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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda




Rogério Martins Simões

Cria o teu cartão de visita Poemas de amor e dor conteúdo da página

04.04.13

Boa noite a todos,

Há mais de um mês que "navego" na Net em busca de plagiadores da minha poesia. Como sabem, quando se coloca aqui um "post" o Sapo atribui um n.º que o identifica. Deste modo tenho recolhido provas de novos plagiadores que serão aqui todos colocados em lista e já são muitos. Tenho encontrado uma diversidade de atentados contra a minha poesia e, aos poucos, vou perdendo a vontade de escrever. Hoje denuncio mais um plagiador e já apresentei queixa.

 

 

RENATO OLIVER

Ou como um plagiador se arroga de poeta

 

PLÁGIOS:  Plágio ao meu poema Na tinta na pena ou no sonho

Hoje voltei a encontrar aqui um poema meu devidamente registado e neste link http://www.recantodasletras.com.br/poesiasdeamor/810134

O PLAGIADOR colocou aqui este meu poema no dia seguinte a eu o colocar no meu blog POEMAS DE AMOR E DOR. Eu publiquei a 8/1/2008 e ele a 9/1/2008 como o posso demonstrar neste link http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt/94393.html

Este meu poema encontra-se registado. Dado que temos por aqui mais um plagiador sugiro a quem escreve, de facto, a reverem o que este que se diz poeta publicou, pois quem plagia um plagia o resto.

Uma boa noite,

Rogério Martins Simões

 

 Mensagem para o plagiador

 

 

Meu nome é Rogério Martins Simões, e sou o autor deste poema que de encontra devidamente registado. Vejo que o colocou aqui sem minha autorização e o alterou infringindo o artigo 195. º, 196.º e 198.º do Código do Direito de Autor

Este meu poema intitulado Na tinta na pena ou no sonho pode facilmente ser encontrado no meu blog, Poemas de amor e dor em http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt/94393.html

 ou através do motor de busca Google.

Nestes termos recordo que de acordo com a lei Portuguesa:

 

Cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar, fruir e dispor da obra literária, artística ou científica, dependendo de autorização prévia e expressa do mesmo, para que a obra seja utilizada, por quaisquer modalidades, dentre elas a reprodução parcial ou integral.

LEI 16/2008 de 1/4 que estabelece o Código do Direito de Autor e Direitos Conexos.

O Diploma está neste link

http://www.wipo.int/wipolex/en/text.jsp?file_id=199767

 

Transcrição de artigos importantes desta Lei.

 

TÍTULO IV

Da violação e defesa do direito de autor e dos direitos conexos

 

Artigo 195.º

Usurpação

1 — Comete o crime de usurpação quem, sem autorização do autor ou do artista, do produtor de fonograma e videograma ou do organismo de radiodifusão, utilizar uma obra ou prestação por qualquer das formas previstas neste Código.

2 — Comete também o crime de usurpação:

 a) Quem divulgar ou publicar abusivamente uma obra ainda não divulgada nem publicada pelo seu autor ou não destinada a divulgação ou publicação, mesmo que a apresente como sendo do respectivo autor, quer se proponha ou não obter qualquer vantagem económica;

b) Quem coligir ou compilar obras publicadas ou inéditas sem autorização do autor;

c) Quem, estando autorizado a utilizar uma obra, prestação de artista, fonograma, videograma ou emissão radiodifundida, exceder os limites da autorização concedida, salvo nos casos expressamente previstos neste Código.

 

 

 

Artigo 196.º

Contrafacção

1 — Comete o crime de contrafacção quem utilizar, como sendo criação ou prestação sua, obra, prestação de artista, fonograma, videograma ou emissão de radiodifusão que seja mera reprodução total ou parcial de obra ou prestação alheia, divulgada ou não divulgada, ou por tal modo semelhante que não tenha individualidade própria.

2 — Se a reprodução referida no número anterior representar apenas parte ou fracção da obra ou prestação, só essa parte ou fracção se considera como contrafacção.

3 — Para que haja contrafacção não é essencial que a reprodução seja feita pelo mesmo processo que o original, com as mesmas dimensões ou com o mesmo formato.

 

Artigo 197.º

Penalidades

1 — Os crimes previstos nos artigos anteriores são punidos com pena de prisão até três anos e multa de 150 a 250 dias, de acordo com a gravidade da infracção, agravadas uma e outra para o dobro em caso de reincidência, se o facto constitutivo da infracção não tipificar crime punível com pena mais grave.

2 — Nos crimes previstos neste título a negligência é punível com multa de 50 a 150 dias.

3 — Em caso de reincidência não há suspensão da pena.

 

 

TÍTULO IV

Da violação e defesa do direito de autor e dos direitos conexos

 

Artigo 198.º

Violação do direito moral

É punido com as penas previstas no artigo anterior:

 

a) Quem se arrogar a paternidade de uma obra ou de prestação que sabe não lhe pertencer;

b) Quem atentar contra a genuinidade ou integridade da obra ou prestação, praticando acto que a desvirtue e possa afectar a honra ou reputação do autor ou do artista

Face ao sucedido queira V.Exa informar a razão que o levou a assumir a paternidade deste meu poema.

Respeitosos cumprimentos

Rogério Martins Simões

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

07.05.09

 

 

 

PLÁGIO – OS POEMAS DE AMOR E DOR FORAM PLAGIADOS (actualização 15/5/2009)
 
MAIS UM PLÁGIO
 
Para veres como tenho razão quando peço para colocarem os créditos nos meus poemas.

http://olizina.multiply.com/photos/album/138/ROSAS

Se seguirem este link vão encontrar o meu poema ROSAS cortado para não ser apanhada por motor de busca. cortou os 4 primeiros versos do poema.
Istó é Plágio e não esquecimento.

Se lerem os comentários esta senhora aceita como sendo seu o poema e afirma a alguém que escreveu: "temos poetisa" - É VERDADE Á (SEM H) DIAS ASSIM.

Por favor deixem mensagens no site. precisam de se inscreverem
rogério simões
 
Uma das vantagens da Internet, nomeadamente do GOOGLE, é a de conseguir localizar os nossos trabalhos ou até parte deles.
Sempre autorizei a editarem os meus poemas com os devidos créditos.
Ao acaso procurei no Google pelo nome do poema “DURMA MINHA MÃE” que em tempos editei no meu antigo blog. Fui detectar este poema publicado num blog sem que constasse o meu nome. Esta situação é recorrente. A amostragem foi de 1 para mais de 300 poemas e o resultado está à vista. Já não é a primeira vez que isto acontece, tendo no passado localizado poemas meus inteiramente copiados, sem título, sem créditos.
 
Não sei qual o interesse do plágio na poesia.
Aconselho vivamente aos plagiadores a plagiarem, também, as minhas dores para não ficarem só com os textos, ou com os poemas, que tenho escrito e livremente dado a conhecer. Assim é batota!
 
Estas atitudes merecem a minha e a vossa reflexão.
A minha poesia “sai” espontaneamente, sem ser por encomenda. Assim, quando editava um poema que escrevi naquele momento, não me preocupava com o seu registo. (Registava depois)
Nunca quis ser mercantilista da poesia. Porém, começo a ponderar não mais editar os meus novos poemas, neste ou em qualquer blog, embora a sua maioria esteja legalmente depositada e salvaguardada. Hoje actualizei tudo!
Se continuar a publicar é unicamente por todos aqueles que ao longo destes 5 anos me incentivaram a escrever e que sem nada dizerem se identificam com o que escrevo.
 
Fico farto! O Plágio é tanto que chega ao ponto de disputarem a autoria dos meus poemas. Um já se retratou e retirou a sua autoria apagando o poema! Ainda só procurei no Google por uma dezena de poemas e já apareceram centenas de plagiadores ou que omitem a autoria dos poemas.
Fui encontrar um poema meu plagiado que se encontra editado, com a minha autorização, em Almada.
Existem alguns que até transformam os poemas em pensamentos e dizem que os poemas são desconhecidos. Uma verdadeira clonagem, pirataria da pior.
 
Encontrei um poema metido disfarçadamente no meio de outros. Isto assim não dá!
Sejam todos muito felizes. Respeitem os direitos de autor, afinal apenas exijo que coloquem o autor do poema. Será muito?
Façam um teste com um poema vosso. Coloquem parte de um poema no Google busca personalizada com esse texto obrigatório e vejam quantos assumiram a autoria dos vossos poemas.
Para aqueles que colocaram a autoria obrigado. Para a maioria, aqueles que gostam da minha poesia, contem comigo aqui ou noutro lugar. Vou repensar tudo isto e talvez editar em livros os meus poemas.
Obrigado
Rogério Martins Simões
ROMASI
 
Não encontram um único poema meu que tenha sido plagiado!
 
Poemas plagiados:
1)     Durma minha mãe
2)     Voltei
3)     Esta vida não vivi
4)     Natureza morta
5)     Um sorriso
6)     Água salgada
7)     Felicidade
8)     Pai
9)     Asa de borboleta
10)                       Quando me encontro contigo
11)Estamos a tempo
12)Mocidade
13)Sem ti não passo sem ti não sou
14)O barco partia à vela
 
 
Lista em construção com os plagiadores que se apoderaram da minha poesia.
Só precisam de colocar no motor de busca por nome completo. Podem, para facilitar, colocar a palavra poesia.
Aqui são denunciados aqueles que assinaram poemas meus. A lista é extensa: colocarei à medida que encontrar os seus nomes:
 
HAMILTON AFONSO
(estou a compilar a lista dos meus poemas plagiados)
 
ARTHUR ARAÚJO
(Em mundo desconhecido nos grupos YAHOO)
(estou a compilar a lista dos meus poemas plagiados que são muitos)
 
JOÃO CARLOS (BRACARA)
Plagiou e modificou titulos poemas: ESTA VIDA NÃO VIVI E CAEM LÁGRIMAS - Alojados no site Companhia da Poesia. Nota: Trata-se de um site que declina a responsabildade dos responsáveis pelos plágios.
 
ARTUR FERNANDES
Plagiou ESTA VIDA NÃO VIVI. Ver apontamento abaixo publicado. O site e o que escreveu o plagiador está na zona de comentários. Acredito que alguém mais foi ali plagiado.
 
 
Nota: tentarei ser rigoroso, isto é, alguns poemas meus plagiados por estes, e outros, foram certamente editados em blogs ou sites sem que os seus autores soubessem disso. Todavia, pergunto: alguém gostaria de ver artigos seus ou poemas seus plagiados. Uma coisa é omitir de propósito, ou não, o seu autor; outra será quando alguém que se apropria indevidamente das obras de outros.
 
NOTA FINAL
Defendam os vossos trabalhos e não editem sem os registarem na Inspecção-Geral das Actividades Culturais. Palácio Foz- Praça dos Restauradores Lisboa. Depois actualizem o registo como o fiz no IGAC.
Os meus poemas estão todos registados e actualizados (Processo 2079/2009).
(Perdoem qualquer gralha, não dá para ter paz)
 
Rogério Martins Simões
 

ROMASI UMA EXPLICAÇÃO!

Aldeia do Meco, 8 de Maio de 2009

 

 

 

Aditamento a toda esta polémica.

Tenho aprovado todos os comentários, e justificações, que autores ou colaboradores de blogs, por mim visados, escreveram. Infelizmente não os colocaram neste post. Por via disso coloco aqui o link para que possam ler o que livremente escreveram.

A resposta a esses comentários será feita nesse link e aqui onde os deveriam ter colocado.

Pedia àqueles que queiram comentar que o façam neste post.

Quero agradecer aqueles que escreveram e devo dizer que aceito todas as justificações. Raramente edito poemas de outros poetas e ninguém pode ser responsável, desconhecendo, que alguém em quem confiou pirateou os poemas de outros.

Lamento, por exemplo, que já tivessem tirado o nome de um plagiador aqui denunciado e não repusessem o verdadeiro nome do poema e o seu autor.

Por exemplo: O poema ASA DE BORBOLETA foi por mim hoje impresso em papel e vejo que já não consta o nome do plagiador, mas, também, sem a reposição dos créditos devidos e denominação do poema em causa. Será fácil descobrirem toda a verdade, toda a história deste poema. Basta abrirem o link para o Blog brasileiro da ASA DE BORBOLETA a quem o poema foi dedicado e publicado no meu e no seu blog.

ASA DE BORBOLETA

Rogério Martins Simões

 

Queria dedicar-te um canto

Nesta terna e longa viagem

Através da poesia.

 

Queria dar-te uma flor

Que jamais seque algum dia.

Pois ser feliz é esquecer…

A amargura do momento

E só assim a vida é sublime

Bonita!, ao mesmo tempo:

Como este mar

Que nos separa

Nesta noite amena e calma

Silêncio! Que o meu luar

Vai beijar a tua alma.

 

19-08-2004 1:01

 

Como podem ver, até a hora em que ele acabou de ser escrito está assinalada.

É por isso que não posso sequer admitir que alguém ouse colocar em causa a minha autoria nos poemas que escrevo. Contudo, a pedido de um proprietário de um Site de poesia muito visitado, dei tempo para que o plagiador se retratasse. Se o fizer não colocarei aqui o seu nome.

Outro esclarecimento importante. Os poemas que aparecem sempre na primeira página deste blog foram escritos quando, ainda, escrevia sob pseudónimo ROMASI. RO de Rogério; MA de Martins e SI de Simões.

Quem conhece a minha poesia, aquela que escrevo desde os 14 anos de idade (nasci em 5 de Julho de 1949) e aquela que circulava nas mãos dos meus colegas de escola do Patrício Prazeres, ou dos meus ex colegas da Segurança Social, sabe que eu os assinava como ROMASI.

Romasi vem do tempo das lutas estudantis em que participei na luta contra a ditadura. O Romasi acabou por destruir 11 livros de poesia. Estes ficaram e foram retirados de um velho caderno que alguns amigos me incentivaram a não destruir. Os nomes destes meus amigos figuram em destaque aqui ao lado.

ESTA VIDA NÃO VIVI!

(Romasi)

Será que na vida não vive

Quem na vida já viveu?

Ou será que terá vida

Quem nesta vida sofreu?

Eu que morri e que vivo

Dentro do mundo que passou,

Nos versos que não morrerão

Após rasgar a vida

Irão lembrar quem chorou

E esta vida não viveu.

1971

 

MEIO HOMEM INTEIRO

(Romasi)

Meia selha de lágrimas.

Meio copo de água

Meia tigela de sal

Meio homem de mágoa.

Meio coração destroçado

Meia dor a sofrer.

Meio ser enganado

Num homem inteiro a morrer.

11/4/1975

 

Talvez aproveitando-se desta situação, quando os assinava como ROMASI, muitos se apoderaram deles para os plagiar. Para demonstrar como tudo isto é verdade vou editar aqui pela primeira vez a homenagem que a Rosa dos Açores me fez em 20/01/2007.

Aproveito para pedir perdão à Rosa que me dedicou esse poema, com tanto carinho, e que nunca o publiquei. A Rosa, cujo link sempre esteve neste blog, descobriu que o Romasi era afinal quem eu sou. Acabei por nunca o dar a conhecer, pois, entendia que me estaria a promover utilizando os versos que esta minha doce amiga um dia escreveu, e que vos dou a conhecer, para dar luz a factos, que podem esclarecer, quem de mim duvide.

A Rosa poderá testemunhar tudo isto se assim o entender. Rosa meu doce Açor: Obrigado

As homenagens em vida
Têm todas o meu apreço
É justa e bem merecida
E de “Romasi” não esqueço.

 

“Romasi” de Rogério
Simões é seu apelido,
Desfez-se o mistério
No muito que tenho lido.

Poemas de amor e dor
Onde guarda emoções
É um poeta sofredor
É Rogério Simões.

Seu pai também é poeta
Duplica a felicidade
É assim que se decreta
Um dom que não tem idade.

Portugueses de valor
Que partilham seus talentos
Juntando amor e dor
Alegrias e sofrimentos.

Alegrias espelhadas
Numa viagem p’lo mundo
Sendo por nós folheadas
Com gosto a cada segundo.

Rosa Silva (“Azoriana “)

Nota: É mesmo com gosto que vejo Rogério Simões presente na Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores e também no Servidor de Apontadores Portugueses (SAPO), onde também me sinto feliz.

 

Continuo em busca dos nomes daqueles que “TIVERAM A DISTINTA LATA” de assinarem os meus poemas. Hoje mesmo já encontrei mais dois novos nomes. Vou continuar com a minha missão pois estou convencido que alguém foi mais longe neste plágio colectivo… Já tenho em meu poder a lei que se aplica aos plagiadores do Brasil. A nossa, conheço-a desde o tempo em que trabalhava na I.C.

Dizem que não me devo preocupar. Desculpem mas não consigo. Já deparei com poemas meus estropiados, colados, com o título alterado e sem título. Até textos, meros textos foram plagiados.

Vejam o meu blog sobre a minha doença de Parkinson. Tudo o que lá está foi autorizado a publicar. Tudo tem os créditos e a fonte.

Para terminar, por hoje, este esclarecimento devido, quero mais uma vez afirmar que sempre autorizei a transposição de poemas meus para blogs. Nunca me preocupei em procurar se alguém estaria a assumir-se como autor ou autora. Nunca pensaria em tal coisa. Agora que estou descobrindo os caminhos desta afronta não consigo ter paz. Preciso de paz para continuar a escrever a minha nova poesia que convosco partilhava com felicidade. Preciso de fazer o luto desta canalhice.

Quero agradecer a todos, e são muitos, que colocaram o meu nome nos meus poemas – mesmo àqueles que não indicaram a fonte. Finalmente quero acrescentar que muitos poemas pirateados já se encontravam e se encontram publicados em livros, revistas, cadernos, blogs, sites de poesia, teses de Mestrado e até em peças para meninos de rua no Brasil.

Acreditem ou não, perdi a vontade de voltar a colocar aqui mais poemas, porém, sinto uma forte vontade de explodir, deixar sair este vendaval até que o meu corpo frágil se concilie com a minha alma.

ROSNAM OS CÃES À LAREIRA

ROMASI

Rogério Martins Simões

 

Rosnam os cães à lareira…

Ah! Como os sinto ladrar:

Malditos!

 

Dizem na mina do ladrão…

À luz do gasómetro

Que pela noite virá o cão…

 

Uiva o cão à lareira…

Ai como os sinto rosnar!

Malditos!

 

Dizem na mina que a derrocada

Leva a jornada

À viúva.

 

Rosnam os cães à lareira!

Choram os mineiros na mina

Dizem na mina – bolor de pão:

Piores dias virão.

- Piores serão?!

1970

 

(Registado em Portugal na IGAC Inspecção-Geral das Actividades Culturais processo 2079/09)

 

 

Plágio do ARTUR FERNANDES ao meu poema “ESTA VIDA NÃO VIVI”
 
Dei um prazo mais que suficiente para que outro plagiador, o Artur Fernandes, pudesse emendar e pedir desculpa pelo seu plágio. Se procurarem no Google por “isto” irão encontrar um ficheiro pdf que tenho em meu poder.
Para provar o que digo, transcrevo “aquilo” onde está o meu poema, nos comentários, no tal ficheiro em PDF.
Dado que em comentário não dá para mudar letra coloco aqui parte do que o Artur Fernandes fez ao meu poema “Esta vida não vivi”.
 
…“Será que na vida não vive;
Quem na vida já viveu?
Ou será que terá vida
Quem só na vida sofreu?
Eu que morri, porque vivo
Dentro do mundo que estou
Nos versos que sou altivo
Irão lembrar quem não sou
Sei que até fui esquecido”…
 
Este poema tem já diversos plagiadores alguns dos quais já aqui denunciados.
Por favor comparem isto com o poema que aparece sempre no cabeçalho do meu blog.
O poema é sério demais para entrar ”nisto”, é da minha autoria e também foi plagiado.
Àqueles que aceitam os plágios pergunto: Isto será aceitável?
Incluir o meu poema, destruído, no meio de tal “coisa” é mais que plágio – é terrorismo intelectual.
Rogério Martins Simões
 
"A todos os Santinhos"
Enviado por Artur Fernandes está na zona de comentários.
Poemas de amor e dor conteúdo da página

31.07.06

 

 

 

NATUREZA...MORTA
(romasi)
 
Tudo é deserto...
Ninguém
Vivalma…
E tudo me rodeia.
Além, um cantar:
A presença de um ser belo
Mas, todavia, insignificante,
Entra por meu ouvido
E perde-se na natureza.
 
Oh! Como o vento assobia
E nos faz tremer de frio!
Lá em baixo, no rio,
Um peixe salta das águas:
Talvez pule de contente!?
Talvez fuja do peixe maior
Que tenta cumprir a lei do mais forte.
 
Mas de novo o silêncio
Na natureza tudo pára:
As aves deixam de cantar
O vento já não sopra
Tudo pára para escutar
O barulho de marcha
E de um tambor a rufar.
 
Lá no rio,
Um barco esguio
Indica uma presença!
O cantar dos passarinhos
É agora um lamento
Do constante sofrimento
De quantos se batem no chão!
Aí, onde outrora flores cresciam,
Passam soldados em massa
Que horror, que desgraça!
A beleza
Muda
 Violada
Agora tudo é tristeza
E o barulho que percorre a serra
É um som terrível
Agoiro
É a guerra!
 
11/7/1968

 

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    Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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