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POEMAS DE AMOR E DOR

Livro de poesia GOLPE DE ASA NO SEQUEIRO Editado pela CHIADO EDITORA Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004 Livro de poesia POEMAS DE AMOR E DOR (Chiado books) já à venda




Rogério Martins Simões

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16.12.17

FADO: Bate, bate coração

ACADEMIA DA GUITARRA PORTUGUESA

Voz: Américo Nunes de Almeida

Música: Alfredo Marceneiro

 

BATE, BATE, CORAÇÃO

Rogério Martins Simões

 

Quando com dores me deito,

Sinto galopar no peito,

Este sofrido alazão.

Por me sentir a tremer,

Soluço poderá ser,

Não saltes mais coração.

 

Com esta dor que rejeito,

Esta vida assim sem jeito,

Talvez mude de missão.

Com este meu mal-estar

Oiço o meu peito gritar:

Não batas mais coração.

 

Sabes bem que sou sincero,

Não penses sequer que espero,

Por piedosa solução.

E antes que bata demais

Diz à vida ao que tu vais:

Parar o meu coração.

 

Mas se ainda voltas a ter,

Coragem para viver,

No meu peito de paixão.

Deus te deu vida severa,

Tens o meu tempo à espera,

Bate, bate, coração.

 

Meco, 19/01/2017 21:41:37

(A publicar no meu próximo livro)

(Direitos de autor protegidos)

Ao meu querido avô paterno, António Antunes Simões.

Nasceu em 1881 na Pampilhosa da Serra – Aldeia Velha – casou na Póvoa e migrou para Lisboa em 1897.

Trabalhou como estivador e era um exímio tocador de guitarra.

Do pouco que sei do meu avô, dizia meu pai, que terá ensinado o Armandinho a tocar guitarra. Na verdade em investigação posterior constatei que o meu avô viveu no Pátio do Quintalinho quando o Armandinho tinha 5 anos de idade. Foi sócio da Juventude Monárquica Conservadora para poder tocar guitarra, tendo falecido na Póvoa em 1934.

Do seu neto: Rogério Martins Simões

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

29.06.17

FADO: Bate, bate coração

ACADEMIA DA GUITARRA PORTUGUESA

Voz: Américo Nunes de Almeida

Música: Alfredo Marceneiro

 

BATE, BATE, CORAÇÃO

Rogério Martins Simões

 

Quando com dores me deito,

Sinto galopar no peito,

Este sofrido alazão.

Por me sentir a tremer,

Soluço poderá ser,

Não saltes mais coração.

 

Com esta dor que rejeito,

Esta vida assim sem jeito,

Talvez mude de missão.

Com este meu mal-estar

Oiço o meu peito gritar:

Não batas mais coração.

 

Sabes bem que sou sincero,

Não penses sequer que espero,

Por piedosa solução.

E antes que bata demais

Diz à vida ao que tu vais:

Parar o meu coração.

 

Mas se ainda voltas a ter,

Coragem para viver,

No meu peito de paixão.

Deus te deu vida severa,

Tens o meu tempo à espera,

Bate, bate, coração.

 

Meco, 19/01/2017 21:41:37

(A publicar no meu próximo livro)

(Direitos de autor protegidos)

Ao meu querido avô paterno, António Antunes Simões.

Nasceu em 1881 na Pampilhosa da Serra – Aldeia Velha – casou na Póvoa e migrou para Lisboa em 1897.

Trabalhou como estivador e era um exímio tocador de guitarra.

Do pouco que sei do meu avô, dizia meu pai, que terá ensinado o Armandinho a tocar guitarra. Na verdade em investigação posterior constatei que o meu avô viveu no Pátio do Quintalinho quando o Armandinho tinha 5 anos de idade. Foi sócio da Juventude Monárquica Conservadora para poder tocar guitarra, tendo falecido na Póvoa em 1934.

Do seu neto: Rogério Martins Simões

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

10.09.16

IMG_4189.JPG

 

HORAS INFINITAS

Rogério Martins Simões

 

 

Aqui me entrego ao tempo lato.

Aqui o meu tempo não passa, demora,

Numa lenta e eterna agonia.

Deixei a vida lá fora …

Aqui apreende-se a viver sem viver.

E, enquanto me afundo,

Desvio este olhar profundo,

E passo a olhar para a vida:

Com a passagem das horas infinitas…

 

Hospital dos Capuchos, Lisboa, 20/02/2016

 

(O direito de autor é reconhecido independentemente de registo, depósito ou qualquer outra formalidade. ver artigo 12.º do CDADC. Lei 16/08 de 1/4)

(A registar no Ministério da Cultura - Inspeção-Geral das Atividades Culturais I.G.A.C. – Processo n.º 2079/09)

Poemas de amor e dor conteúdo da página

22.05.15

IMG_3030.JPG

 

AMO-TE TANTO MEU AMOR

Rogério Martins Simões

 

Piorei antes e depois por estares pior.

Melhoraria se soubesse

Que estarias melhor.

Que melhoras terei se não estás bem?

Volto a estar só!

O cão faz tanta falta

e ainda só agora começou a chover!

Esperem! Não quero ficar só!

 

É tarde! Estou gelado!

O frio tomou conta deste espaço

que derruba as minhas preces.

Amo-te tanto meu amor!

22-10-2008 0:30:56

 

 

Poemas de amor e dor conteúdo da página

04.04.14

Recebi do amigo Luís Milhano e vale a pena ver
Deixo-vos com as suas palavras:
Alguém anda a fazer os trabalhos de casa por nós....
Simplesmente muito bom !!!!!! E tem de ser um banco espanhol a apresentar assim Portugal??? 
UM FILME DE ANIMAÇÃO SOBRE PORTUGAL
Vale a pena ver. 
Estranho que não tenha sido produzido por nenhuma entidade portuguesa, mas pelo banco espanhol BBVA.
De qualquer modo, o importante é que este filme foi feito e está a ser divulgado.
Muiiiiiiiiiito bom,os portugueses agradecem
(Para ouvir por favor desligue ou pare o fundo musical do blog)
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16.07.13

MALFADADA HERANÇA

Rogério Martins Simões

 

Na senda desta vida quem descontente,

Do engenho da trama, ou da urdidura,

Procura esquecer o drama rilhando o dente

Bem cedo no cais… ou noutra ventura.

 

Ah inequívoca glória de ser herói num batel de pau:

Cansado, explorado e dobrado a preceito…

Lutando, com fantasia a varapau,

Contra a usura que nos lixa o peito.

 

Princesas encantadas por desencantar…

Monstros de muitas cabeças que tudo levaram;

Lobos em matilha que os bancos salvaram;

Cuidado com o papão que te vem buscar…

 

Repetem-se as desgraças a que chamam destino.

Tragédia grega sem corpo de delito.

Malfadada herança que perdeu tino:

É a voz de um povo que sem esperança grito:

 

Tac tac tac tac olha o passarinho….

Tic tic tic tac que nem sai do ninho…

 

Meco, 16-07-2013 21:29:17

 

De acordo com a Lei os direitos de autor estão protegidos, independentemente do seu registo. (A registar no Ministério da Cultura - Inspeção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. – Processo n.º 2079/09)

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    MEIO HOMEM INTEIRO
    Rogério Simões
     
    Meia selha de lágrimas.
    Meio copo de água
    Meia tigela de sal
    Meio homem de mágoa.
    Meio coração destroçado
    Meia dor a sofrer.
    Meio ser enganado
    Num homem inteiro a morrer.
    11/4/1975

    Todos os poemas deste blog, assinados com pseudónimo de ROMASI ou Rogério Martins Simões, estão devidamente protegidos pelos direitos de autor e registados na Inspecção-Geral das Actividades Culturais IGAC - Palácio Foz- Praça dos Restauradores em Lisboa. (Processo 2079/2009). Se apreciou algum destes poemas e deseje colocar em blog para fins não comerciais deverá colocar o poema completo, indicando a fonte. Obrigado

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