Segunda-feira, 8 de Outubro de 2018

UMA ETERNIDADE NOS ESPERA

UMA ETERNIDADE NOS ESPERA…

Rogério Martins Simões

 

Quando tu e eu saltávamos em andamento,

Numa corrida estreita, para a existência,

Havia um brilho, intenso, que cegava a escuridão externa.

 

Falávamos em língua redonda,

Impercetível,

Que nos deixava latejar à distância do universo das palavras.

Éramos nada!

Éramos tudo!

Frequentávamos os mesmos colégios ricos,

Onde a riqueza se media pelo contágio,

Em resultado das vidas passadas.

E fazíamos parte de um grupo sem forma…

 

Grandes aos sentidos,

Sabíamos que iríamos viajar em busca da luz:

Éramos uma luz ténue…

E procurávamos um brilho permanente.

 

Entrámos por uma porta estreita

Onde formas sem luz

Reproduziam uma língua quadrada,

Sem nexo, herança de uma Torre de Babel,

Que tivemos de aprender.

 

Estamos a ficar cansados!

Não importa…

Tomámos o caminho reto e certo

E partiremos na luz…

 

Falta pouco meu amor.

Uma eternidade nos espera…

 

Lisboa, 30 de Abril de 2009

(Registado no Ministério da Cultura

- Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)

À BETE MINHA TERNA E ETERNA COMPANHEIRA

 

Simões, Rogério, in “GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO”,

(Chiado Editora, Lisboa, 1ª edição, 2014)

 

 

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MEIO HOMEM INTEIRO
Rogério Simões
 
Meia selha de lágrimas.
Meio copo de água
Meia tigela de sal
Meio homem de mágoa.
Meio coração destroçado
Meia dor a sofrer.
Meio ser enganado
Num homem inteiro a morrer.
11/4/1975

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