minha justa homenagem a tão grande amiga. Este é o meu maior plagiador de poesia.
 
Depois de confirmarem o que aqui afirmo pergunto: será esta apropriação tolerável? Muitos dirão que sim. A maioria dirá NÃO! Este plagiador ultrapassa as marcas da tolerância e deve aparecer com nome verdadeiro e identificação para ser apresentada a respectiva denúncia do IGAC.
 
Maria do Cumplicidades - estejas onde estejas, bem-hajas por teres sido minha amiga. Os verdadeiros amigos são imortais.
 
Sempre
Rogério Martins Simões

 

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POEMAS DE AMOR E DOR plágio, pirataria e esquecimentos do autor

 

 

 

POEMAS DE AMOR E DOR plágios e pirataria
 
NESTE POST COLOCAREI AQUELES QUE COPIARAM MAIS QUE 5 POEMAS.
 
Em busca de eventuais plagiadores do meu poema “CONFESSO QUE NÃO VIVI” localizei no NETLOG e no link que abaixo deixo este poema cortado e muitos mais também cortados e plagiados. Já procedi à respectiva comunicação à administração do site. Nem uma só referência ao autor. São dezenas de poemas meus. BASTA!
 
http://pt.netlog.com/limusica/guestbook
 
 
HEMILTON AFONSO o plagiador “OFICIAL”
 
Só neste endereço encontrei mais de 5 poemas meus plagiados e alguns mais de outros poetas
 

 

 
UM SIMPLES E INCONFORMADO COMENTÁRIO

Aceito todas as justificações. Porém, quem edita qualquer coisa de alguém, que não conheça, estará sempre em risco. Não tenho por hábito o fazer.
 
A questão que aqui estou a colocar é a seguinte:
 
a)    Existem pessoas que colocam artigos, poemas ou outras coisas sem colocarem os nomes dos autores. Por vezes dá “jeito”! Basta ler os comentários: Bom artigo! Belo poema etc. Pior! Não dizem que as obras não lhes pertencem.
b)   Face ao que atrás afirmo e falando no meu caso, basta colocar autor desconhecido, ou nada, para quem goste do poema o divulgue da mesma forma ou até o assine.
c)    Pior é o plágio! Aqui existem variadíssimas formas de o fazerem. 1.º Mudando o nome do autor e “roubando” os trabalhos dos outros. 2º alterando o título pensando que deste modo não são apanhados. 3.º Alterando parte do poema, isto é, assassinando o poema.
d)   Depois existem os sites de grupos. Ainda ontem encontrei mais de 10 poemas meus sem nome do autor e colocados como sendo de alguém que assina como suissinha. Neste caso, como em outros tenho denunciado, bloquearam o copista. Colocar poemas, ou artigos, que antes de o fazerem se deveriam certificar se eram dessa pessoa, ou anónimos, é um erro que conduz ao “boato” e à pirataria.
e)    Não citar a fonte nem o nome do autor é como alguém assumisse a autoria do poema, pois, até, os anónimos estão protegidos por Lei e podem processar alguém exigindo direitos de autor.
Cumprimentos
Rogério Martins Simões
 

NOTA TODOS OS COMENTÁRIOS FORAM PUBLICADOS

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ASA DE BORBOLETA plagiado

 

(Fotografia  da NATIONAL GEOGRAPHIC)

 

 

ASA DE BORBOLETA. (PLAGIADO)
 
 
 
Mais um poema meu plagiado e que foi colocado sem a minha autorização no blog “Sótão das ideias” e no seguinte link:
 
http://withdreamsifly.blogspot.com/2008/01/queria-dar-te-uma-flor.html
 
Assinado por Marcos Lemos, 27 de Maio de 2005, o poema ASA DE BORBOLETA passou a designar-se por “Queria dar-te uma flor”. Deixei na semana passada uma mensagem para o alterarem. Para além de não o fazerem nem sequer editaram o meu comentário.
 
Para que o possam ler aqui fica o original:
 
ASA DE BORBOLETA
Rogério Martins Simões
 
Queria dedicar-te um canto
Nesta terna e longa viagem
Através da poesia.
 
Queria dar-te uma flor
Que jamais seque algum dia.
Pois ser feliz é esquecer…
A amargura do momento
E só assim a vida é sublime
Bonita!, ao mesmo tempo:
Como este mar
Que nos separa
Nesta noite amena e calma
Silêncio! Que o meu luar
Vai beijar a tua alma.
 
19-08-2004 1:01
 
Como podem constatar a pirataria continua. Muitos não colocaram o nome do autor – “esquecimento” “omissão” ou desconhecimento. Outros foram ao ponto de colocarem o seu nome. Outros, ainda, mudaram o nome do autor, acrescentaram “frases” e até o título modificaram.
Assim não dá!
Obrigado a todos aqueles que verdadeiramente amam a poesia.
Rogério Martins Simões

 

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amrosaorvalho.gif

MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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